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Quinta-feira, 9 de Abril de 2009

"Nerissa Gaunt" - Chap 9

Olá meus amores ^^

 

Consegui vir aqui um pouquinho para postar este capitulo, que é tão especial... E aproveito também para dizer que esta semana de pseudo-Férias está a ser um perfeito fiasco. Já estamos numa Quinta-Feira e eu ainda não parei de trabalhar para a Faculdade. ARGH! Mas eu falo melhor sobre isso no meu outro blog mais tarde... Agora que estou com pouco tempo, vou só deixar o capitulo, e agradecer  todos os maravilhosos comentários que aqui têm deixado... Eu já disse isto, mas... ADORO-VOS A TODOS x)

 

Enjoy the Chapter x)

* * *

Salazar's Inherance Trilogy 

Nerissa Gaunt
Capitulo Nono
 
Severus estava chocado com o que estava a acontecer, pelo que não se mexeu enquanto Nerissa se levantou a convite de Riddle, ainda de mãos dadas com aquele estranho jovem. As faces dela tornaram-se rosadas, os seus gestos envergonhados e os seus olhos negros eram o espelho do desconforto que estava a sentir.
 
Severus ainda se levantou para os seguir, mas quando o fez, Nerissa enviou-lhe um olhar que já lhe enviado antes, dizendo assim o que não queria dizer em voz alta: “Não te preocupes, Severus. Eu trato disto sozinha.”
 
E então, Riddle encaminhou a pequena Nerissa, e os dois seguiram até um local mais recatado e sombrio do espaço.
 
Severus sentou-se de novo no seu sofá, de olhos fixos naqueles dois, incapaz de considerar aquela situação normal. Viu Riddle, muito atencioso, a oferecer um lugar num outro sofá a Nerissa, sentando-se junto dela logo depois. Serviu-os também um copo que parecia conter algo como Firewhisky, e depois de ambos beberem um pouco, tomou as frágeis mãos dela nas suas.
 
O rapaz sentiu o coração acelerar e suores frios percorrerem-lhe o corpo, mas não teve tempo de reagir porque subitamente, surgiu Lily com três copos de sumo de abóbora. A ruiva animada, dizia algo sobre um rapaz Ravenclaw bastante simpático, que tinha acabado de encontrar junto à mesa das bebidas. Mas Severus não lhe prestou muita atenção, ainda estava de olhos postos em Nerissa que, do outro lado da sala, parecia bastante nervosa e perturbada com o que Riddle lhe estava agora a dizer.
 
“Severus! Estás a ouvir-me?...” Lily estava a bater-lhe no ombro indignada, e o rapaz nem tinha reparado, “Onde está a Nerissa?
 
Não sendo capaz de responder com palavras, Severus acenou com a cabeça na direcção do sofá onde Riddle e Nerissa conversavam… e Lily quase entornou os três copos que trazia. Os seus olhos verdes arregalaram-se de susto.
 
“Ela está a conversar com aquele?... Com o Riddle!?Severus só conseguiu produzir um grunhido em confirmação.
 
A sua garganta enrolava-se num nó estranho e os seus punhos cerraram-se com força. Tinha os olhos postos em Riddle que acariciava delicadamente a face de Nerissa. E ela, por sua vez, estava mais pálida do que era normal e encolhia-se, tentado escapar às suas garras.
 
“Minha querida Nerissa,” A voz de Riddle era fria e cortante como o gelo, apesar de o jovem parecer estar a tentar ser carinhoso, “Eu compreendo que um facto como este seja difícil de digerir…”
 
“Mas… Como?...” Conseguiu Nerissa gaguejar pela primeira vez num sopro de voz. O que aquele jovem lhe acabara de contar era demasiado insano para ser verdade.
 
“No Mundo Mágico, Nerissa,” Continuou Riddle muito seriamente. “O que interessa realmente são as nossas origens, a nossa herança de sangue… Depois de descobrir que havia magia em mim, tive de descobrir quais eram as minhas origens. No orfanato só me souberam dizer que a minha mãe lhes tinha batido à porta quando já estava em trabalho de parto, e que morreu pouco depois de eu nascer…”
 
Riddle falava deste assunto delicado com a maior das banalidades, não demonstrando qualquer tipo de dor ou tristeza por ter perdido a sua mãe prematuramente. “Não chegaram a saber quem ela era… A minha mãe não tinha nada com ela que a identificasse. Por isso tive de pesquisar na biblioteca de Hogwarts pelas minhas origens. Sobre o meu pai não descobri nada… Não havia relato algum de uma família Riddle em toda a História da Magia! O meu pai era um muggle!”
 
