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Terça-feira, 21 de Abril de 2009

"Nerissa Gaunt" - Chap 13

Olá meus amores x)

 

Pelo avançado da hora, não vou dizer grande coisa por aqui. Somente deixo a aviso que tenho noticias fantásticas xD Mas.... não direi nada até fazer um post em grande no meu blog pessoal, o que espero que aconteça mutito em breve x) Quem fala comigo com mais frequencia pelo msn já sabe de que se trata... *--*

 

Mas não digo mais! Roam-se de curiosidade! xD

Enjoy the Chapter! ^^

 

* * *

Salazar's Inherance Trilogy 

Nerissa Gaunt
Capitulo Décimo Terceiro

 

 

 
Ambos permaneceram sozinhos naquela cabine, confortando-se um ao outro, trocando carícias das quais tinham sentido tanta saudade.
 
Lentamente o choro de Nerissa foi abrandando, mas a determinação dentro do peito de Severus continuava a crescer e a pulsar fortemente. Já não lhe saía da mente a ideia de crescer o mais depressa possível, conhecer a fundo a Magia Negra e tornar-se um grande feiticeiro… Agora o objectivo não era só orgulhar Eileen, sua mãe, era também salvar Nerissa, sua amada.
 
Nos primeiros minutos da viagem, ambos estavam sozinhos dentro daquele compartimento, aproveitando para matar saudades do tempo que passaram separados… Mas para desagrado de Severus, foram interrompidos por uma rapariga de cabelos ruivos e olhos verdes, que saltitou alegremente para dentro daquele compartimento.
 
“Nerissa, minha querida! E Severus! Estava a ver que nunca mais vos encontrava!” Cantarolou Lily Evans ao sentar-se de frente para o casal, rindo alegremente, “Estiveram a aproveitar bastante bem o tempo na minha ausência, hein?!”
 
“Não sejas tontinha, Lily,” Riu-se Nerissa pela primeira vez em muito tempo. Sabia tão bem não ter preocupações, e simplesmente dizer disparates, como qualquer outra rapariga de doze anos, “Tive saudades tuas!”
 
As amigas abraçaram-se calorosamente, mas não por muito tempo. Com Lily tinha entrado um rapaz no compartimento, que ficara bastante encavacado por não conhecer os outros dois.
 
Severus e Nerissa reconheceram o seu rosto cheio de cicatrizes, tinham a certeza que era um Gryffindor do seu ano. Lily não tardou a apresentá-lo, “Este é Remus Lupin, temos aulas com ele, não se lembram?”
 
Tanto Nerissa como Severus reconheceram o rapaz, cumprimentaram-no e convidaram-no a sentar-se.
 
As raparigas começaram uma conversa animada, em que Lily relatava todas as emoções do seu Verão, e Nerissa ouvia atentamente cada pormenor. A rapariga sabia que a sua amizade com aquela filha de muggles não poderia durar muito mais tempo, mas até lá iria aproveitar cada segundo.
 
A rapariga de cabelos negros deu por si a desejar tomar o lugar de Lily, na sua vida simples e descomplicada… Quem lhe dera que o acontecimento mais estranho do seu Verão tivesse sido um acidente com uma avestruz no Jardim Zoológico de Londres, como a amiga lhe contava.
 
Enquanto as raparigas conversavam, os dois rapazes permaneceram em silêncio, incertos do que dizer um ao outro.
 
Só passados alguns minutos é que Severus se apercebeu, “Tu costumas andar com o James Potter o Sirius Black, não é?”
 
Remus encolheu os ombros e sorriu de forma estranha, “Eles são meus amigos, sim. Mas fica sabendo, Snape, que não concordo nada com as partidas de mau gosto que eles costumam pregar-te a ti e a mais uma dúzia de estudantes… Eles exageram bastante, ultrapassam o limite do bom senso. Se queres que te seja sincero, acho James e Sirius excelentes amigos, mas péssimos inimigos.”
 
