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Sábado, 28 de Março de 2009

"Nerissa Gaunt" - Chap 6

Olá meus amores xD

 

Primeiro que tudo... OBRIGADA PELOS FANTÁSTICOS COMENTÁRIOS! Acreditem que são das poucas razões que me fazem sorrir ultimamente. Fico mesmo muito feliz que reconheçam e que elogiem o que escrevo... Mais uma vez OBRIGADA! ^^ Tenho sem dúvidas, os melhores leitores do mundo inteiro e arredores xD Adoro-vos a Todos!

 

Não vos vou maçar com a "história melodramática" da minha vida, porque sinseramente até eu já estou farta dela... Vim aqui dar-vos mais um capitulo e não para me lamentar, porque sem duvida que merecem que eu poste mais um! ^^

 

ENJOY! x)

* * *

 Salazar's Inherance Trilogy 

Nerissa Gaunt
Capitulo Sexto
 
Cheio e orgulho, Severus desceu as curtas escadas do estrado da mesa dos professores e dirigiu-se à mesa dos Slytherin. Os seus olhos encontraram os de Nerissa nesse mesmo instante.
 
Um sorriso sincero dava vida e luz aquele doce rosto, e o coração do rapaz bateu ainda com mais força. Avery empurrou Rabastan que estava a seu lado e arranjou lugar a Severus. Rabastan ainda murmurou alguma coisa, mas Severus nem quis saber. Sentou-se e de bom agrado apercebeu-se que estava quase frente a frente com Nerissa.
 
“Severus!” A voz de um rapaz chamou-o do outro lado da mesa, do lado onde estavam os estudantes mais velhos. Era Lucius. Estava abraçado a uma rapariga que o Severus ainda não tinha conhecido. Ela era loira e tinha os olhos azuis como ele. O rapaz conseguiu reconhecer nas suas feições frias alguns traços de do rosto de Bellatrix Black.
 
“Sê bem-vindo aos Slytherin, Severus.” Disse-lhe Lucius de modo que só Severus o ouvisse.
 
Quando Severus abriu a boca para murmurar um agradecimento, já Lucius lhe tinha voltado costas e dirigindo-se a um outro jovem bastante mais velho e extremamente misterioso. Devia estar no seu último ano de Hogwarts, parecia ter dezassete anos, ou mais até. Esse jovem de semblante carregado, tinha cabelo negro curto, muito bem penteado, e os seus olhos pareciam brilhar numa sombra vermelho sangue. A sua pele era muito pálida, ainda mais pálida que a de Nerissa, parecia quase cinzenta. O seu olhar, sério e penetrante, digno de um nobre, percorria Lucius com interesse. Severus teve a impressão de que ambos falavam sobre ele.
 
O pequeno rapaz só acordou da sua curiosidade quando Avery lhe bateu nas costas, felicitando-o também. Severus ainda tentou começar uma conversa com o amigo enquanto Emiline Vance e Patrick Zeller eram seleccionados para a equipa dos Hufflepuff e Ravenclaw respectivamente, mas não conseguiu lembrar-se de nada para lhe dizer. Além disso, Avery parecia estar a ter uma conversa animada com o irmão mais velho de Rabastan, que Severus veio a saber chamar-se Rodolphus.
 
Nerissa, por sua vez, estava a ser o centro das atenções de Raphael. Severus sentiu vontade de intrevir e afastar Raphael pelo colarinho, mas de súbito, os olhos negros da rapariga  encararam os dele e o rapaz quase ouviu na sua mente, “Eu trato disto sozinha, obrigada.”
 
Ele limitou-se então a observá-los, desejando estar no lugar de Raphael, sem saber ao certo porquê.
 
O barulho no Grande Hall aumentou. Velhos amigos encontravam-se, matavam-se saudades e travavam-se novas amizades. Severus sentia-se completamente deslocado, nem Avery parecia lembrar-se que ele existia. Felizmente o feiticeiro vestido de azul, com óculos de meia-lua, sentado no centro da mesa dos professores, levantou-se, fazendo silenciar o salão.
 
“Bem-vindos, bem-vindos a mais um ano em Hogwarts!” Gritou ele com um sorriso rasgado nos lábios, conseguindo a atenção de todos.
 
