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Quinta-feira, 13 de Agosto de 2009

"Nerissa Gaunt" - Chap 29

 

Salazar's Inherance Trilogy 

Nerissa Gaunt
Capitulo Vigésimo Nono 

  

 

Ao Senhor das Trevas.
 
Recebi as tuas ordens e estou já a pô-las em prática. Já pedi ao Rodolphus para falar com o irmão, eu própria já falei com Raphael, e em seguida vou procurar o Rosier. A primeira reunião dos Aprendizes já está marcada.
 
No entanto, aconteceu um imprevisto, razão pela qual te estou a escrever. O director desconfia de nós. Chamou-me ao seu gabinete e encostou-me à parede. Apesar de todas as precauções que tomámos, ele que detectou a actividade de Magia Negra na escola e queria que eu o ajudasse a encontrar a fonte. Recusei dizendo que não sei de nada, mas acho que ele continua a desconfiar.
 
Hogwarts já não é segura para nós, pelo menos não para os nossos treinos. Temo que o uso de Magia Negra na escola nos denuncie… Que faremos?
 
Nerissa Gaunt.
 
A jovem leu e releu a carta que tinha escrito no pequeno pedaço de pergaminho. Parecia-lhe suficientemente resumido tudo aquilo que se tinha passado entretanto… e bem expresso o pedido de ajuda. Só esperava que Voldemort desistisse de recrutar crianças em Hogwarts perante este cenário que o podia denunciar tão facilmente.
 
Tendo perfeita noção que essa seria a última opção que o feiticeiro negro tomaria, Nerissa escolheu a coruja mais comum que conseguiu encontrar em toda a torre. Nem muito grande, nem muito pequena. Nem muito clara, nem muito escura… de um tom de castanho ideal que passasse despercebido ao olhares de muggles e feiticeiros.
 
Ao convidar essa coruja para o seu ombro, a jovem prendeu a carta sem endereço à pata da ave, e deixou-a voar, tendo a certeza que ela encontraria o seu destinatário.
 
~*~*~*~
 
Encontramo-nos em Poções. Era essa a promessa. Então porque é que a aula do professor Horace Slughorn havia chegado ao fim, e Nerissa continuava sem aparecer?
 
Severus olhava nervoso por cima do seu ombro enquanto arrumava o seu estojo de Poções depressa, mas com extremo cuidado. Continuava a lançar olhares ferozes a Raphael, que tinha sido o último aluno a entrar na aula, já quinze minutos depois do professor Slughorn ter fechado a porta. O jovem achou que Nerissa entraria poucos momentos depois de Raphael, mas enganou-se redondamente.
 
“Se o Raphael lhe fez alguma coisa…” Murmurou Severus enraivecido, colocando o seu estojo de Poções dentro da sua sacola, que colocou ao ombro em seguida.
 
O jovem ia já dirigido ao colega que tanto detestava, quando alguém colocou uma mão no seu ombro, obrigando-o a parar e voltar-se. Severus ficou confuso quando se deparou com o rosto atrapalhado de Slughorn.
 
“Desculpa-me a intromissão, meu caro Severus. Mas posso fazer-te uma pergunta?” Questionou-lhe cordialmente o professor, que era também o chefe de Equipa dis Slytherin, com quem Severus e Nerissa tinham tanta afinidade. Desde o primeiro ano que eram convidados a participar nas reuniões do Slug Club, clube liderado pelo professor de Poções.
 
“Claro que pode, professor.” Respondeu-lhe Severus, talvez rude demais. Tinha acabado de perder Raphael de vista, ele tinha acabado de sair da sala de aula.
 
A voz de Slughorn chegou distante aos ouvidos do jovem, “Eu estava a perguntar-me, onde andará a nossa querida Nerissa? Ela nunca faltou a nenhuma das minhas aulas. E como sei que vocês são inseparáveis, decidi perguntar-te a ti se está tudo bem com ela.”
 
Severus estava tão chateado por ter pedido a oportunidade de confrontar Raphael que nem conseguia formular uma frase. Foi com dificuldade que inventou a mentira para o professor de Poções, “A Nerissa, ela… Ela sentiu-se indisposta ao pequeno almoço. Foi… Foi descansar, repousar. Coisas de raparigas… O professor compreende.”
 
“Ah, então ela fez muitíssimo bem em faltar! A saúde e o bem estar acima de tudo! E diga-se de passagem que a nossa querida Nerissa não precisava desta aula para nada… Tanto ela como tu sabem preparar estes antídotos de olhos fechados!” Riu-se Slughorn afectadamente, dando duas palmadas nas costas de Severus e enviando-lhe um olhar cúmplice. “Dá as minhas melhoras à Nerissa, Severus. E tem um bom almoço, rapaz.”
 
