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Quarta-feira, 1 de Abril de 2009

"Nerissa Gaunt" - Chap 7

Olá [ outra vez ] meus amores x)

 

Uma pessoa chega mais cedo a casa um dia da semana e até posta duas vezes em blogues diferentes xD Estão cheios de sorte vocês, ou então não x'D Não vou andar com conversas, porque para conversas já bastou a do outro blog...

 

Obviamente que muita gente acertou na personagem do capitulo passado... Mas só uma é que o fez em primeiro lugar, e foi a minha • Sara x) Eu tinha prometido um presente, e bem, ele aqui vai de forma mais ou menos atrapalhada...

 

• Sara -> Tinha dito no inicio da Fic que ela é inteiramente dedicada ao Peter pelo seu esforço a promovê-la, mas tenho a certeza que ele não se chateia se eu te dedicar este capítulo também a ti x) Queria dar-te algo melhor, e ainda te vou dar... Mas para já, ficas com o capítulo, que até é grandinho e muito especial ^^

 

E passo já à Fic,

ENJOY!!

 

* * *

Salazar's Inherance Trilogy 

Nerissa Gaunt
Capitulo Sétimo

 

 

O pequeno Severus estremeceu sem saber porquê, ao ver aquele jovem estranho e muito misterioso a avançar para si. Havia uma sombra negra e pesada em redor daquele jovem... Havia poder, muito poder, concentrado numa pessoa demasiado nova. Como se ele em vez de ter dezassete anos, tivesse setenta.
 
“Não podemos tratar assim os nossos colegas de equipa, minha cara Alecto…” Falou aquele jovem, sorrindo maliciosamente, e depois dirigindo-se aos restantes, “Alguém o conhece?”
 
Lucius levantou-se no mesmo instante, dirigindo-se também para o pequeno rapaz como se obedecesse às ordens de um rei, “Conheci-o esta manhã no comboio. Chama-se Severus Snape…”
 
Os olhos do jovem misterioso brilharam, adquirindo uma estranha tonalidade vermelha. Só agora Severus se apercebeu o quão incrivelmente alto aquele estranho era, já que teve de fazer uma vénia estranha para encarar o pequeno nos olhos.
 
Vendo-o mais de perto, Severus encontrou estranhas semelhanças entre aquele jovem e Nerissa. Tinham os mesmos olhos negros profundos, apesar de os dele serem vincados com aquela sombra vermelha. O cabelo do mesmo tom de negro, e da mesma textura de seda. E o nariz... O nariz de ambos era idêntico.
 
Quando aquele jovem falou, a sua boca contorceu-se num entranho gesto que deformava a sua cara, era como se nunca tivesse sorrido antes e não soubesse como o fazer, “Eu sou Tom Marvolo Riddle... Daqui a uns anos, pequeno Severus, gostava de te reencontrar. Isto, claro, se desejasses juntar-te a nós…”
 
Sem mais dizer, Riddle voltou-lhe as costas. Lucius e os outros pareciam bastante admirados, mas não estavam com certeza mais estupefactos que Severus. O pobre pequeno tomou a conversa por terminada e correu para o dormitório, “Chega de coisas estranhas por hoje!”
 
Percorreu o escuro corredor sem olhar para trás, sentindo-se demasiado pequeno num mundo que só agora começava a conhecer.
 
Ao entrar no dormitório, iluminado apenas pelos raios de luar que anda atravessavam as águas do lago, viu que os seus quatro colegas de quarto, Avery, Raphael, Rabastan e Rosier, já estavam deitados nas suas respectivas camas e em silêncio. Nenhum deles pareceu notar a entrada do rapaz e ele também não se importou. Há horas que queria estar sozinho.
 
Encaminhou-se para a única cama ainda vazia, a um canto do quarto e sentou-se nela, tirando os sapatos que já lhe apertavam os pés. Ao seu lado, Avery parecia já estar a dormir. Severus preferiu não incomodar o amigo.
 