Os seus olhos tornaram-se mais vermelhos de ódio e o jovem emitiu um riso nervoso tresloucado, “Mas eu sentia que era mais… muito mais que um sangue de lama! Por isso procurei pela família da minha mãe… Foi muito difícil, tinha muito poucas referências… Mas acabei por encontrá-la. Cruzei o que tinha encontrado com as notícias nos jornais da época e percebi que eu estava correcto!”
 
Nerissa estava demasiado assustada. Percebeu que o que Riddle lhe tinha dito só podia ser a verdade.
 
“Então, isso que dizer que…” Gaguejou ela novamente, mas Riddle não a tinha ouvido, estava demasiado entusiasmado com o seu relato.
 
“Descobri que a minha mãe… Merope, tinha fugido com um muggle, assim que o pai dela e o irmão foram levados para Azcaban… O irmão dela, Morfin, acabou por morrer lá. Mas o pai saiu quando cumpriu a sentença. A partir daí só posso supor o que aconteceu…” Riddle aproximou-se mais de Nerissa, ficando a uma distância que a quase podia beijar, olhando fundo nos seus olhos negros, “O teu pai chama-se Marvolo Gaunt, não é verdade?”
 
Nerissa não se atreveu a responder. Estava demasiado chocada com o verdadeiro passado da sua família. Riddle entendeu o silêncio da rapariga como sendo um «Sim.» e soltou uma gargalhada vitoriosa. De uma vez, e sem pedir licença, tomou a face de Nerissa nas suas mãos e aproximou-a um pouco mais.
 
“E tu, minha bela… Tu chamas-te Nerissa Marvolo Gaunt!” Riddle fez uma pausa. Parecia demasiado excitado para conseguir continuar. O seu rosto estava completamente distorcido num sorriso louco, e os seus olhos vermelhos brilhavam intensamente. O medo começou a tomar conta de Nerissa.
 
“Ah!... Eu tinha razão!” Continuou Riddle, alheio do temor que a rapariga sentia, Sabias que o teu pai tinha tido outros dois filhos? Merope, a minha mãe, e Morfin…?”
 
“S-sabia… Mas ele nunca me falou deles. Disse que estavam os dois mortos… Nunca me disse os seus nomes…” Nerissa abriu a boca uma vez mais, mas fechou-a rapidamente, receosa. Riddle percebeu que ela ia dizer algo mais e esperou, “O meu pai disse-me que os filhos que tinha tido antes não lhe tinham deixado herdeiros... Foi por isso que se envolveu com a minha mãe, queria ter uma descendência! Foi por isso que eu nasci.”
 
Riddle parecia interessado e muito satisfeito. “E ainda bem que isso aconteceu, minha querida Nerissa. Não há apenas um herdeiro da casa dos Gaunt. Somos dois! … Acredito que compreendas a responsabilidade que temos em mãos.”
 
Nerissa acenou positivamente. Sabia do que Riddle estava a falar... Se o jovem tinha pesquisado o suficiente sobre a casa dos Gaunt, saberia que eram os últimos herdeiros de Salazar Slytherin. Curiosamente, parecia que Riddle estava obcecado pela mesma ambição de Marvolo Gaunt: Ser líder de todas as outras famílias mágicas de sangue puro e aniquilar todos os outros. Criar o mundo perfeito, à imagem daquele que Salazar Slytherin ambicionara à quase mil anos atrás.
 
Um arrepio gélido percorreu a espinha da rapariga e ela soube que aquela conversa era o começo de algo muito grande, e que mudaria a sua vida para sempre.
 
Riddle sentou-se mais confortavelmente e recomeçou a falar muito sério. “Eu já comecei a minha tarefa. Há dois anos localizei a morada do meu pai. Fui ter com ele, e com a sua família e… Bem, digamos que ele pagou por aquilo  que fez à minha mãe e a mim.”
 