“Como muitos já sabem, o meu nome é Albus Dumbledore, e vou ser, a partir deste ano, o vosso Director.” Da outra ponta da mesa, Severus ouviu o jovem misterioso que havia estado a conversar com Lucius soltar um murmúrio desaprovador que pareceu passar despercebido. “Sendo assim, temos outras mudanças no nosso corpo docente…”
 
Com uma pausa, agitou-se para a jovem feiticeira que tinha conduzido os primeiros anos, e que estava sentada à sua direita, Dêem as boas vindas à professora Minerva McGonnagal, que estará encarregue a partir deste ano das aulas de Transfiguração e será ao mesmo tempo Chefe da equipa dos Gryffindor.”
 
Ouviram-se aplausos, mas sem grande entusiasmo. Ninguém parecia conhecê-la.
 
“Temos mais um esplêndido ano de enriquecimento das vossas brilhantes mentes mesmo à nossa frente!” Continuou o professor Dumbledore, "Mas primeiro que tudo: o Jantar!”
 
E depois do director bater duas palmas, as cinco longas mesas de madeira encheram-se de comida. A maior variedade de cozinhados possível estava ali, diante de todos, em quantidades exorbitantes! Todos os estudantes do primeiro ano soltaram uns ruídos de estupefacção, menos um.
 
Severus deu um murro na mesa com toda a sua força e rosnou de raiva. Sentiu como se uma espada lhe estivesse a dilacerar o corpo e a alma. Como é que podia ter-se esquecido de Eileen durante tanto tempo!?
 
Era hora do jantar! Tobias devia estar agora a chegar a casa e a descobrir que Severus tinha partido para Hogwarts. O pai devia estar mais furioso do que alguma vez Severus o vira. Eileen devia estar a sofrer tanto às mãos dele… “E eu aqui! Prestes a jantar esta refeição maravilhosa!”, os olhos encheram-se de lágrimas de ódio. Sentia-se completamente destroçado.
 
“Que foi, meu?” Era Avery, parecia genuinamente preocupado. Severus lembrou-se então que não estava sozinho. Nervosamente, olhou na direcção de Nerissa e viu que ela também o olhava. “Estás a sentir-te bem, pá?”
 
“ ‘Tou, Avery…” Murmurou Severus tentando controlar a dor aguda que sentia no peito, mas sem conseguir fazer com que as suas mãos parassem de tremer. Estavam rodeados de pessoas, Rodolphus estava também a observá-lo e não era o único, “Está tudo bem. É só… Esquece. Depois falamos.”
 
Avery encolheu os ombros e continuou a sua conversa com os irmãos Lestrange, ganhando agora atenção de Bellatrix e de um rapaz com a cabeleira rubi, chamado Matheus Mulciber, do segundo ano.
 
No meio da confusão Severus acabou por ser apresentado a Evans Rosier, um outro colega do primeiro ano, muito alto e magro. Por seu lado, Raphael parecia mais empenhado que nunca em cativar a atenção de Nerissa. Para desagrado de Severus, ela parecia cansada demais para o repelir. E assim, Severus continuou sozinho, apesar de estar rodeado de gente.
 
A imagem de Eileen não lhe saía da mente, O teu pai não sabe o que faz, querido… Não o culpes.” Lembrou-se ele de ouvir a mãe dizer-lhe, sentindo a raiva a pulsar-lhe no peito. Quem lhe dera estar em casa para se por a frente da mãe, como tantas vezes tinha feito... Assim, a fraca Eileen não teria de suportar todo o sofrimento físico sozinha.
 
Severus acabou por não conseguir tocar na comida. O seu estômago estava demasiado apertado. Nem o cheiro delicioso de tantos pratos lhe abriu o apetite… Só bebeu água, e foi para procurar acalmar-se. Ainda pensou em sair do salão, queria ir deitar-se. Sabia que o sono não viria, mas ao menos assim poderia chorar à vontade e amaldiçoar o pai sem ninguém o ouvir. No entanto, ao que parecia, seriam levados para os dormitórios em grupo, quando a refeição terminasse e depois do discurso do director.
 
Severus estava quase a desesperar… Sabia que a sua figura não era de todo atractiva, por baixo do manto negro com o emblema de Hogwarts, vestia roupas demasiado grandes para o seu tamanho. O seu cabelo estava completamente oleoso e escorria-lhe pesadamente pela cara... Pelo menos assim sabia que ninguém o ia incomodar.
 
Enterrou o seu rosto nas mãos ossudas e esperou que o tempo passasse para que o banquete chegasse ao fim.
 
Já o barulho dos talheres tinha quase morrido, quando Severus sentiu alguém sentar-se a seu lado. Ele não precisou levantar a cabeça par a saber quem era. Por cima de todos os odores da refeição, Severus sentiu um leve aroma silvestre que só podia pertencer a uma pessoa.
 