Constatando aliviado que os seus pertences jaziam ao lado da cama, o pequeno apressou-se a vestir o pijama e a rastejar para debaixo dos lençóis. A cama e a almofada eram extremamente confortáveis. Muito mais confortáveis do que aquelas que tinha em casa.
 
“Casa…” Repetiu Severus num sussurro.
 
Em casa, Eileen podia estar agora a tratar das feridas provocadas por Tobias com a sua varinha, em segredo, como tantas vezes fazia... Já era mesmo muito tarde. “Será que ela está bem?”
 
O medo e a impotência inundaram o seu jovem coração e as lágrimas escorreram pelas suas faces pálidas. Severus cobriu a sua boca com a almofada, não fosse algum dos colegas ouvir os seus gemidos de ódio.
 
“Mãe… O que é que ele te fez…?” Perguntou-se com a angústia a sufocá-lo.
 
Já não escreveria a carta nessa noite como havia prometido a si mesmo, teria de ficar para a manhã seguinte. Sentia-se demasiado exausto… Tão exausto que não conseguia sequer adormecer… O rapaz não soube ao certo quanto tempo deu voltas na cama, nem quantas lágrimas derramou em segredo, mas quando decidiu levantar-se, a luz da lua já não entrava pelas janelas com os seus reflexos esverdeados. Todo o dormitório estava agora emerso na mais profunda penumbra.
 
Severus seguiu às cegas até à porta do dormitório, abrindo-a o mais silenciosamente possível. Estava descalço, podendo sentir o chão de pedra a tornar-se cada vez mais frio à medida que percorria o corredor em direcção à sala comum.
 
Esperava encontrar aquele espaço imerso na mais profunda escuridão, e vazio, mas enganou-se redondamente.
 
Uma luz trémula emergia da lareira monumental. Ao ver uma pequena silhueta negra sentada perto das pequenas chamas, Severus pensou em voltar atrás e regressar ao conforto dos seus lençóis. No entanto, algo o puxava para o calor daquelas chamas.
 
Avançou em silêncio para não ser notado. Ao aproximar-se, Severus pôde perceber que a figura à sua frente era uma pequena rapariga, vestida com uma fina camisa de dormir branca. Tinha cabelos de seda negros, que brilhavam em reflexos vermelhos e laranjas, acompanhando as finas línguas de luz. A sua pele, muito pálida, parecia dourada com fogo. Ela estava sentada no chão de pedra, agarrando os frágeis joelhos com os braços e com os minúsculos pés descalços quase dentro da lareira.
 
Severus achou que tinha adormecido… Aquela visão era bela demais para ser verdadeira. O rapaz estava agora perto demais para passar despercebido... Baixou-se, assustando-a sem intenção. Num breve segundo pôde vê-la tremer. Não lhe demorou mais do que meio segundo para reconhecer aquelas feições…
 
“Nerissa?” A sua boca moveu-se devagar, saboreando a palavra. Severus dizia aquele nome em voz alta pela primeira vez e desejou, estranhamente, dizê-lo até ao último dia da sua vida.
 
“Severus?” O rosto assustado da rapariga transformou-se na mais bela visão que ele alguma vira, levando mesmo a arrepiá-lo Parecia que aquela doce voz tinha sido feita para dizer o seu nome.
 
“Que fazes aqui?” O seu tom não era inquisidor, mas amigável.
 
“Posso…?” Gaguejou ele dando um gesto da cabeça, pedindo para se sentar ao lado dela. Durante um segundo Severus desejou que o seu pijama não fosse de tamanho XL e que o seu cabelo estivesse mais apresentável.
 
“Senta-te!” Sorriu-lhe Nerissa, afastando-se um pouco do fogo para arranjar espaço para ele. “Não consegues dormir?” 
 
Ele limitou-se a abanar a cabeça e fitar as chamas. Era doloroso lembrar-se porque não conseguia dormir. Teve vontade de chamar por Eileen, mas conteve esse impulso com um aperto no coração.
 