Nerissa não conseguiu esconder o temor que a possuiu. A sua mente trabalhava acelerada, “Ele matou o próprio pai!? Como é que teve coragem?”
 
Num segundo ele tomou as mãos dela nas suas novamente, procurando acalmá-la. Nerissa viu uma pequena figura agitar-se do outro lado da sala. Só podia ser Severus.
 
As carícias gélidas que Riddle lhe fazia nas mãos pequenas e tremulas trouxeram-na de volta, “Eu fiz aquilo que fiz por duas razões. A primeira, porque ele encantou a minha mãe, casou-se com ela, enganou-a… E quando ela ficou grávida de mim, ele abandonou-a à sua sorte. Ele não queria saber dela nem de mim. Deixou que ela morresse sozinha e nunca me procurou…Ele nem sequer me reconheceu naquela noite! Mas eu fi-lo pagar… A segunda é que ele manchou o meu sangue. Graças a ele tenho sangue de muggles nas minhas veias. Ele manchou a minha imagem para sempre!”
 
O olhar do jovem parecia selvagem à medida que ele continuava, “Por isso ele pagou bem caro… O nosso sangue é mais importante do que tudo, minha bela Nerissa. E temos de fazer de tudo para que o sangue de Salazar Slytherin volte a ser importante, e a marcar a diferença… Com o tempo tornar-me-ei o maior feiticeiro de sempre! Reunirei a meu lado todos os sangues puros! Juntos aniquilaremos os indignos, os sangues de lama e todos os traidores! Um dia… Juntos, governaremos o Novo Mundo!”
 
Nerissa estava chocada, parecia que estava a ouvir Gaunt a falar. Não estava de todo calma ou relaxada quando Riddle a envolveu nos seus braços como a uma boneca de porcelana.
 
Os longos e pálidos dedos do jovem passaram várias vezes pelo seu cabelo negro. “E tu minha linda e preciosa, Nerissa, qual é a tua tarefa…? Isto se já tens algo planeado para ti, claro…”
 
Nerissa sentia-se envolvida por uma serpente pronta para a estrangulá-la a qualquer momento, mas tentou não dar parte fraca. Apesar de não concordar minimamente com o que Riddle tinha dito, e de não ter intensões nenhumas de embarcar num empreendimento daqueles, era essa a razão pela qual tinha sido concebida. O velho Gaunt deu-lhe vida para que um dia Nerissa fizesse aquilo que Salazar Slytherin não conseguiu fazer.
 
“Eu não planeei nada para mim…Foi o meu pai que o fez, mesmo antes de eu nascer.” Achou que podia dizer a Riddle. Aliás, não tinha grande escolha. “Ele quer que eu me relacione com as melhores famílias de sangue puro. Que através deles possa subir de estatuto e finalmente fazer vingar o nosso sangue… O velho Gaunt disse que a melhor maneira de o conseguir, seria casando com alguém influente e rico…”
 
O que Riddle disse a seguir quase provocou um vómito à pobre rapariga.
 
“Eu casaria contigo, minha adorada Nerissa… Imagina os nossos filhos… Puros Slytherins! Ah! Ninguém nos deteria minha querida, ninguém…” Por um momento, Nerissa achou que Riddle a iria beijar. A pequena não conseguiu reagir, estava demasiado assustada para fugir àquele abraço... Já conseguia sentir o hálito gelado do jovem contra os seus lábios. Dentro da sua mente, Nerissa implorava para ser ser liberta... Expectante, viu Riddle parar a poucos centímetros dos seus lábios nervosos.
 
“Infelizmente, não nos podemos esquecer que és irmã da minha mãe… Por mais jovem e bela que sejas, Nerissa, o destino quis que fosses minha Tia…” Rindo sarcasticamente, Riddle afastou finalmente a sua boca da dela e continuou, “No entanto eu não te deixarei desamparada… Tenho um círculo de confiança. Apesar de alguns deles deixarem Hogwarts este ano, muitos outros ficarão.”
 