Sem parar para devolver uma despedida decente ao professor, Severus arrancou. As suas pernas puderam finalmente obedecer à ordem de perseguir Raphael. Mas, infelizmente, quando o jovem chegou àquele corredor das masmorras, encontrou um mar de estudantes, no qual aquele que ele mais procurava se tornou invisível.
 
Almoço… Já era hora de almoço? Claro, as aulas de Poções eram as mais longas. Para os alunos terem tempo para preparar uma poção precisavam sempre, e pelo menos, daquelas três horas de aula. Três horas.
 
O estômago de Severus deu uma volta inesperada. Nerissa tinha desaparecido à três horas… Tinha que ter acontecido alguma coisa de grave, de outra forma ela vindo à aula de Poções... Severus não era descendente de videntes, mas tinha a certeza que o mau pressentimento que sentia neste momento tinha razão de ser.
 
As pernas do jovem aceleraram o passo tanto quanto ele podia sem atropelar ninguém. Severus decidiu que o Grande Hall, sitio onde iria ser servido o almoço dentro de poucos minutos, era o melhor sítio para começar a procurar Nerissa. O problema é que se ela não estivesse no salão, ele não saberia procurar a seguir… talvez na Sala Comum?
 
Foi fazendo figas para encontrar o paradeiro de Nerissa o mais depressa possível que o jovem entrou no Grande Hall. Inspeccionando a mesa dos Slytherin de uma ponta à outra, Severus não conseguiu encontrar aqueles cabelos negros da jovem que tanto queria encontrar. Foi com o coração acelerado de preocupação que se dirigiu a uma jovem Slytherin do sétimo ano, de quem Nerissa se tinha tornado uma grande amiga fazia já um ano.
 
“Andromeda!…” Chamou ele a mais velha das irmãs Black, que estava já a sair do salão, enquanto colocava duas sanduíches na sua sacola, “Andromeda, desculpa. Viste a Nerissa?”
 
A jovem estava tão distraída que quase tropeçou no preocupado Severus. Quando se recompôs, fez uma careta, tentando lembrar-se, “Eu vi-a ao pequeno-almoço, como todos os Aprendizes, Severus. Depois fui-me embora quando ela nos dispensou, e não a vi desde então.”
 
“Que porcaria…” Resmungou o jovem, com a preocupação crescendo no seu peito, enquanto ambos recebiam encontrões das centenas de estudantes que entravam no Grande Hall para almoçar.
 
“Está tudo bem com ela?” Perguntou-lhe Andromeda genuinamente preocupada, enquanto dava passagem a um pequeno grupo de estudantes de primeiro ano, “A Nerissa não parecia nada bem hoje de manhã quando recebeu aquela carta do Senhor das Trevas…”
 
Ansioso, Severus continuava a olhar por cima da cabeça dos alunos que passavam na esperança de encontrar Nerissa, “Pois, nem eu sei ao certo o que se passa com ela. Prometeu-me que me contaria tudo depois, mas nem foi à aula de Poções!”
 
“Ela faltou à aula!?” Quase guinchou Andromeda. Conhecia bem Nerissa, e sabia que ela não faltava às aulas por que razão fosse.
 
Antes de Severus ter aberto a boca para responder à jovem, uma voz masculina chamou atrás deles, “Andromeda!”
 
“Oh, é o Ted!...” Constatou ela, com as suas faces a ficarem subitamente rosadas, enquanto observava um jovem Hufflepuff que lhe acenava do lado de fora do Grande Hall, “Desculpa, Severus, eu tinha combinado com ele…”
 
“Não faz mal nenhum, vai lá.” Resmungou ele novamente, tentando decidir o faria a seguir.
 
“Se eu vir a Nerissa digo-lhe que estás à procura dela!” Gritou Andromeda por cima do seu ombro enquanto se juntava a Ted Tonks, no entanto Severus já não a ouviu.
 
Tinha detectado Raphael Ravenwood sentado na mesa dos Slytherin, rodeado do grupo dos Aprendizes, e já se estava a dirigir para ele, com toda a sua raiva a pulsar-lhe nas veias.
 
“Ravenwood, onde está a Nerissa?” Rosnou Severus mal alcançou o colega, puxando-lhe com força o ombro esquerdo, fazendo-o rodar no seu lugar para que o encarasse.
 
“E eu é que sei, Snape?” Riu-se surpreendido Raphael, enquanto se levantava, para fitar Severus nos olhos. Foi com arrogância que acrescentou, “Da última vez que eu e ela estivemos juntos, deixei-a no corredor da sala de Poções.”
 
“O que é que tu lhe fizeste, Ravenwood?” Rosnou mais alto o jovem, já a perder toda a sua racionalidade.
 