“Eu também não consigo…” Falou a voz de Nerissa, como se tivesse compreendido o silêncio de Severus.
 
O rapaz quase que conseguiu pressentir tanta preocupação no tom que ela empregou como aquela que sentia arder dentro de si. Tinha certeza que Nerissa também tinha deixado problemas por resolver em casa.
 
A luz das chamas era reconfortante, e Severus deixou-se ficar ao lado de Nerissa até estas começarem a fraquejar. Ficaram sentados lado a lado, sem se mexerem, apreciando aquele estranho momento de conforto e cumplicidade que partilhavam, cada um pensando nos seus problemas. Mas isso foi até Nerissa quebrar o silêncio, perguntando num leve sussurro:
 
“Queres contar-me o que te atormenta?”
 
Severus não soube o que responder, ficou paralisado a olhá-la. Como é que ela tinha tanta certeza que algo o atormentava?
 
Nerissa não insistiu ou tornou a perguntar. Em vez disso, cruzou as suas pernas e começou a pentear seu próprio cabelo negro com os dedos. As suas pequenas e frágeis mãos pareciam aranhas brancas, subindo e descendo o seu cabelo de seda. Aquela delicada dança hipnotizou o rapaz, deixando-o ainda mais incapacitado de responder.
 
Um pouco depois Nerissa falou novamente, começando um pouco atrapalhada, “O meu pai… Ele exige muito de mim.”
 
Severus identificou o olhar sombrio que tinha visto pela primeira vez à entrada do comboio ainda em King’s Cross. Tinha sido naquela mesma manhã, e no entanto, parecia ter sido há tanto tempo atrás. “Ele diz que eu tenho de ser a melhor em tudo e que tenho um destino grande à minha frente… Que está na hora da nossa família ser grande outra vez. Diz que o sangue… O nosso sangueVai marcar a diferença.”
 
Severus assustou-se. Desconfiava de quem ela era filha e qual era sangue lhe corria nas veias. Quando se apercebeu que poderia ser inapropriado, já lhe tinha perguntado, “O sangue de Salazar Slytherin?”
 
Ela deu uma risada nervosa, mas não pareceu surpreendida ou ofendida, “Tu estavas na plataforma atrás de mim, eu vi-te… Calculei que nos tivesses ouvido... Claro que juntaste as peças e percebeste o puzzle.”
 
Ela fez uma pausa e pareceu decidir que o cabelo já não precisava de ser penteado. Antes de continuar, Nerissa soltou um suspirou, triste. Sou herdeira de Salazar Slytherin, sim…infelizmente. Acho que a única coisa que não podemos escolher é de quem somos filhos…”
 
“Como eu te compreendo…” Deixou escapar Severus, quase sem se aperceber. Ela parou para o admirar e ele decidiu que tinha chegado a sua vez de falar. “O meu pai, ele... Ele é um muggle.”
 
Por momentos temeu que Nerissa se afastasse dele, mas a única coisa que ela fez foi olhar para as poucas chamas que ainda crepitavam. Severus soube que podia continuar, “A minha mãe apaixonou-se por ele e ficou grávida de mim, sem pensar nas consequências. Ela vem de uma família de sangues puros muito reconhecida… Os Prince. Mas eles deserdaram-na quando souberam que ela se ia casar com o meu pai… um muggle. A minha mãe só lhe revelou que era uma feiticeira quando já estavam casados…”
 
As lágrimas inundaram-lhe os olhos e a voz tremeu-lhe, mas Severus continuou, sentindo Nerissa a seu lado aproximando-se lentamente, “O meu pai enlouqueceu quando soube a verdade… Começou a beber. E depois começou a bater-lhe…”
 
Severus enterrou a cabeça nos joelhos para que Nerissa não lhe visse as lágrimas que caíam sem piedade dos seus pequenos olhos negros “Ele obrigou-a a deixar a varinha e a viver como muggle. E a minha mãe obedeceu-lhe por amor , desistiu do emprego no Ministério da Magia… Ela era Coordenadora do Gabinete das Relações Internacionais! E desistiu de tudo! Por ele!... O meu pai começou a cada vez chegar tarde do trabalho. Havia dias que nem sequer dormia em casa, e eu encontrava a minha mãe a chorar sozinha… Mas isso não foi o pior.”
 