Nerissa não conseguiu evitar varrer a sala com um olhar rápido, será que os estudantes de quem Riddle falava estavam ali, naquela mesma sala? Sem chegar a tirar conclusões, ouviu o jovem continuar, “Deixei instruções aos que ficam para que te sigam e protejam… Para que te sejam leais como me foram a mim. Com o tempo, arranjarás o teu próprio círculo de confiança… Eu o providenciarei. Quando finalmente saíres de Hogwarts, terás um marido digno de ti. Juntos darão vida a uma nova geração de Slytherins que serão temidos por todos! Lado a lado, Nerissa, e com os nossos seguidores atrás de nós, lutaremos pela nossa causa e venceremos! Finalmente, unir-te-ás a mim para, juntos, minha bela… Governarmos o Novo Mundo!"
 
Após uma longa pausa, em que apenas se fitaram Riddle concluiu perguntando, “Que me dizes, minha doce Nerissa?”
 
A rapariga parou para pensar, apesar de lhe repugnar fazê-lo. Essa era sem dúvida uma oportunidade que o velho Gaunt não negaria, e certamente que apoiaria fervorosamente! Não havia como dizer que não a Riddle... Era da família e certamente acabaria por procurá-los se Nerissa decidisse ignorá-lo. “Se ele matou o próprio pai sem qualquer remorso, que faria ele a mim?”
 
Além disso, tinha certeza que Gaunt a abandonaria se soubesse que ela não tinha aceite uma oportunidade como esta.
 
A Nerissa parecia-lhe que estava entre a espada e a parece, não tinha escapatória. “Foi para isto que nasci…”, pensou ela triste e cheia de rancor, “Se não fosse para ir para a frente com esta loucura, provavelmente não estava aqui agora… Devo a vida ao meu pai. Não posso dizer que não quando é isto que ele quer para mim.” Antes de abrir a boca para dar a conhecer a Riddle a sua decisão, e sem perceber o que estava a fazer, Nerissa pensou, “Lamento, Severus…”
 
Depois, selou com uma simples frase, o destino do resto sua vida,
“Aceito a tua proposta, Tom…”
 
Riddle explodiu numa gargalhada tresloucada e vitoriosa, tomando Nerissa com bastante força em seus braços novamente. A rapariga achou que era assim que uma presa se devia sentir dentro do estômago de uma serpente.
 
Com um arrepio de repulsa, Nerissa sentiu os lábios de Riddle tocarem-lhe o pescoço num beijo longo e molhado. Teve vontade de chorar e correr para bem longe, mas adiou esse impulso, cerrando os seus dentes com toda a sua força.
 
No momento seguinte, Riddle colocou a mão num dos bolsos do seu manto. Nerissa alarmou-se, pensando que ele retiraria a sua varinha. Mas, segundos depois, viu surgir na enorme mão branca do jovem dois anéis: um era um grande anel de ouro. Tinha uma pedra negra encrostada com um estranho brasão desenhado. O outro anel parecia ser de ouro branco. Eram duas finas cobras entrelaçadas com as suas cabeças juntas. Os olhos delas eram pequenas esmeraldas que brilhavam intensamente. Nerissa arrepiou-se, as cobras pareciam vivas. Riddle não tardou a explicar:
 
“Estes dois anéis pertencem à nossa família, minha querida. Este…” Disse ele apontado para o grande anel de ouro, “É o anel de armas dos Preverell, nossos antepassados… E este…” Continuou enquanto apontava para o outro. O seu rosto distorce-se num sorriso amargo, “Oh, este anel… Foi o anel que o próprio Salazar Slytherin ofereceu à sua noiva, quando a desposou… Gostava que ficasses com ele.”
 
“Não, eu não posso…” Balbuciou Nerissa, incrédula, afastando-se do anel. Aceitar aquele presente era ser acorrentada a um destino que ela ainda não sabia se iria ter coragem de cumprir.
 
“Mas eu insisto, minha bela.” Cortou Riddle no mesmo instante, com um dos cantos lábios finos contorcendo-se, “Aceita-o como prova do nosso compromisso.”
 
E, tomando a frágil mão de Nerissa na sua, colocou-lhe o anel de ouro branco no dedo anelar direito dela.
 
