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Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

"Nerissa Gaunt" - Chap 17

 

Salazar's Inherance Trilogy 

Nerissa Gaunt
Capitulo Décimo Sétimo
 
 
“Aconteceu alguma coisa ao meu pai?” Foi a única coisa que Nerissa conseguiu perguntar a Voldemort ao olhá-lo através das chamas verdes. Temia demasiado o que ele lhe fosse dizer… o facto de a estar a contactar de uma forma tão arriscada podia querer dizer que se tratava de uma urgência… e de facto, apesar de tudo, Nerissa temia bastante perder o pai que era já de idade tão avançada.
 
“Não, minha bela Nerissa,” Reconfortou-a Voldemort com o seu tom frio e esquivo, já tão característico dele. Os seus olhos, que agora ardiam em chamas verdes, estavam cheios de interesse perfurando a rapariga, “Descansa. O teu pai está bastante bem, aliás… Não tens com o que te preocupar.”
 
“Então porque me contactas assim?” Perguntou ela a medo, levantando-se finalmente do sofá para se dirigir as chamas frias, ao aperceber-se que continuava demasiado próxima de Severus, “É perigoso, pode denunciar-nos…”
 
“Nada temas, ninguém nos interromperá.” Voldemort disse-lhe simplesmente, olhando pela primeira vez para Severus, e lançando-lhe um olhar cortante.
 
Para tentar salvaguardar o rapaz de um confronto desagradável com o homem, Nerissa decidiu tomar a palavra, esperando ardentemente que ele seguisse a sua deixa e saísse daquela divisão, “O Severus estava já de saída…”
 
“Não, não, de modo algum. Ele pode ficar.” Interrompeu-a depressa Voldemort com um sorriso estranho que lhe distorcia as feições, continuando depois com um tom desafiante, E digo isto no sentido permanente, minha bela. Se tu e Severus desejarem, ele poderá juntar-se a nós… Disse-lhe isso no inicio do ano passado, suponho que ele não se tenha esquecido.”
 
O rapaz tomou pela primeira vez a palavra, algo vacilante, avançando para a lareira também, “Não me esqueci… Mestre.”
 
Havia-se feito luz dentro da mente de Severus. O rapaz apercebeu-se que se se juntasse aos Aprendizes de Devoradores da Morte, o dito círculo de confiança de Voldemort, poderia estar a tempo inteiro ao lado de Nerissa sem ser questionado. Poderia ajudá-la, conforta-la e apoiá-la sempre que necessário… e jamais teria de abandoná-la.
 
“Nunca! Nem pensar!” Gritou Nerissa num impulso, demasiado assustada para se conseguir conter.
 
Não queria arrastar Severus consigo, essa sempre tinha sido a sua mais preciosa prioridade. Preservar o rapaz, mantê-lo a salvo, a uma boa distancia daquele pesadelo… mas agora ele parecia ter-se atirado de livre vontade para dentro do poço negro que era viver sendo controlado por Voldemort.
 
“Ele é demasiado novo…” Começou Nerissa a tentar arranjar argumentos que fizessem o homem reconsiderar o que havia dito. Os outros já sabem muito mais do que ele, estaria a atrasar-nos muitíssimo se viesse juntar-se a nós neste momento!”
 
A voz de Voldemort soou ainda mais fria e provocadora, como se soubesse exactamente a preocupação que ardia no peito da rapariga, “A decisão não é tua, minha Nerissa. É do rapaz.”
 
Os olhos negros assustados da rapariga voaram de imediato para Severus, implorando-lhe em silêncio que ele não cometesse tal loucura. Mas o rapaz estava fixo na figura ardente de Voldemort. Severus já tinha tomado a sua decisão, faria o que fosse preciso para não ter de abandonar Nerissa nem mais um dia.
 
“Estarei ao vosso lado… Minha Senhora.” Falou ele, com a voz a arranhar-lhe a garganta. Uma dor lancinante trespassou-lhe o peito por saber o sofrimento que estava provocar na rapariga que o olhava incrédula. Mas mesmo assim ele continuou, tratando-a como se ela fosse uma autêntica rainha, tentando imitar o comportamento de Lucius que ela havia descrito há tão pouco tempo, “Auxiliar-vos-ei em tudo o que estiver em meu alcance. E a seu tempo, quando eu estiver preparado, juntar-me-ei aos outros.”
 
“Vês, minha bela? O rapaz tem garra!…” Riu-se Voldemort novamente, fazendo Nerissa arrepiar-se enquanto o seu coração apertava demasiado. Sem parecer reparar que os olhos da rapariga se haviam enchido de lágrimas, o homem continuou, “Talvez Severus se possa juntar a ti quando outros o fizerem também.”
 
“De quem falas?!” Gaguejou Nerissa confusa e muito assustada ao mesmo tempo. Sabia dos planos que Voldemort tinha para recrutar novos aprendizes em Hogwrats, mas não contava que tal fosse acontecer brevemente… E recusava-se a aceitar que Severus estivesse entre eles.
 
Era sabido que Macnair, Crabbe, e Goyle completariam o sétimo ano de escolaridade e que no ano seguinte não regressariam a Hogwarts, mas Lucius, Alecto, Crouch Junior e Nott ainda estavam no sexto ano! Nerissa não só não precisava da companhia daqueles jovens loucos, como dispensava o ajuntamento de mais como eles!
 