“Não me vais chamar Snivellus sequer?” Riu-se Severus, quase incrédulo.
 
“O teu nome é Snape, ou estou errado? Severus Snape. Porque te haveria de chamar outro nome senão o teu?” Respondeu Remus simplesmente, enquanto retirava um livro de estudo da sua mala e o começava a ler, quebrando então o curso da conversa.
 
Severus deu por si a sentir uma grande simpatia por Remus, apesar de não terem trocado muito mais diálogos durante as horas de viagem que se seguiram.
 
A hora de almoço começou a aproximar-se e Severus apercebeu-se que Nerissa ia ficando cada vez mais tensa a seu lado, cada vez mais silenciosa perante discurso animado de Lily, e que cada vez prestava menos atenção ao que lhe estava a ser dito.
 
Depressa Lily acabou por passar de Nerissa, para Remus, para narrar as suas férias, e Severus aproveitou esse momento para perguntar em surdina, “Que se passa, Nerissa?”
 
“Está quase na hora…” Respondeu-lhe ela soturnamente, com a voz cheia de dor novamente.
 
“Está quase na hora de quê?” Perguntou Severus confuso, não querendo recordar o que Riddle tinha recomendado a Nerissa na plataforma.
 
“Tenho de me ir encontrar com os seguidores de Lord Voldemort.” Não era a primeira vez que Nerissa dizia o novo nome de Riddle em voz alta, mas de cada vez que o fazia sentia um arrepio estranho percorrê-la, e esta vez não fora excepção.
 
“Os seguidores… do Riddle?” O rapaz perguntou a medo, um tanto quanto confuso. Não conhecia essa «alcunha», mas sabia que Riddle tinha de ser o dono dela.
 
Viu os seus medos confirmados quando Nerissa acenou positivamente, levantando-se do seu banco logo depois.
 
“Desculpem-me mas tenho de ir procurar o carrinho de comida, já não aguento com fome.” Mentiu ela descaradamente, não sendo capaz de olhar nenhum dos três nos olhos. Severus viu os joelhos da rapariga tremerem nervosos.
 
“O carrinho deve estar quase a chegar, Nerissa!” Avisou Lily, ainda rindo de uma piada que ela mesma tinha contado a Remus, “Espera só mais um pouco!”
 
“Não posso…” Continuou a mentir a rapariga de cabelos negros, agora também com a sua voz a tremer, “Tenho de ir já, eu não aguento mais.”
 
“Se quiseres eu vou contigo…” Ofereceu-se Severus, levantando-se logo de seguida, pronto para ir com ela e enfrentar todos os seguidores de Riddle.
 
“Não é preciso, Severus,” Nerissa tentou dizer isto com um sorriso, mas não conseguiu… Os seus olhos encheram-se de lágrimas, “Há coisas que preciso mesmo de fazer sozinha.”
 
A rapariga de cabelos negros saiu do compartimento, deixando para trás um Severus temeroso, um Remus bastante confuso, e uma Lily a rir-se do que julgara ter sido uma piada.
 
Nerissa avançou determinada pelos corredores do Expresso de Hogwrts, com o seu destino bem marcado: a cabine dezassete da terceira carruagem. Apesar de ir decidida, isso não a impedia de estar assolada por um medo enorme. A reacção dos seguidores de Voldemort era imprevisível. 
 
Não sabia sequer o que preferia que acontecesse… Se queria que eles a aceitassem prontamente e sem questões, ou se queria que eles a questionassem e desprezassem. De qualquer das maneiras, o sacrifício de se apresentar como braço direito de Voldemort era demasiado grande e corroía-lhe as entranhas.
 