A rapariga estremeceu. Não podia voltar atrás agora. Ao olhar Riddle nos olhos, viu algo mais neles. Brilhavam com uma intensidade estranha. Não gostou sequer do modo que a mão dele permaneceu na sua, mesmo quando já não havia necessidade disso. Depois, o próprio Riddle colocou no seu anelar direito o anel com o brasão de Armas dos Preverell.
 
Riddle levantou-se por fim, e ajudou Nerissa a levantar-se também, colocando uma mão na sua cintura e deixando-a permanecer lá durante vários momentos. Escoltou-a depois lentamente pela sala, encaminhando-a para o sofá onde a rapariga tinha estado.
 
Severus levantou-se automaticamente com um salto. Mas ambos ainda não tinham alcançado o rapaz quando Riddle parou, e se abaixou para encarar a pequena Nerissa. Colocando a sua cabeça ao nível da dela para lhe falar, quase em surdina:
 
“Quando matei o meu pai, também matei a minha identidade. Não quero ter o nome de um muggle. De agora em diante serei Lord Voldemort… E tu serás a única digna de pronunciar este nome… Quando eu for Rei, minha bela Nerissa, tu serás Rainha.” Baixou-se um pouco mais para poder murmurar-lhe ao ouvido, “Nunca te esqueças disso…”
 
Quando o jovem voltou as costas, Nerissa correu para o apanhar num acesso de raiva. Puxando o braço de Riddle, ela obrigou-o a encará-la, “Porquê?... Se sempre soubeste, porque não me disseste nada antes? Porquê agora?!”
 
A rapariga ainda insistiu, mas Voldemort limitou-se a rasgar no seu rosto um sorriso que lhe destorceu as feições, e avançou para ela de novo. Desta vez, aproximou-se demais, e os lábios frios dele beijaram-lhe o canto da boca.
 
Petrificada, Nerissa imaginou-se a bater-lhe, a infligir-lhe todas as maldições que conhecia, no entanto nada fez. Voldemort produziu um grunhido parecido com uma gargalhada, e saiu da sala sem olhar para trás.
 
Atrás dele, e como cordeiros, saíram outros jovens do sétimo ano, seus colegas e Slytherins: Anthony Dolohov, alto e encorpado de cabelo loiro quase branco; Augustus Rookwood, de ar carrancudo e pesado; Fernir Greyback, com um aspecto muito doente e cheio de cicatrizes por todo o corpo; e Amycus Carrow, irmão de Alecto Carrow, que ao contrário da irmã era alto e magro, mas tinha o mesmo nariz alongado e cabelo cor de rato. Nerissa sabia que aquele era parte do círculo de confiança de Voldemort, e que a partir agora também lhe deviam lealdade a ela…
 
Revoltada e extremamente angustiada, Nerissa não teve coragem para avançar até onde Severus a esperava.
 
Sentia-se suja e envenenada, tinha medo de o contagiar com as Trevas e a Magia Negra que lhe corriam velozes nas suas veias. Rodando instintivamente no seu fino dedo o anel de ouro branco que Voldemort lhe tinha oferecido, Nerissa virou costas a Severus e correu o mais que pôde para bem longe... com desejos de nunca mais parar.
 
* * *
Continua...
E pronto, aqui está o ansiado capitulo. Espero não ter desiludido ninguém... E que tenham gostado tanto dele como eu x) E deixo já o aviso que o que vai acontecer no próximo capitulo também é algo muito... especial. x)
 
Até lá,
Loads of Kisses to All Of You!
 
pê ésse: Para quem está à espera de mais um capitulo da minha Fic de TH, eu deixo aqui um aviso... Vai ser dificil, pelo menos para já postar os próximos capitulos da "Forever Sacred", precisamente porque não tenho tempo para os escrever. Estou a postar esta Fic de HP com alguma regularidade porque já tenho grande parte dela escrita,e então não perco tempo a escrevê-la, é só postar. Peço-vos que sejam pacientes. Não me esqueci da "Forever Sacred", infelizmente não tenho tido é tempo para ela. Desculpem-me

 

sinto-me: It's rainning *---*
música: Placebo - Bitter End

publicado por Dreamer às 19:30

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13 comentários:
De Mel a 9 de Abril de 2009 às 20:47
Eu acho que o facto da Nerissa ser tia do Vold.. Desculpa Quem-nós-sabemos (nao sou digna de pronunciar o nome dele) nao o vai impedir de nada, ou vai? Mal posso esperar para saber :)

Continua o BOM trabalho.


