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Quarta-feira, 5 de Agosto de 2009

"Nerissa Gaunt" - Chap 26

 

Salazar's Inherance Trilogy 

Nerissa Gaunt
Capitulo Vigésimo Sexto 
  

 

‘Minha cara e bela Nerissa,
 
Sei que passou demasiado tempo desde a última vez que te escrevi, e por isso peço-te as minhas desculpas. Estive mais do que incomunicável nos últimos meses, a deambular pelo limite entre a vida e a morte. Desvendei segredos sobre as trevas mais profundas e fui mais longe do que qualquer outro na busca pela tão desejada imortalidade. Estou agora muito mais forte, e orgulho-me de dizer, invencível. Descobri todo um novo mundo de magia negra que espero partilhar contigo muito em breve, aquando do meu regresso, para o qual já não falta muito.
 
Há quatro anos atrás prometi-te que juntos reinaríamos o mundo da magia, e subjugaríamos todos os impuros de sangue… Oh, já falta tão pouco para esse dia! E como tal, espero que recomeces imediatamente o treino dos nossos Aprendizes, preparando-os já para a grande batalha que iremos travar contra todos os que se opuserem ao nosso reinado. Quero que ensines os nossos Aprendizes a matar, torturar e controlar a mente dos nossos opositores… Sim, estou a pedir-te que ensines aos mais pequenos as maravilhas das Maldições Imperdoáveis.
 
Em relação aos novos Aprendizes que se juntarão a nós este ano, deverás dirigir-te aos jovens Rabastan Lestrange e Raphael Ravenwood, que à semelhança dos pequenos Regulus e Bellatrix Black, se vão juntar a nós antes de cumprirem a meta dos quinze anos. Para além deles, o jovem Evans Rosier, do quinto ano, já foi contactado por mim em Setembro, e tem esperado somente pela tua palavra para se juntar a nós. Os três, Rabastan, Ravenwood e Rosier devem fazer parte já da primeira reunião e do primeiro treino que liderares.
 
Dar-te-ei mais indicações assim que regressar.
Desejo ardentemente poder ver-te em breve,
 
Lord Voldemort.’
 
Todo o corpo de Nerissa latejava fortemente. O ar teimava em não querer entrar nos seus pulmões. A sua visão estava a ficar turva e confusa… A jovem estava a entrar em pânico com o que acabara de ler.
 
Apesar de ter três novos Aprendizes, e de um deles ser Raphael Ravenwood, aquela carta tinha trazido noticias bem piores. Voldemort havia feito descobertas macabras de magia negra, e ainda sobre a imortalidade… A imortalidade. Será que Voldemort tinha mesmo descoberto uma maneira de fintar a morte?
 
Nerissa nunca tinha pensado nisto antes. Sempre achara que se as ambições de Voldemort se concretizassem, que iria existir alguém capaz de o travar… Ele teria de ser travado! Mas com estas novas descobertas que ele admitia ter feito, essa certeza que a jovem tinha tornou-se trémula. Quem iria travar um feiticeiro negro, o mais negro de todos, e ainda para mais, imortal?
 
Uma pequena figura negra moveu-se diante de Nerissa, e a jovem viu o enorme corvo levantar voo. Tinha cumprido a sua missão, e estava agora a regressar à guarda do seu dono, atravessando já uma das altas janelas do salão. O voo da ave despertou-a daquele pânico, lembrando-a que ainda estava no Grande Hall e que estava rodeada dos Aprendizes.
 
No entanto, a consciência de que tinha informações a dar àqueles que a observavam pacientemente e em silêncio, sumiu-se depressa.
 
Subitamente, e sem qualquer aviso, um estranho flash de luz muito branca atravessou a mente da jovem com uma força avassaladora. A desfocada e distorcida imagem que viu formar-se diante de si foi um enorme corvo negro a engolir uma serpente que se contorcia em agonia.
 
Aquela estranha visão veio acompanhada de uma dor de cabeça tão forte que Nerissa quase se sentiu desmaiar.
 
A jovem levantou-se depressa do seu lugar, tentando focar o espaço à sua volta e reconquistar a consciência. O corvo e a serpente tinham desaparecido e Nerissa estava novamente no Grande Hall, sendo observada agora não só pelos Aprendizes mas por grande parte da mesa dos Slytherin, que começava a murmurar curiosa.
 