Demorou menos tempo a chegar ao seu destino do que gostaria. E antes de entrar no compartimento, encontrou as persianas corridas, ocultando tudo o que se passava no interior. Nerissa não fazia a mais pequena ideia de quem ia encontrar atrás daquela porta… nem quantos estudantes iria encontrar. Era um salto no abismo, a primeira ordem que Voldemort lhe tinha dado… e ao mesmo tempo, a sua primeira acção como sua Rainha.
 
Os seus joelhos começaram a tremer mais violentamente, assim como as suas mãos. O seu coração disparou a uma velocidade louca e a adrenalina corria-lhe depressa nas veias… Apartir deste momento, nada seria igual.
 
Nervosamente, Nerissa bateu três vezes na porta de madeira e esperou poucos segundos que mais lhe pareceram horas… depois a porta abriu-se diante de si.
 
O primeiro rosto que viu, reconheceu-o de imediato… Era Lucius Malfoy. Os seus olhos cinzentos estavam recheados de impaciência, “Que queres, rapariga? Não vês que estamos ocupados?”
 
Nerissa precisou de chamar a si toda a coragem que possuía para responder aquele jovem que estava agora no sexto ano, “Vocês estão à espera de alguém…”
 
Não era uma pergunta, era uma constatação… e Lucius ficou boquiaberto, sem saber o que dizer. Então Nerissa continuou, “Vocês estão à minha espera.”
 
Continuando sem conseguir proferir duas sílabas seguidas, Lucius deslizou a porta para que ela se abrisse, e revelasse todos os que se encontravam expectantes no interior daquela cabine.
 
Com uma breve vista de olhos Nerissa conseguiu reconhecer alunos que frequentavam agora o sexto ano e sétimo ano dos Slytherin. Alecto Carrow, Barty Crouch Junior e Theodore Nott, os três do sexto ano, estavam sentados do lado direito da cabine, enquanto Walden Macnair, Vicent Crabbe, e Gregory Goyle que estavam agora no sétimo ano, se sentavam do lado esquerdo. Lucius por sua vez continuava de pé, ao lado de Nerissa.
 
A pobre rapariga não estava à espera de encontrar tantos estudantes ali espremidos para que todos coubessem.
 
Com uma passada pequena e nervosa, Nerissa avançou para o interior do compartimento enquanto sete pares de olhos estupefactos a observavam.
 
Lucius Malfoy fechou rapidamente a porta do compartimento atrás da rapariga, prendendo-a no seu interior. Ele não esperou um segundo que fosse para lhe gritar, “Diz o teu nome!”
 
“Nerissa… Nerissa Marvolo Gaunt.” Gaguejou a rapariga sentindo-se fortemente intimidada. Pelos vistos não sabiam quem ela seria, apenas sabiam o seu nome.
 
“Não pode ser!” Revoltou-se a jovem chamada Alecto Carrow, “Isto tem de ser uma brincadeira, Lucius! Certamente que o Senhor das Trevas não pretende que sigamos as ordens de uma miúda do segundo ano, que nem sabe o que é uma Maldição Imperdoável!”
 
Antes sequer de se sentir ameaçada pelo enfurecimento das hostes, Nerissa perguntou-se, Senhor das Trevas?… Então é assim que os teus servos te chamam, Voldemort? Faz todo o sentido…”
 
Os restantes jovens apoiaram a intervenção de Alecto, e Barty Crouch Junior chegou mesmo a acrescentar, “Eu não estou aqui para brincadeiras, Lucius… É melhor esclarecermos isto já antes que eu me chateie.”
 
“Eu sei que eu não sou o que esperavam,” Começou Nerissa a medo, impondo a sua voz acima da dos restantes, “Mas…”
 
“Mas, nada! Sai daqui antes que eu te amaldiçoe!” Protestou novamente Barty Crouch, interrompendo Nerissa e levantando-se para a encarar.
 