Severus continuou o desabafo, dizendo tudo o que nunca tinha tido coragem de dizer, admitindo tudo o que se esforçara por esconder até de Avery, “Quando ele descobriu que havia magia em mim, piorou tudo outra vez… Batia na minha mãe todos os dias e sem razão. Gritava, bebia… Partia tudo o que apanhava nas mãos… Dizia que a minha mãe o tinha manipulado… A única coisa que eu podia fazer era pôr-me a frente dela! Assim ele batia em mim em vez de bater na minha mãe… Ele não queria que eu viesse para Hogwarts… E eu vim sem ele saber. Não consigo imaginar no que fez à minha mãe hoje quando descobriu que eu não estava em casa… É isso que mais me preocupa, não poder estar lá… Não poder tomar o lugar dela!”
 
Nerissa continuava em silêncio, pacientemente esperando que Severus dissesse tudo o que tinha a dizer, e com extrema delicadeza, pousou a sua mão no ombro dele, como se lhe transmitisse forças para ele continuar… E Severus assim fez, “A minha mãe não tem ninguém, sabes? Só me tem a mim… E agora estou tão longe dela, agora que ela está a sofrer tanto… Eu estou aqui. Intacto! Não consigo aceitar estar bem sabendo o quanto a minha mãe deve estar a sofrer…”
 
Foi com súbito conforto que Severus sentiu Nerissa a abraçá-lo… Os seus medos, apesar de continuarem presentes, pareciam agora suportáveis, como se a rapariga lhe tivesse transmitido força.
 
Carinhosamente, Nerissa passou a mão pelo cabelo oleoso dele numa carícia, “A mim parece-me que tens uma mãe que te ama acima de tudo. E que se prestou a um grande sacrifício para te ver feliz e para te dar esta excelente oportunidade. Devias estar-lhe grato! Ela estará feliz quando tu estiveres feliz também… Eu gosto de acreditar que a minha mãe desejaria o mesmo para mim…
 
Lentamente Severus endireitou-se com a pergunta no olhar. Não precisou fazê-la para que a rapariga lhe respondesse, encolhendo os ombros com um olhar triste, Ela morreu quando eu nasci. O meu pai costuma dizer que nem para ter filhos ela serviu... Aquele que viste na plataforma, o velho Marvolo Gaunt… É o meu pai. Ele nunca amou a minha mãe. Teve outros dois filhos com outra mulher, antes de conhecer a minha mãe, mas acho que eles morreram antes sequer de eu nascer e não lhe deixaram herdeiros… Não sei muito bem, o meu pai nunca fala disso. Encontrou a minha mãe por acaso. Envolveu-se com ela porque não queria que o sangue de Slytherin morresse com ele…”
 
Nerissa foi obrigada a fazer uma pausa para recuperar o fôlego, agora que os seus olhos se enchiam de lágrimas. Apertando gentilmente corpo da rapariga conta o seu, Severus teve a certeza que também ela nunca havia desabafado com ninguém.
 
A sua doce e quente voz não passava de um murmúrio engasgado quando continuou, “O velho Gaunt diz que eu fui feita com um propósito… Que tenho de me casar com um homem influente e reconquistar o estatuto que a nossa família perdeu… Ele nunca olhou para mim como filha. Fui sempre um objecto… A única peça que lhe restava no seu jogo! Tal como a minha pobre mãe também o foi… O meu pai preparou-me para a minha estadia em Hogwarts, quer que eu encontre um rapaz de uma família rica, influente… e de sangue puro.”
 