“Chegámos ao assunto do qual eu te queria falar.” Soou grave a voz de Voldemort, fazendo os joelhos da rapariga estremecer. Um mau pressentimento assolou-a, “Surgiu uma excelente oportunidade para mim. Uma hipótese de viajar para a Albânia e conhecer mais sobre as nobres Artes Negras… Partirei ainda esta madrugada, e não sei quanto tempo estarei fora, mas calculo que sejam pelo menos dois anos…”
 
“Estarás dois anos afastado de nós?” Repetiu ela, só para ter a certeza que os seus ouvidos não a tinham enganado. Apesar de a distancia física não mudar nada na sua situação, Nerissa ficava aliviada só de pensar que passaria dois Verões sozinha com o seu pai, sem ter de suportar a presença constante de Voldemort.
 
“Sim, dois anos no mínimo, lamentavelmente…” Confirmou-lhe ele, avançando presumidamente, “Como entretanto em dois anos os nossos fiéis servos que tens em Hogwarts a teu lado finalizarão os seus estudos, ficarás sozinha. Para que tal não aconteça, minha adorada, venho agora comunicar-te uma nova lista de nomes… Jovens estudantes com os quais aconselho que te relaciones no futuro, e que provavelmente se juntarão a nós se assim desejares.”
 
A rapariga teve de engolir em seco para conseguir responder, a raiva e o ódio pulsavam fortes nas suas veias e faziam parecer a sua cabeça uma bomba prestes a explodir. “E quem são eles… os futuros Aprendizes?”
 
O desdém era nítido no olhar de Voldemort, os leus lábios curvavam-se ligeiramente num dos cantos, numa expressão divertida. Quando falou, limitou-se a ditar os nomes, e observar a reacção de Nerissa a cada um deles, “Rodolphus Lestrange e o seu irmão Rabastan. As três irmãs Black, Andromeda, Narcisa e Bellatrix. Matheus Mulciber. Raphael Ravenwood. Evans Rosier. E Augustus Avery.”
 
Enquanto a rapariga se manteve inexpressiva a todos os nomes, mesmo ao de Raphael Ravenwood, um rapaz do segundo ano que passava a vida a tentar conquistá-la, Severus agitou-se confuso.
 
De todos os nomes, aquele que menos compreendia era o de Avery, um grande amigo infância seu. Apesar de se ter afastado dele logo no primeiro ano em Hogwrats, continuava a conhecê-lo bastante bem e não compreendia como é que ele se poderia vir a integrar num grupo de revolucionários assassinos.
 
Sabendo que ousava demasiado, Severus arriscou perguntar, “Qual foi o seu critério de escolha, Mestre?”
 
“Ora, ora, meu caro Severus,” Riu-se Voldemort com desprezo, “Todos pertencem a famílias antigas, grandes entusiastas de Slytherin! Se chegarem a casa a dizer aos seus queridos pais que se juntaram a mim, haverão festejos, e manifestações de orgulho, e nunca proibições ou insultos…”
 
Depois, a figura ardente em chamas verdes voltou os seus olhos perturbadores para Nerissa, falando-lhe como se Severus não estivesse ali, “Estas famílias esperam pelo mesmo que eu e tu esperamos há tanto tempo, minha Nerissa… Querem que seja feita justiça no Mundo Mágico, que os sangues-de-lama, e os traidores de sangue sejam devolvidos à insignificância.”
 
“Farei como dizes…” Murmurou ela desgostosa, mantendo firme a máscara que montava nestas ocasiões. Continuou o seu discurso como se o seu coração não lhe implorasse que fugisse dali, “Aproximar-me-ei desses que nomeaste, e aos poucos tenho a certeza que se juntarão a nós.”
 
A voz de Voldemort resumiu-se a um murmúrio, cheio daquela estranha e perturbadora sedução com a qual ele gostava provocar Nerissa, “Não tenho qualquer dúvida, minha bela.”
 
A rapariga encolheu-se ligeiramente. O homem podia não estar ali diante dela fisicamente, mas a sua impertinência continuava a enjoá-la.
 
Depois Voldemort falou mais alto, agora despedindo-se de ambos com um tom bastante irónico e arrogante, “Lamento não poder continuar na vossa presença, mas tenho de me apressar. Ainda tenho muitos assuntos a tratar antes de partir. Contactar-vos-ei por carta quando me for oportuno e então dar-te-ei mais instruções, Nerissa… Até ao meu regresso.”
 
Os dois alunos nem sequer tiveram tempo para dizer o que quer que fosse, a figura verde ardente de Voldemort já tinha desaparecido, novamente num forte crepitar. Tão depressa como tinha aparecido, desapareceu, e as chamas verdes frias foram substituídas por outras vermelhas, laranjas e amarelas bem quentes.
 
Um silêncio estranho e muito pesado abateu-se sobre Severus e Nerissa. Demasiada coisa tinha acontecido naquela conversa com Voldemort. Muitas coisas que pareciam simples, complicaram-se exponencialmente e tornaram-se mais sombrias. Nem um, nem outro sabiam o que dizer. Estavam a sentir demasiados sentimentos ao mesmo tempo… demasiados sentimentos maus.

 

* * * 

Continua...

E este foi mais um capitulo. Vim postá-lo a correr, porque tenho de ir já trabalhar. Hoje posso ter começado mal o dia, mas estou num momento de particular bom humor e decidi vir aqui deixar-vos este presente x)

 

Loads of Kisses to All of You!

 
sinto-me: Na boa!... xD
música: The Cure - Boys Don't Cry

publicado por Dreamer às 19:18

link do post | favorito

De KellysPimenta a 15 de Julho de 2009 às 10:30
olaaaaaa

o voldmort mete tanto nojo , coitada da nerissa..

o severus vai juntar -se a eles por causa de nerissa , so para a proteger...
kusses

e posta mais quando puderes


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