“Ouçam-me!” Gritou desta vez Nerissa rudemente, transfigurando-se daquilo que mais odiava, e recordando tudo o que Voldemort lhe tinha ensinado durante o Verão, “Foi a pureza do meu sangue, a minha descendência e os meus antepassados ligados à Magia Negra que determinaram a escolha do Senhor das Trevas! Foram as minhas grandes capacidades e as minhas grandes perspectivas de futuro que me colocaram nesta posição! Quer acreditem quer não, eu estou em posição de vencer qualquer um de vocês num duelo, estou apta para vos liderar, e estou em contacto permanente com o Senhor das Trevas.”
 
Só Nerissa soube o quanto lhe custou dizer tudo aquilo, admitir todas aquelas verdades, e colocar-se naquela posição.
 
“Mentes com todo o descaramento!” Gritou desta vez Alecto, que não era a única a não estar convencida. E quem dera a Nerissa que tudo fosse mentira. “Não acredito numa palavra que dizes, miúda!”
 
“Como queres que te prove, então?” Confrontou-a Nerissa, com uma frieza que não lhe pertencia.
 
“Mostra-nos a todos do que és capaz.” Replicou Alecto da mesma forma.
 
Não foi preciso pedir duas vezes, já Nerissa tinha retirado a sua varinha do manto. Sabia o que tinha de fazer, mas sentia repulsa, nojo de si mesma por ter de o fazer. “Como é que as coisas chegaram a este ponto?”
 
Ao erguer a varinha, Nerissa murmurou um encantamento simples, de insonorização da cabine, para que os sons ali ouvidos não fossem ouvidos nos corredores ou cabines adjacentes.
 
“Ainda não vejo nada…” Resmungou Alecto, de braços cruzados, ainda sentada entre Theodore Nott e Barty Crouch.
 
“Já vais ver… ou melhor, sentir.” Respondeu-lhe Nerissa, utilizando o tom com que Voldemort costumava falar-lhe. A rapariga teve de reprimir um vómito ao mesmo tempo que gritou, “CRUCIO!”
 
Não era a primeira vez que Nerissa conjurava aquela maldição. A única diferença é que Voldemort a tinha ensinado a praticá-la em animais… primeiro insectos e depois cães e raposas. Se já a perturbava demasiado o facto de estar a maltratar e fazer sofrer um animal, mas estar a fazer o mesmo a uma pessoa feria o coração de Nerissa de uma forma que ela não julgava possível.
 
À medida que Alecto se contorcia de dores, e caía no chão a seus pés, agonizando de dor, gritando mais alto do que parecia ser humanamente suportável, os outros seis pareciam ter sido imobilizados de tão chocados que estavam. Ninguém se atreveu a pronunciar uma palavra que fosse.
 
Enquanto Nerissa impunha a sua varinha, mantendo a maldição activa, sentia pena por Alecto, e sentia vontade de infligir aquele feitiço horrendo a si mesma… A cada grito de Alecto, era como se um milhão de pequenas navalhas lhe atravessassem o coração.
 
Quando a jovem amaldiçoada chegou ao seu limite, e quando Nerissa já não conseguia suportar mais o facto de estar a magoar uma pessoa, a rapariga levantou a maldição, deixando Alecto arfando exausta e dolorida no chão da cabina.
 
Seguiu-se um logo momento de silêncio, apenas quebrado ainda por alguns gemidos por parte de Alecto.
 
Ninguém parecia saber o que dizer, por isso Nerissa tomou a palavra, “Nem eu, nem o Senhor das Trevas vos pedimos que me sirvam como serviram a ele. Somente terão de me respeitar, e acatar as ordens que ele vos dará através de mim… Só isso.”
 
Os servos de Voldemort entreolharam-se, quase decidindo em silêncio que decisão tomar. O facto de Alecto continuar sem se conseguir mover devidament, e a gemer no chão, pesou na sua escolha.
 