Agora era Severus que dava abrigo a Nerissa nos seus braços. Tinham mais em comum do que podia imaginar. Sofriam os dois por terem pais que não conseguiam olhar para eles e amá-los tal como eles eram…
 
Nerissa estava agora agarrada ao peito de Severus, chorando como um pequeno bebé. Ele não sabia o que fazer para a consolar, limitou-se a agarrá-la com mais força, e acariciar os cabelos de cheiro silvestre. Doía tanto ouvi-la chorar.
 
“O velho Gaunt nunca me contou nada sobre a minha mãe, não tenho retratos, nem fotografias… Só sei que se chamava Serena, e que foi ela que escolheu o meu nome.” Aquele desabafo cortou o coração de Severus. Ele nem conseguia imaginar como seria a sua vida se tivesse crescido sozinho com Tobias, sem a presença ou o excelente exemplo e educação de Eileen, “Ás vezes sinto-me tão sozinha, Severus…”
 
Sem ter a certeza daquilo que fazia, Severus levantou a cabeça de Nerissa, e olhou fundo nos seus olhos. As lágrimas caíam descontroladas pelo doce rosto da rapariga, mas mesmo assim ela retribuiu o olhar.
 
“Agora já não estás sozinha… Eu estou contigo.” A voz do rapaz suou como se não fosse dele, mas Severus sabia que estava a dizer a verdade. Era com o coração que falava, e não com a cabeça. Nerissa olhou para ele como se fosse a primeira vez, “Juro, Nerissa… Eu juro que nunca te vou abandonar.”
 
Ela aninhou-se nos braços dele uma vez mais, murmurando um fraco, “Eu sei…”
 
O choro de Nerissa diminuiu lentamente, apesar de de vez em quando ela ainda soluçar. Severus não a largou nem por um segundo, sentia que ela precisava de protecção e seria ele mesmo que a iria proteger.
 
Era tão bom sentir o calor do corpo de Nerissa junto ao seu. Estavam tão juntos que Severus conseguia sentir o coração dela bater em sintonia com o seu. O rapaz encostou a sua face aos cabelos negros dela e encheu os pulmões, descobrindo que perfume silvestre pertencia ao cabelo de Nerissa. O perfume da sua pele pálida era diferente, mais suave e muito doce. Ela era perfeita…
 
Sem sequer se aperceber do passar do tempo, Severus reparou que Nerissa tinha acabado por adormecer nos seus braços. Suspirou com um sorriso ao ver que o doce rosto da rapariga estava de novo calmo.
 
Delicadamente, limpou-lhe as lágrimas que ainda permaneciam na sua face, e não conseguiu deixar de perguntar-se, “Como é alguém pode ser tão belo? Até a dormir…”
 
Devagar para não a acordar, pegou-lhe ao colo e com extremo cuidado, sentou-se num dos sofás e deitando-a no seu colo. Acariciou-lhe os cabelos até aos seus dedos ficarem dormentes, e decidiu que não iria dormir... Essa noite, velaria pelos sonhos de Nerissa.
  

* * *

Continua...

Ora bem, termina aqui uma primeira fase da Fic... No próximo capitulo vai haver uma especie de Fast Forward no tempo. Esta Fic decorre ao longo da vida de Nerissa, e é vista maioritariamente através do Snape, por isso vão haver imensos saltos no tempo. Mas não se preocupem, de cada vez que isso acontecer eu aviso previamente e não vos vou deixar a apanhar papéis, faço sempre uma breve explicação do que aconteceu entretanto x)

 

Espero que tenham gostado... Este é também um dos meus capitulos preferidos x)

Loads of Kisses to All of You!