“Eu não lhe fiz nada… Mas bem que gostava de ter feito.” Riu-se novamente Raphael, mantendo a sua postura arrogante, e desafiando Severus com os seus olhos cor de safira, “Toda a gente sabe que a Nerissa é um desperdício nas tuas mãos, Snape. Só tu é que não admites!”
 
A raiva e o ódio calaram a voz de Severus ao possuí-lo. Por sua vontade teria enterrado o seu punho direito no rosto sorridente de Raphael, mas no entanto não se moveu.
 
Os restantes Aprendizes que assistiam à cena, rebentaram numa cascata de risos, liderados pelos guinchos histéricos de Bellatrix Black. Raphael continuava a fitar Severus, agora de braços cruzados num misto de gozo e desprezo.
 
“Tu não me desafies, Ravenwood…” Conseguiu finalmente vociferar Severus, tendo cada vez mais dificuldade de se conter. “Eu não tenho medo de ti!”
 
“E eu não tenho culpa que a tua namorada tenha fugido de ti, Snape!” Riu-se novamente Raphael com arrogância, extremamente divertido por estar a afectar tanto Severus. As gargalhadas dos Aprendizes regressaram, às quais, desta vez, se juntaram também algumas gargalhadas de outros Slytherins, e até de alguns Gryffindor na mesa imediatamente ao lado.
 
Essa foi a gota de água para Severus. Não ia deixar que gozassem com ele nem mais um segundo que fosse...
 
As gargalhadas morreram de uma vez, sendo substituídos por suspiros de espanto e medo quando o jovem meteu a sua mão direita dentro do seu manto dos Slytherin e retirou de lá a sua varinha. No segundo a seguir, a ponta da vara de madeira estava apontada ao peito de Raphael.
 
“Tu… Não… Me provoques…” Rosnou Severus gravemente, esforçando-se por não aplicar em Raphael uma maldição que ele mesmo tinha inventado, e que tinha o nome de Sectumsempra.
 
Os olhos cor de safira espelharam pela primeira vez o medo, e Severus soube que tinha ganho aquela disputa.
 
Baixando agora a sua varinha, e voltando a guardá-la no interior do manto, Severus virou costas aos Aprendizes, que tinham caído num silencio sepulcral que não se atreviam a quebrar. Apesar de satisfeito por ter conseguido impor respeito, Severus continuou a sentir-se desfeito por dentro: Continuava a desconhecer o paradeiro de Nerissa, tendo a certeza que algo de muito errado se tinha passado com ela.
 
Quando já estava a sair do Grande Hall, decidido a procurá-la em outro lado, uma luz iluminou-o quando se cruzou com um Slytherin do quinto ano que devia ter quase um metro e oitenta de altura. Era Evans Rosier.
 
Severus sabia que Nerisa poderia ter ido falar com ele naquela manhã, como havia feito com Raphael, e por isso chamou-o sem demoras, “Rosier!… A Nerissa foi falar contigo?”
 
O ruivo parecia confuso com aquela abordagem repentina, mas acabou por responder, “Sim, sim, foi. Mesmo há bocado…”
 
“E onde é que ela estava!?” Disparou Severus.
 
“Cruzámo-nos à saída da Torre das Corujas… Ela ia a sair e eu a entrar.” Gaguejou Rosier tentando explicar-se o melhor que conseguia, Ela já não deve estar lá… Mas porquê?”
 
Mas Severus não lhe deu resposta, já estava a correr a toda a velocidade na direcção da Torre das Corujas, rezando para que Nerissa ainda andasse lá por perto. Enquanto atravessava os corredores do castelo, o jovem tentou arranjar uma razão para Nerissa ter ido enviar uma carta a alguém… As únicas pessoas a quem escrevia eram o pai e Voldemort, e Severus não conseguia sequer imaginar a razão da urgência de uma carta para qualquer dos dois.
 
Tinha de ter acontecido alguma coisa…
 
À chegada à Torre das Corujas, Severus encontrou o lugar vazio, à excepção de cerca de uma dezena de corujas da escola que piavam descontraídas nos seus poleiros. Não havia sinais de ninguém na Torre, nem nos corredores circundantes.
 
“Onde é que tu estás, Nerissa?” Chamou Severus, com um nó a formar-se no seu peito e com a angústia a tomar posse dos seus raciocínios.
 
Quando Severus tomou a decisão de se dirigir à Sala Comum para continuar a sua busca, algo pequeno e ágil passou a voar diante da sua cabeça, assustando-o. O jovem olhou em todas as direcções, procurando por esse estranho objecto voador, mas tão depressa como tinha aparecido, tinha desaparecido.
 