Após alguns segundos, Lucius, que tinha permanecido todo aquele tempo em pé, silencioso ao lado de Nerissa, comunicou-lhe, “Nós ainda não compreendemos a verdadeira razão pela qual o Senhor das Trevas te escolheu a ti, uma simples rapariga de doze anos, para nos liderar. A nosso ver, todas as tuas justificações são ocas de sentido e muito vagas… No entanto, teremos de te obedecer, porque é esse o desejo do nosso mestre. Mas fica desde já sabendo que esta situação não nos agrada minimamente.”
 
“Tomaram a decisão mais sensata,” Respondeu Nerissa inexpressivamente, agora já em tom de despedida. Queria sair da companhia daqueles jovens depressa. “Assim que o Senhor das Trevas me contactar, avisar-vos-ei…”
 
E sem dizer mais uma palavra, saiu daquele compartimento, fechando com um estrondo a porta atrás de si. Enquanto caminhava de volta ao seu compartimento, ia derramando todas as lágrimas que tinha contido durante aqueles penosos minutos.
 
Estava desolada, sentia que finalmente Voldemort tinha conseguido o que queria dela… Torná-la na sua semelhante… E a cada passo que Nerissa dava nesta loucura arquitectada pelo Senhor das Trevas, mais distante ela se sentia de quem verdadeiramente era, e de quem verdadeiramente amava… Severus.

 

* * *

Continua...

Acho que por aqui já podem perceber mais ou menos o que aí vem, mas garanto que haverão muitas surpresas pelo caminho xD Espero que tenham gostado do capitulo!

 

E agora, porque é tarde, porque eu tenho sono, e porque me dói o corpo todo, vou dormir!

Loads of Kisses to All of You!

 

 

sinto-me: Au... Ui... Au... Ai...
música: The Strokes - You Only Live Once

publicado por Dreamer às 23:26

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4 comentários:
De Joanne a 22 de Abril de 2009 às 00:15
Olaa ^^
Fiquei curiosa quanto ao assunto que falaste no principio xD [eu sou mesmo assim, curiosa -.-']
Não acredito que a Nerissa lançou uma maldição imperdoavel =O
Coitada, fogo, nem sei o que dizer, consegues trasmitir tao bem todo aquele sentimento de repulsa que ela sentiu por ela propria... mesmo excelente.
Já nao tenho mais palavras para isto! =O

AMO, AMO, AMO *---*
Mais! ^^
Beijinhos


De Peter Inviction a 22 de Abril de 2009 às 11:19
A Nerissa é uma bad girl.. Mázona! x'D
Acho que no momento em que ela disse crucio, o Voldemort teve um orgasmo. x )

Estou curioso por saber o que vai acontecer, porque num só capítulo existem reviravoltas... E cada vez mais vão erguendo-se barreiras ao amor de Severus e Nerissa.

Gostava de estar lá, quando eles eram novos. De certeza que me partiria a rir só de os ver.

^^

Mais, please...

Kisses*


De Maria a 22 de Abril de 2009 às 18:34
Hallo querida! ^^

Como podem haver pessoas tão malvadas como o Senhor das Trevas? Aquele Tom Riddle é horrível e maldito! Detesto-o!
Como pode fazer sofrer tanto a Nerissa? Ela não merece minimamente pelo que está a passar!
O único que a pode mesmo ajudar é Severus! Tenho a certeza que ele a salvará de todos os males que a rodeiam, principalmente de Riddle, o Senhor das Trevas!

Gostei imenso deste capítulo, apesar de ser tão triste e demonstrar tanto o sofrimento de Nerissa!
Mal posso esperar por contares as fantásticas notícias que tens para nos contar!

Ficarei à espera do próximo capítulo!
Kiss muito grande, querida!
xD


De Prongs a 25 de Abril de 2009 às 13:46
olá :)
heyna!
dois capítulos :D
wow a Nerissa lançou uma Imperdoável? :o
o lupin *-* XD
quero o próximo! :)

beijinhos ^^


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Dreamer @ 23-02-2009
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