“Sentes-te bem?” Perguntou a voz doce e quente de Nerissa enquanto lhe colocava o seu braço fino em volta dos ombros.
 
A custo o rapaz ergueu a cabeça e lá estava ela, a mais bela rapariga que ele alguma vez tinha encontrado. Os seus olhos, agora meigos estavam fixos nele e a os seus lábios vivos torciam-se num leve sorriso. Então, Severus desejou não estar com um aspecto tão miserável… O cabelo oleoso estava mais despenteado que nunca e os seus olhos estavam muito vermelhos. Ele quis mentir e dizer que estava tudo bem, mas não conseguiu.
 
Não Eu não estou nada bem.” Respondeu com sinceridade. Alarmada, Nerissa aproximou-se mais. Mas a conversa não pôde continuar, o director de Hogwarts tinha-se levantado mais uma vez.
 
Enquanto o feiticeiro avançava para diante dos estudantes, outros quatro professores acompanharam-no, descendo os degraus, e avançando um para cada uma das mesas. Entre eles estavam um professor muito baixo e gordo, que se dirigiu aos Slytherin, e que mais tarde Severus soube ser Horace Slughorn, chefe da sua equipa. Na mesa dos Gryffindor estava a professora McGonnagal, e nas dos Ravenclaw e Hufflepuff estavam também os seus chefes da casa: um feiticeiro muito alto e magro, praticamente careca e uma feiticeira muito baixa e rechonchuda. Cada um deles entregava um pergaminho a cada aluno da sua casa.
 
O professor Slughorn apressou-se a distribuir os pergaminhos aos primeiros anos, sem parar muito para os cumprimentar, enquanto que junto dos mais velhos travou vários diálogos e saudações entusiasmadas.
 
“Mais uma vez, boa noite!” Era o professor Dumbledore a falar novamente, a agitação no salão desvaneceu-se por completo, “Os chefes de cada equipa estão a entregar-vos agora os vossos horários… que espero que sejam cumpridos.” Acrescentou ele com um sorriso.
 
Severus olhou para o pedaço de pergaminho que lhe tinha sido entregue e lá estava: o seu horário escolar. Começava já no dia seguinte às oito e meia da manhã com a sua primeira aula de Transfiguração, que seria portanto com a professora McGonnagal… e, Severus suspirou aborrecido, seriam três horas seguidas de aula. Nerissa inspeccionava o seu próprio pergaminho. Dando uma breve olhadela, Severus constatou com alívio que o seu horário era igual ao dela.
 
O director continuou o seu discurso, mas Severus não lhe prestava atenção, estava a analisar o seu horário e as disciplinas, pensando consigo mesmo “Transfiguração deve ser interessante… Defesa contra as Artes Negras, ainda mais!… Oh, Poções! Fantástico!... História da Magia!? Que seca… Herbologia? Que estupidez!”
 
Quando terminou de analisar o seu horário já só teve tempo de ouvir o professor Dumbledore dizer:
 
“Primeiros anos: Os Perfeitos de cada equipa vão levar-vos aos vossos dormitórios, não se dispersem… Durmam bem, e bom regresso às aulas!”
 
Assim que o professor Dumbledore terminou o seu discurso, todos os estudantes se levantaram dos seus lugares para sair do salão. De facto, já era bastante tarde. Severus, com um gosto amargo na boca, perguntou-se se Tobias já se teria fartado de bater em Eileen... Ao levantar-se da mesa, prometeu que antes de se deitar escreveria uma carta à sua mãe e a enviaria através de uma coruja da escola.
 
No meio da confusão que depressa se instalou, Severus deixou que Nerissa lhe passasse à frente, tentando protegê-la dos empurrões impacientes.
 
O grupo excitado de estudantes do primeiro ano dos Slytherin foi conduzido por Lucius Malfoy e Alecto Carrow, para fora da confusão e depois através de passagens e descendo pequenas escadas em caracol. As passagens eram sombrias e pequenas, dando apenas para uma ou duas pessoas de cada vez. Os corredores, por sua vez, eram largos e iluminados por tochas aqui e ali, mas Severus sabia que não aquela a zona onde iriam ter aulas, apesar de passarem por inúmeras portas. O rapaz perguntou-se quantos segredos a sua nova casa teria...
 
A pressa dos Perfeitos não permitiu a Severus dizer o que quer que fosse a Nerissa. