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Sexta-feira, 1 de Maio de 2009

"Nerissa Gaunt" - Chap 14

Olá meus amores x)

 

Esta está a ser uma semana cheia de emoções, sem dúvida. Acontece um pouco de tudo, tanto de bom como de mau... Muitas surpresas boas, e outras mesmo más, mas a vida é mesmo assim. Lá mais para a noite faço-vos um resumé de tudo o que me está a acontecer, porque neste momento nem sei por onde começar.

 

Agora vou já a correr deixar o capitulo porque já há que tempos que não faço isso, e vocês já devem andar chateados comigo por andar tão desaparecida :x

 

Enjoy the Chapter!

Author's Note: Vão notar que em relação ao último capitulo, que se passou no primeiro dia de Setembro, existe um desfasamento para este, que se passa no Abril a seguir ^^

 

* * *

Salazar's Inherance Trilogy 

Nerissa Gaunt
Capitulo Décimo Quarto

 

 

Aquela tarde estava fria demais para um final de Abril. As nuvens cobriam o Sol quase por completo, e havia-se levantado uma brisa fria que obrigava quem quer que se aventurasse pelos campos do Castelo de Hogwarts a usar pesados agasalhos.
 
Esse era o caso de sete grandes figuras que corriam na direcção da Floresta Proibida, lideradas por uma figura mais pequena que já tinha alcançado a orla das grandes árvores. Esperavam não ser vistos por aluno algum… mas principalmente por professores. O que estavam prestes a fazer era proibido… Não, era mais do que isso. Era um Crime.
 
Nerissa era quem liderava aquele grupo de sete futuros Devoradores da Morte. Tinha sido ordenada pelo próprio Lord Voldemort a treinar aqueles sete estudantes, a ensinar-lhes tudo o que o Senhor das Trevas lhe tinha ensinado a ela… Tinha sido encarregada de os preparar para melhor servirem o seu mestre no futuro… Claro que Nerissa não se sentia minimamente confortável com esta situação, mas não lhe restavam escolhas. Pagaria bem caro se não satisfizesse a vontade de Voldemort.
 
Quando já todos se encontravam abrigados pelas sombras negras da floresta, abrandaram a sua marcha, até alcançarem uma pequena clareira, onde tinham a protecção de uma grande rocha disforme que já se tinha tornado o marco para aqueles encontros.
 
Nerissa olhou para trás de si, por cima do seu ombro, à medida que os jovens estudantes a iam alcançando. O primeiro a chegar foi Lucius Malfoy, com o seu cabelo loiro quase branco a brilhar no meio das sombras. Logo atrás dele surgiram Alecto Carrow e Barty Crouch Junior que vinham a trocar palavras com olhares interesseiros e maliciosos. Walden Macnair vinha logo atrás deles, de expressão carrancuda revelando muita má disposição. Na cauda do grupo vinham Vicent Crabbe, Gregory Goyle e Theodore Nott, os mais calados e reservados, mas ainda assim muito rudes.
 
Já nenhuma destas figuras tinha o poder de perturbar ou intimidar Nerissa, a rapariga tinha aprendido a lidar com eles, e a habituar-se à forma como a tratavam: com muita falta de respeito.
 
Ao ver que já todos se lhe tinham juntado, Nerissa acabou por subir a uma pequena parte daquela rocha, procurando falar olhos nos olhos com todos os sete.
 
Como tantas vezes já tinha feito nos últimos meses, colocou uma máscara de uma personalidade fria e maliciosa, antes de começar a falar:
 
“Como já devem ter percebido, o Senhor das Trevas contactou-me novamente esta manhã através de uma carta.” Essa era outra situação desagradável à qual Nerissa já se tinha habituado… Aliás, tudo naquela perturbadora e repugnante rotina já se tinha tornado banal para a rapariga, “O vosso mestre quer ter a certeza que todos sairão de Hogwarts aptos a praticar as três Maldições Imperdoáveis… Pelas suas palavras, «Será o mínimo que terão de saber para se juntarem aos primeiros Devoradores da Morte.»”
 
Os sete estudantes entreolharam-se, e logo Alecto se aventurou a ripostar, muito cheia de si, “Todos nós sabemos as três Maldições Imperdoáveis… Todos nós já as praticámos!”
 