Demorou dois segundos para Severus começar a sentir leves pancadas insistentes na sua cabeça. O jovem tentou afastar essa tal coisa que não conseguia ver, mas ela continuava a insistir, continuava a bater…
 
Parando por uns segundos, Severus preparou uma armadilha àquele objecto que não conseguia perceber o que era, e quando ele lhe voltou a bater na cabeça, as suas mãos prenderam-no. O jovem sentiu que aquilo que tinha apanhado era um pergaminho, e colocando-o agora diante dos seus olhos, viu que era um pequeno avião, dobrado num pequeno pedaço de pergaminho. Intrigado, Severus procurou algo no avião, que não sabia ao certo o que seria, e descobriu duas pequenas frases desenhadas a tinta negra numa das suas pequenas asas.
 
O coração de Severus parou de bater por momentos, na letra de Nerissa estava escrito com muito cuidado, «Preciso de ti. Tu sabes onde eu estou.»

 

 

* * *

Continua...

Bolas, não me lembro da última vez que postei tão 'cedo'. Mas o calor estava a matar-me... Eu estava completamente a ferver na cama, completamente a ficar maluca, e então tive de me levantar e vim aqui. Agradeçam ao calor por eu postar tão cedo! xD

 

Este capitulo foi um pouco maior do que era custume, mas também é para compensar tantos dias sem Fic, (três dias... mas ainda assim, dias a mais sem Fic, desculpem. --')

 

Espero que tenham gostado, quero saber opiniões x)

Loads of Kisses to All of You!

 

sinto-me: COM CALOR! x.x
música: O meu telemóvel a tocar... Ups!

publicado por Dreamer às 10:29

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11 comentários:
De a ana a 13 de Agosto de 2009 às 11:05
Obrigada senhor Calor +.+
*ana faz uma venia*
xD

É isso mesmo severus, vai-te a ele! xD
Tadinha da Nerissa x3
Eu adoro estes teus capitulos enormes +.+

Beijinho


De . a 13 de Agosto de 2009 às 11:23
Tão giro!
Bolas, rapariga, tens mesmo jeito. estou a ficar viciada na tua Fic.
Gostei da saída das "Coisas de raparigas"

Vai Severus, estamos contigo!

Gostei imenso deste capítulo!
Posta rápido! ah, e obrigada calor!

kiss's 2 u
 
Girl in the mirror


De Joanne a 13 de Agosto de 2009 às 14:04
O calor também me tirou da cama mais cedo! xD Obriada senhr calor ^^
Gostei muito da atitude do Severus, é assim mesmo. Estúpido esse Raphael --.
Mais!
Beijinho


De Sássára a 13 de Agosto de 2009 às 15:04
O Snape impôs respeito, olé!
Mas como será que a Nerissa está, depois de tirar aquela máscara de frieza?

Adoro-te <3


De - sara, a 13 de Agosto de 2009 às 18:16
Por mais estranho que pareça vou agradecer ao calor :b, fizeste alguma coisa de jeito, para variar xD

O capitulo esta perfeito  *-*

Fiquei curiosa para saber a continuação..

Posta depressaaa .

Beijoo


De Miss Blody a 13 de Agosto de 2009 às 18:57
Olá

O capitulo tá lindo. Quero saber o resto da história.

Espero que ponhas rápidamente o próximo capitulo.

Mordidelas Sangrentas


De Prongs a 14 de Agosto de 2009 às 00:13
O Snape é o senhor desespero xD
Está awesome como sempre ;)

beijinhos ^^


De NeziiWeasley™ a 14 de Agosto de 2009 às 11:12
Ai *____*
Um obrigada gigantesco! :)
Eu, que sou tão fã da maneira como escrevres, é tão bom ouvir elogios à minha fic xD
Tens razão, se calhar devo mesmo começar as fazer os capítulos maiores ^^
Credo, ainda são agora 11h00 da manhã, por isso acho que não vou conseguir dizer nada de muito produtivo...
Bem, obrigada mais uma vez :)
Talvez consiga postar o segundo capítulo, maior :P
xoxo 


De Maria a 14 de Agosto de 2009 às 13:37
Hi sweety! x)

Adorei a atitude de Severus...impôs respeito, ninguém tem o direito de gozar com ele...é muito superior a toda aquela gente...principalmente a Raphael! :D
Coitado, está completamete preocupado com Nerissa...mas espero que ele encontre a Nerissa para ficar a saber de tudo!

Quero mais, sim querida?
Beijocas muito grandes, dear!
:D


De Eloise a 16 de Agosto de 2009 às 13:13
1- ADORO O SLUGGY! TÃO CUTXI *-*
2- ODEIO O RAPHAEL >.< COISA NOJENTA!
3 - ONDE ESTÁS, NERISSA? :(
tou curiosaaaa.
beijinhos.


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Dreamer @ 23-02-2009
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