De Joanne a 9 de Abril de 2009 às 21:03
Oh nao desiludiste coisa nenhuma!
Está muito melhor do que aquilo que eu imaginava, aliás como sempre, tu consegues sempre surpreender-me!
Tu escreves tao bem, descreves tao bem os sentimentos das personagens que consigo sentir o que eles sentem!
Pobre Nerissa, nao queria ter a mesma sorte que ela :x
Eu amo mesmo esta fanfic, acho que nunca me vou cansar de dizer isto e etu estas realmente de parabéns! 8D

Quero mais, escusado será dizer xD
Venha o próximo *-*
Beijinhoo


De Ritz a 9 de Abril de 2009 às 21:10
Ai o Voldemort mete-me nojo!
Por amor de deus ela é tia dele!

A tua escrita tem mesmo muita capacidade, para fazer os leitores sentirem tão fervorosamente o que o narrador sente x)
Mas já dvees estar farta de me ouvir dizer isto x)
Beijinho *


De Sii '' a 9 de Abril de 2009 às 22:06
O que mais posso dizer sobre todo este maravilhoso capitulo?! Amei! E deu-me uma tremenda repulsa...Está fantástico e verdade e sem duvida é uma reviravolta no primeiro ano da Nerissa na escola...mas a forma como o agora Lord VOldemort falou com ela...não me admiro do que ela está a sentir...


Mas estou a amar^^ e espero pelo proximo...quando á Forever Sacred...espero todo o tempinho necessário pa a ler...^^

jinhu'0'
Si


De x Puky a 9 de Abril de 2009 às 22:17
Já sabia que ela era tia dele, porque deduzi do Gaunt xD


Mas aquela proposta :O
Estou ansiosa por mais, estou mesmo *-*

Beijinho**


De Mudei de conta. ^^ a 10 de Abril de 2009 às 00:26
Não desiludiste! ^^
Adorei! Uhu, o Lord Voledmort aparece finalmente!

Coitada da Nerissa... =S Eu acho que também me sentiria "suja" se passasse pelo que ela passou... =S

Quero mais!

KissinhuH!*


De Eloise a 10 de Abril de 2009 às 10:22
Li agora este e o anterior, e fiquei mais uma vez rendida ao que escreves, Dreamer. A história tá muito boa!
Devo dizer que o Riddle neste capítulo causa alguma repulsa, que pedófilo!!! 'Minha bela, minha doce', Quando ele disse que se poderiam casar até soltei um 'CREDO' para o ar... coitadinha da Nerissa, viu-se forçada a aceitar :( que irá fazer o Sev?
Espero, ansiosamente!
Não te preocupes com a Forever Sacred, eu adoro-a, e espero o tempo que for preciso ;)
BEIJINHOS.


De Catarinaaw a 10 de Abril de 2009 às 18:08
O Riddle é um pedófilo O.O
Quer dizer, ela é tia dele... T-I-A !!! xD

Não desiludiste nada, eu adorei o capítulo 8D
Tu descreves tão bem os sentimentos *-* quem me dera x$
Chegamos mesmo a sentir a repulsa dela e mesmo o medo de se aproximar do Sev... coitadinho dele, o que é que lhe vai acontecer ? :O

Posso mesmo dizer, que apesar da pedofilia (ainda estou em choque xD), este é o meu capítulo preferido *---*
Adorei, mesmo :D

Beijinho *


De Maria a 10 de Abril de 2009 às 19:33
Hallo querida! ^^

Este Voldemort é mesmo cruel...matou o seu próprio pai e agora quer aniquilar todos os que não têm sangue puro...sendo um deles o Severus!
A Nerissa não merecia passar por isto, não podia ser obrigada a fazer tal coisa! Coitada!

Coitado do Severus...ele ama-a tanto e tê-la contra ele é mesmo muito mau! :§

Ficarei à espera do próximo capítulo!
Kiss muito grande, querida!
xD


De Cristinaa a 10 de Abril de 2009 às 20:36
Adorei :D


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Dreamer @ 23-02-2009
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