Depressa Barty Crouch Junior se juntou a ela, “Não vejo necessidade nenhuma de estarmos a perder tempo com isto! Não somos nenhumas crianças como tu, ó miúda!”
 
Preferindo fingir que não tinha ouvido a intervenção de Crouch, Nerissa apressou-se a responder, sem nunca perder a sua fingida postura arrogante, “O Senhor das Trevas parece ter razões para duvidar que saibam as Maldições. Portanto só terão de me mostrar que as sabem, para que eu o possa comunicar a Ele.”
 
“Eu já matei o gato da minha vizinha durante a noite com a Maldição da Morte, se queres saber.” Soou rouca a voz brusca de Macnair.
 
“E eu fiz com que um cão atacasse os seus donos, dois muggles que o estavam a passear, com a Maldição Imperius!” Informou Alecto muito convencida, enquanto empinava o seu nariz.
 
“Eu já castiguei o meu elfo doméstico com a Maldição Cruciatus.” Quase gritou Crouch, rindo orgulhoso.
 
Nerissa, que já estava a sentir náuseas por os ouvir a vangloriarem-se das coisas terríveis que haviam cometido, fez a sua voz sobrepor-se à dos outros, antes que Nott dissesse o que tinha feito, “Ainda bem que todos já sabem pelo menos uma das Maldições… Tornará tudo muito mais fácil e rápido. Mas agora, vamos ao trabalho.”
 
Como era óbvio, não praticariam as Maldições Imperdoáveis uns nos outros, teriam de ter outros alvos vivos para o fazer.
 
Com bastante desgosto, Nerissa indicou-lhes que praticassem as maldições em aranhas, que pareciam proliferar naquela zona… Apesar de serem apenas aranhas, a rapariga sentia-se mal pela ordem que lhes dera, afinal não passavam de insectos indefesos que acabariam por morrer de formas terríveis.
 
Cada um dos aspirantes a Devoradores da Morte teria de agrupar três aranhas, e praticar nelas cada uma das Maldições Imperdoáveis, levando os insectos à morte.
 
O primeiro foi Lucius, que com uma postura muito séria, não demorou mais do que dois minutos a terminar a tarefa com bastante sucesso. Depois seguiram-se Crouch e Macnair que, apesar de terem demorado mais tempo a conseguir concentrar-se, executaram as três maldições correctamente.
 
Alecto revelou dificuldade a executar a maldição Cruciatus, o que não escapou aos outros que não demoraram a gozar com ela.
 
“A Cruciatus nunca foi o teu forte, não é verdade Alecto?” Riu-se Crouch, gozando com a jovem. A vez em que Nerissa havia infligido aquela maldição em Alecto fora muitas vezes recordada ao longo do ano. Era sempre com o objectivo de fazer pouco da jovem de dezasseis anos, que se deixou amaldiçoar por uma menina de doze.
 
A seguir a Alecto foi a vez de Nott, e depois Goyle. Os dois apesar de terem tido alguma dificuldade, principalmente com a Maldição da Morte, conseguiram aniquilar as suas aranhas.
 
Por último foi a vez de Crabbe. O jovem apontou nervosamente a sua varinha a primeira das suas aranhas semi-cerrando os olhos em concentração. Antes mesmo de ele declamar a primeira maldição, Nerissa percebeu que algo iria correr muito mal.
 
Com a sua voz a tremer, Crabbe pronunciou atrapalhado, “Crucia… tatus!”
 
Um jacto de luz vermelha saiu da sua varinha, fazendo ricochete para trás e atingindo Crabbe em cheio no peito. O jovem foi projectado dois metros no ar, caindo de costas por cima de raízes salientes na terra. Automaticamente perdeu a consciência, ficando com o seu rosto lívido e o corpo muito hirto.
 
O grupo rebentou em gargalhadas, gozando abertamente com o jovem desmaiado na terra. Só Nerissa e Lucius lhe acorreram preocupados, ajoelhando-se ao lado do seu corpo inerte.
 
“O que raios aconteceu!?” Gaguejou Lucius assustado, pegando na sua própria varinha e tentando medir a pulsação do colega ao mesmo tempo. “Ele está no sétimo ano, como é que ele não sabe pronunciar a maldição?”
 