 

 

sinto-me: Ah, e tal...
música: Staind - Epiphany

publicado por Dreamer às 18:58

link do post | comentar | favorito

12 comentários:
De Catarinaaw a 1 de Abril de 2009 às 19:46
Eu gosto tanto desta fic *.*
Eles desabafaram os dois, juntos :D
Que queridos pá ^^

Mais, mais, mais +___+


De Mel a 8 de Abril de 2009 às 20:59
Bem ha algum tempo que nao vinha comentar, adorei este capitulo aserio bom trabalho :)


De Sássára a 1 de Abril de 2009 às 19:54
Uhuh, o capítulo que eu mais gostei da fic é dedicado a mim, espectacular :D
Eu ainda te quero escrever uma fic mas, como sabes, ando com um pequeno bloqueio... Mas hei-de conseguir porque tu mereces uma fic e muito mais!

Juro-te, este capítulo está espectacular. É aqui que eles se tornam inseparáveis, certo? Tão fofinhos *.*

Beijinhos, gosto muito de ti <3


De Joanne a 1 de Abril de 2009 às 21:28
Olaa ^^
Bem... MAS QUE CAPITULO! =O
Amei amei amei *----------* Nem sem o que dizer. Eu estou cada vez mais apaixonada por esta fic. É que nao sei mesmo o que dizer, é sempre assim quando quero dizer alguma coisa de jeito :x
O ambiente que tu criaste... eles os dois tão proximos, tao parecidos.. o sentimento de protecção e fascinio que ele nutre por ela... está tudo PERFEITO! Por momentos acho que estive sentada lá com eles, juro ^^
E a musica, oh a musica! A musica é LINDA! Porque é que metes sempre musicas tao bonitas? xD Esta encaixou perfeitamente no capitulo.

E pronto acho que mesmo assim ainda disse alguma coisita que se aproveitasse, é mesmo muito dificil explicar como as coisas me tocam cá dentro. Parabens pela escritora que és.
Já nao te melgo mais ^^
Quero mais, mas isso já tu sabes :D
Beijinhoos *


De Ritz a 2 de Abril de 2009 às 00:28
Quando vires de quem é este comentário até vais pensar "Finalmente!"
Mas só agora é que consgeui ler a tua fic tudinha para fazer um comentário decente e bem, estou a adorar!

Eu, que nem gosto muito do Snape, acho-o uma fofura x)Eu já estava a divinhar qu eo rapaz misterioso com quem o Lucius falava era esse ser repugnante --'
E agora resta-me esperar ansiosamente pelo próximo capítulo.
Cya *


De Eloise a 2 de Abril de 2009 às 11:52
É mesmo sorte para nós postares a um dia da semana *----*
estou a amar isto, mesmo! o Riddle é assustador já em novo, eu fugia se ele me aparecesse à frente xD pobre Snape, ele preocupa-se tanto com a mãe que se sacrificou por ele!
Adorei a união deles, e o Snape tá tão caidinho x) quero mais *-*
beijinhooos!


De Prongs a 2 de Abril de 2009 às 15:36
hey ;D
wow este é definitivamente o meu capítulo preferido.
está tão bonito :)
quero o próximo ;D

cya^^


De Sii '' a 2 de Abril de 2009 às 16:28
Fiquei mesmo com as lagrimas nos olhos.... *.*

Que bunito...a serio...eles estao tao confidentes...tao...

Ai sem palavras....estou maravilhada!!!!!

jinhu''
Si


De x Puky a 3 de Abril de 2009 às 14:45
Este capítulo está tão querido...
Estou ansiosa por mais, esta fic está espetacular!


De Mudei de conta. ^^ a 5 de Abril de 2009 às 19:06
Hey!**

Desculpa não ter comentado os outros capítulos... A sério! Eu adoro o teu modo de escrever e a fic está simplesmente maravilhosa!
Continua o bom trabalhos! ;)

KissinhuH!*


De spark a 9 de Abril de 2009 às 20:44
ultima a comentar -.-'
mas já tou quase a apanhar os capitulos novos :D


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Dreamer @ 23-02-2009
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