A voz preocupada de Severus chegou até aos ouvidos de Nerissa como se o jovem em vez de estar ao seu lado, e agora até a ampará-la, estivesse a metros de distância. “O que se passa, Nerissa? Ficaste pálida de repente…”
 
A jovem sentia-se de facto muito fraca, como se aquela estranha visão tivesse arrancado de si todas as suas forças.
 
Dando de tudo por se acalmar, e para se manter de pé, Nerissa respirou fundo, e escolhendo ignorar a pergunta preocupada de Severus, usou o seu tom mais frio para dispensar os Aprendizes, “Parece que afinal sempre vão ter a acção que pediam. Encontramo-nos na Sala Comum esta noite, depois do jantar. Não quero faltas, e muito menos tolerarei atrasos.”
 
Os seis Aprendizes compreenderam a deixa da sua Mestre e levantaram-se dos seus lugares, fazendo por se encaminharem então para as suas primeiras aulas daquela Sexta-feira.
 
Só depois de ver Roldolphus afastar-se vitorioso, levando uma exageradamente entusiasmada Bellatrix pela mão, é que Nerissa se recordou de o chamar, “Rodolphus!”
 
Depois do jovem do sexto ano recuar uns passos relutantemente, Nerissa pediu-lhe com brusquidão, “Fala com o teu irmão. Ele é um de nós a partir deste momento… Sabes o que isso significa.”
 
O sorriso tresloucado que se formou no rosto de Rodolphus foi depressa acompanhado por um risinho histérico por parte de Bellatrix, que simulou ainda o que parecia ser uma dança de vitória, enquanto ambos se afastavam.
 
O corpo exausto de Nerissa caiu no banco, e a jovem só se manteve sentada porque Severus estava ali a ampará-la.
 
Ele já estava a entrar em pânico por não compreender o que a jovem estava a sentir, ou o que lhe tinha roubado as forças tão de repente. Estava inclusivamente pronto para gritar por Madam Pomfrey para que levassem Nerissa para a ala hospitalar. “O que é que se passa, Nerissa? Diz-me o que sentes… Tu não estás bem!”
 
“Não é nada, Severus…” Mentiu Nerissa, mexendo os lábios com dificuldade. A sua cabeça parecia uma bomba prestes a explodir, “Foi só uma dor de cabeça estranha.”
 
“É o Voldemort, não é?” Inquiriu ele, penteado os cabelos negros de Nerissa para trás para que a pudesse olhar nos olhos. As perguntas saíram da boca de Severus sem que ele pudesse travá-las. Sentia raiva por Voldemort deixar Nerissa naquele estado, e sentia também extrema impotência, por não ser capaz de fazer nada. “Ele escreveu alguma coisa que te deixou assim, não foi? Que barbaridade é que ele disse desta vez?... O que é que o Voldemort quer?”
 
De entre as mais graves coisas que Voldemort havia escrito, Nerissa escolheu contar a Severus apenas uma delas, para não o preocupar demasiado, “O Voldemort quer que eu comece a preparar os Aprendizes para matar.”
 
“Nerissa…” Murmurou-lhe de volta Severus, percebendo no momento que ela não lhe estava a contar tudo.
 
“Agora não tenho muito tempo para te contar tudo.” Descansou-o Nerissa, inspirando fundo e conseguindo levantar-se sozinha desta vez, e guardando o envelope de Voldemort dentro do seu manto dos Slytherin.
 
A dor de cabeça parecia estar a acalmar finalmente, e Nerissa começava a recuperar as forças e os sentidos que aquela visão lhe tinha roubado.
 
Severus continuava a observá-la de perto, prestando atenção a cada pequeno gesto de Nerissa, para se assegurar que ela estava mesmo a melhorar, e para tentar perceber pela sua expressão, o que teria Voldemort escrito naquele pedaço de pergaminho.
 
“Eu prometo que mais tarde te deixo ler a carta, Severus. E que te conto o que aconteceu há bocado, o que me causou esta dor de cabeça…” Garantiu Nerissa, agora já com um sorriso. Nunca ninguém se preocupara com ela como Severus se preocupava… E agora que pensava nisso, ninguém gostava tanto dela, como aquele jovem de cabelos negros compridos e nariz adunco.
 
A jovem não resistiu a deixar um beijo demorado no rosto de Severus, antes de se afastar dele, “Agora tenho de ir falar com o Evans Rosier e com o Raphael Ravenwood, eles também serão Aprendizes a partir de hoje.”
 