“Afasta-te Lucius…” Pediu Nerissa muito depressa, já com a sua varinha apontada ao coração de Crabbe, “Ele não está a respirar, preciso de aplicar um contra-feitiço.”
 
Antes de ter começado a ensinar àqueles futuros Devoradores da Morte todos os feitiços perigosos, e de magia negra que Voldemort lhe tinha transmitido a ela, Nerissa havia passado semanas na biblioteca de Hogwarts, aprendendo tantos feitiços medicinais, e contra-feitiços de graves maldições quanto possível. Quando jovens tentam brincar com magia demasiado poderosa e perigosa, há sempre alguém que sai magoado… muito magoado.
 
Depois de pronunciar o contra-feitiço, o rosto de Crabbe começou a recuperar o seu tom rosado original, e o seu peito voltou a subir e a descer suavemente, indicando que ele voltara a respirar.
 
Lucius suspirou aliviado, enquanto um pequeno sorriso brotou nos lábios de Nerissa: aquela era a primeira boa acção que fazia desde que tinha começado a acatar ordens de Voldemort. Pela primeira vez sentiu-se feliz por estar ali… Se assim não fosse, Crabbe teria provavelmente morrido.
 
Atrás deles, os outros continuavam a rir estridentemente, “Como é que aquele idiota conseguiu chegar ao sétimo ano de Hogwarts!? Que besta ignorante é que não sabe pronunciar algo tão simples!?”
 
Á medida que Crabbe recuperava os sentidos, Lucius e Nerissa ajudaram-no a levantar-se. O pobre coitado estava com um olhar tão confuso que provavelmente estava a ter dificuldade em recordar o que se tinha passado.
 
“Estás bem, Crabbe?” Perguntou-lhe Nerissa em surdina, tentando ignorar o riso histérico de Alecto e as gargalhadas profundas de MacNair.
 
“Acho… Acho que sim.”Murmurou Crabbe, ainda tentando manter os olhos abertos, “Eu falhei, não foi? Enganei-me…”
 
“Claro que te enganaste, meu idiota!” Ralhou Lucius, extremamente preocupado, “Se não sabias pronunciar o feitiço, nem sequer tentavas!”
 
“Porque não me disseste, Crabbe?” Perguntou Nerissa calmamente, a medida que iam regressando ao grupo que ainda ria, “Eu ensinava-te, é bastante simples…”
 
“Teriam gozado comigo…” Disse o jovem, encolhendo-se envergonhado, “Achei que se tentasse, que conseguia… Não pensei que algo pudesse correr mal.”
 
“No entanto, quase te mataste!” Intrometeu-se Crouch, soltando uma gargalhada logo a seguir. O resto do grupo continuou a rir, estando MacNair e Alecto já agarrados às suas próprias barrigas.
 
“CHEGA!” Gritou Nerissa gravemente, acima de todas as outras vozes, “O que se passou aqui foi muito grave. Se o meu contra-feitiço não tivesse funcionado, o Crabbe teria morrido, e as nossas actividades teriam sido descobertas! Colocámos em risco tudo o que o Senhor das Trevas tem construído nestes últimos anos… Queriam ser responsáveis por isso? Por exporem o vosso mestre?”
 
As gargalhadas dos cinco cessaram de uma vez. E todos ganharam uma expressão bastante grave, apercebendo-se do que poderia ter acontecido. Como ninguém se atreveu a falar, Nerissa continuou.
 
“Dentro dos Devoradores da Morte não pode haver rivalidades. Todos têm mesmo mestre, todos o servem com o mesmo objectivo… Quando nos revelarmos, todo o Mundo Mágico estará contra nós. Temos de nos unir! Não podemos ser um poço de rivalidades, temos de ser… uma família.”
 
Sete pares de olhos encararam Nerissa estupefactos, foi como se aqueles jovens a estivessem a ver pela primeira vez.
 
Todos os que se tinham rido de Crabbe, e que tinham gozado com ele, murmuraram um quase imperceptível pedido de desculpas. Nerissa soube que a partir desse momento, seria muito mais respeitada do que até então.
 
Após um longo momento de silêncio em que Alecto, Crouch, Macnair, Not e Goyle fixaram os seus olhos o chão nervosamente, Nerissa falou, “Quero que este momento vos sirva de exemplo… Estamos a enredar por um caminho no qual só nos temos uns aos outros, tem de haver entreajuda,” E depois olhando seriamente para Crabbe acrescentou, “E não pode haver vergonhas… Se não formos sinceros uns com os outros, estaremos perdidos.”
 
Crabbe baixou a sua cabeça envergonhado, ainda apoiado em Lucius, incapaz de conseguir-se ter de pé sozinho.
 
“Agora vão,” Despediu-se Nerissa solenemente, “Dou o treino de hoje por terminado. Encontramo-nos depois do jantar na Sala Comum.”
 
O grupo começou a dispersar, regressando ao interior quente do Castelo de Hogwarts. Nerissa deixou-se ficar para trás, para se acalmar. Tinha o coração a bater violentamente. Só agora, sozinha, se apercebia da dimensão da gravidade do que se tinha passado naquela clareira. No entanto não teve tempo para cair em si, porque alguém tinha ficado para trás também… Nerissa só se apercebeu quem era quando ouviu o seu tom solene:
 
“Posso falar-vos?” Os olhos cinzentos e frios de Lucius estavam presos aos de Nerissa.
 
A rapariga sentiu-se intimidada com o seu tom, mas ainda assim tentou permanecer com a mesma frieza que usava para se dirigir a qualquer um dos sete. “Claro que podes, Lucius… O que se passa?”
 
Ao começar a falar, Lucius fez uma vénia, o que assustou Nerissa de morte, “Minha Senhora, nestas últimas férias da Páscoa tive a honra de receber o Senhor das Trevas em minha casa, como sabeis.”
 
Nunca ninguém tinha tratado Nerissa como «Minha Senhora», muito menos tinha feito uma vénia, ou mostrado tamanho respeito diante de si… A rapariga arrepiou-se temendo o objectivo daquela conversa. “Sei sim, Lucius… Mas porque me falas agora disso?”
 
E então, Lucius deu-lhe a resposta que Nerissa mais temia, “O Senhor das Trevas confiou-me as vossas origens, Minha Senhora… Só eu, de todos os Devoradores da Morte, conheço a vossa verdade. Sei a verdadeira razão pela qual fostes escolhida para nos comandar aqui em Hogwarts, em vez de qualquer outro de nós.”
 
E dito isto, Lucius ajoelhou-se perante os pés de Nerissa, de cabeça baixa, prestando-lhe honras como se ela se tratasse de uma Rainha.
 
Nerissa não foi capaz de responder ou de reagir. Foi como se o seu coração tivesse parado, não tinha como conseguir respirar… Tinha começado, tinha finalmente começado aquilo que ela mais temia, o que mais a repugnava…
 
“Quero pedir-vos desculpa pela minha impertinência para convosco, Minha Senhora.” Continuou ele sem levantar o seu olhar, “Jamais poderia desconfiar que vos corresse nas veias o sangue de Slytherin… Imploro-vos perdão por ter duvidado de vós.”
 
Nerissa teve de controlar a sua respiração para não berrar angustiada, e de conter as suas emoções para não começar a chorar de desespero… Após breves segundos de concentração, a rapariga conseguiu que a sua voz soasse altiva e solene:
 
“Ergue-te, Lucius…” Assim que ele cumpriu o seu comando, Nerissa inspirou fundo, e continuou, “Eu não espero que me tratem e que me respeitem como ao Senhor das Trevas. É a ele que devem a vossa lealdade e não a mim… Não vos revelei as minhas origens precisamente por isso.”
 
“Mas Minha Senhora,” Continuou a voz fria Lucius, arrepiando Nerissa de morte, “O Senhor das Trevas disse-me precisamente o oposto… que deveríamos respeitar-vos a ambos de igual forma…”
 
“Não!” Quase gritou Nerissa aflita. A ideia de ter sete jovens a tratá-la como tratam Voldemort assustava-a demasiado. A sua mente disparou, arranjando desculpas para que tal não acontecesse, Não deves fazer tal coisa dentro desta escola, ou perante qualquer pessoa! Levantarias demasiadas suspeitas, colocarias em risco os planos do Senhor das Trevas… Ninguém pode saber quem eu sou, Lucius…”
 
“Se é esse o vosso desejo, Minha Senhora, assim o farei.” Respondeu-lhe Lucius, fazendo uma nova vénia. “Ainda assim, peço-lhe perdão pela minha impertinência para convosco no passado.”
 
A rapariga teve de engolir em seco mais uma vez para conseguir responder. Só queria que aquele momento constrangedor terminasse, “Estás perdoado, Lucius… Mas agora vamos, não devemos atrasarmo-nos para o jantar, levantaremos suspeitas.”
 
“Sois misericordiosa, Senhora…” Agradeceu Lucius, acentuando a vénia, “Ser-vos-ei para sempre fiel.”
 
Sem saber ao certo o que fazer, Nerissa murmurou atrapalhada, “Vamos embora, então.” E recomeçou a sua marcha apressada pela Floresta Proibida, de volta ao Castelo de Hogwarts, sempre com Lucius a pairar atrás de si, como abutre.
 
Estava desejosa de poder estar novamente com Severus que não via desde a hora de almoço. Queria tanto falar com ele, sentir o conforto de estar perto dele…
 
O rapaz não tinha sido autorizado pelo Senhor das Trevas a estar presente naquelas reuniões e treinos. Até Nerissa preferia que ele se mantivesse afastado, pelo menos não ele tomaria parte naquela loucura… Estar com Severus significaria sempre estar afastada de Voldemort e seus seguidores... Afastada do pesadelo em que se tinha tornado a sua vida.
 
* * *
Continua...
Espero honestamente que tenham gostado. E espero também que deixem as vossas opiniões! Queria aproveitar também para pedir desculpas por andar tão desaparecida ultimamente... Já não me lembro da última vez que tive tempo para visitar os vossos blogs, e a verdade é que tão cedo não terei tempo para o fazer. A época das frequências está a chegar e eu tenho três calhamaços de Sociologia Urbana e um de Estruturas para decorar... Oba, oba! Que bom. --'

 

Desejem-me sorte!

Loads of Kisses to All of You! 

 

sinto-me: Inside a surrealist painting.
música: Finger Eleven - Thousand Mile Wish

publicado por Dreamer às 10:07

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6 comentários:
De Eloise a 1 de Maio de 2009 às 11:38
Primeiro de tudo, desculpa por só agora me actualizar, mas o tempo nem sempre me permite vir cá --' actualizei-me, e estou a adorar! Pobre Nerissa, a liderar aqueles nojentos :O E o Voldie causa TANTA repulsa!! ela é mesmo forte! o que lhe resta são os preciosos momentos com o Sev *_* quero mais :D
beijinhos, e boa sorte ^^


De Maria a 1 de Maio de 2009 às 14:41
Hallo querida! ^^

A tarefa de Nerissa está cada vez a complicar-se mais e mais...
Mas ela tem uma enorme força e consegue manter-se firme...e com a ajuda de Severus ela vai conseguir ultrapassar isso tudo!
^_^
Boa sorte para as frequências e espero que corra tudo bem!

Ficarei à espera do próximo capítulo!
Kiss muito grande, querida!
xD


De Sássára a 1 de Maio de 2009 às 17:13
Uh, este capítulo foi mesmo muito interessante! A Nerissa é tão forte que até me arrepia, eu acho que não conseguia tomar aquele papel que ela toma...

Beijinhos, gosto muito de ti <3


De Joanne a 1 de Maio de 2009 às 23:36
Pobre Nerissa. Ela tem mesmo um grande estômago para aguentar tudo isto. É horrivel ter de viver uma mentira, agir como se fossemos outra pessoa, nao poder ser quem nós somos verdadeiramente. E tu mostras isso muito bem na fic. Está cada vez melhor!

Ler esta fic é uma terapia, acredita ^^
Quero maaaais ^^
E boa sorte para as frequencias, vais conseguir!
Beijinhos


De Sii '' a 2 de Maio de 2009 às 01:40
Finalmente actualizei-me

Bem a Nerissa e muito mais forte do que ela pensa...

Eu estou a amar esta fic ^^ Esta tao linda e taoooo bem escrita^^

jinhu''
Si


De Prongs a 9 de Maio de 2009 às 10:53
uau estive tanto tempo sem comentar :\
heyna a Nerissa está mesmo diferente :o
quero o próximo está bem? :)

beijinhos ^^


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Dreamer @ 23-02-2009
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