Severus levantou-se no mesmo segundo, sentindo já o sangue a correr-lhe forte nas veias, “Vais falar com o Raphael?! Eu vou contigo… Não me sinto bem sabendo que estás sozinha com ele.”
 
“Estás com cíumes, é?” Riu-se Nerissa, aproveitando aquele momento para brincar, e esquecer os dois acontecimentos críticos daquela manha: a carta de Voldemort e a visão.
 
“Sabes bem que não é nada disso!” Refilou Severus, corando ligeiramente. Apesar de sentir de facto alguns ciúmes do jovem moreno de olhos cor de safira, não era por isso que queria acompanhar Nerissa… E ela sabia-o perfeitamente, aliás, era a primeira a admitir que não se sentia bem quando Raphael estava por perto.
 
Nerissa aproveitou para desta vez fazer uma doce carícia no rosto de Severus, enquanto lhe dizia, “Eu sei que não é isso, mas desculpa-me, Severus. Há poucas coisas que prefiro fazer sozinha… E tu sabes que falar com um Aprendiz pela primeira vez é uma delas.”
 
“Sim, eu sei e compreendo. Mas mesmo assim… É do Raphael que estamos a falar!” Tentou insistir o jovem.
 
Encontramo-nos em Poções, Severus.” Continuou Nerissa sorrindo, fingindo nem ter ouvido aquela última parte.
 
“Claro que nos encontramos em Poções!” Suspirou ele atrapalhado, percebendo finalmente que não havia nada a fazer, e que Nerissa ia mesmo falar sozinha com aqueles dois novos Aprendizes.
 
“Nerissa…?” Chamou ele uma última vez, pegando na mão dela como todo o cuidado, como se se tratasse de uma boneca de porcelana.
 
Quando a jovem de cabelos negros lhe olhou fundo nos olhos, ele teve vontade de a tomar em seus braços e beijar os seus lábios, como teria feito se estivessem sozinhos. Queria poder gritar bem alto o quanto gostava dela!… Mas em pleno Grande Hall isso não era permitido.
 
“Sim, Severus?” Perguntou Nerissa, já adivinhando o que ia na cabeça do rapaz.
 
“… Não demores, por favor.” Pediu ele, soltando suavemente a mão da jovem.
 
“Seu tonto!” Riu-se ela enquanto se afastava, agradecendo a Merlin por ter Severus a seu lado. Se não fosse por ele, a jovem não teria coragem nem forças para fazer o que quer que fosse.
 
Era por acreditar num futuro feliz ao lado de Severus que Nerissa seguia em frente, confiante de que um dia todo aquele sofrimento teria um fim… e que a loucura de Voldemort seria travada.
 
Nerissa só esperava que aquilo que Voldemort havia descoberto na Albânia não o tornasse tão invencível como ele se dizia ser. E que em vez de o ter tornado mais forte, tivesse em vez disso criado um ponto fraco, por onde a pessoa responsável de o travar, o conseguisse atingir.
 
* * *
Continua...
Antes de mais, queria fazer publicidade ao blog de Música da minha • Sara, "I'm a Music Lover", com um conceito bastante original onde ela vai fazendo biografias bastante detalhadas e uteis de várias bandas votadas por vocês. Querem saber algo mais sobre uma banda? É só clicar, votar e esperar x) Não deixem de passar por lá ^^
 
Em relação a este capitulo... Reconheço que acontece muita coisa de repente... e atenção, que até os mais pequenos pormenores vão ser importantissimos para a continuação desta Fic. Existem coisas que não vão perceber já, mas eu prometo que com o desenrolar dos acontecimentos vão perceber x)
 
Preciso de opiniões, até das mais curtas e simples, e principalemente dos fantasminhas que sei que andam por aí e raramente comentam xD Eu já vos disse, e volto a dizer: Eu não mordo a ninguém xD
 
Loads of Kisses to All of You!
 
sinto-me: M**** de Escaldão --'
música: Cães a Ladrar xD

publicado por Dreamer às 18:37

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De a ana a 5 de Agosto de 2009 às 20:08
Eu adoro a tua maneira de escrever a tua imaginaçao é fantastica. Por isso só poderia dar um bom resultado .)

a tua Fic fasciname querida *.*
Beijinhoo


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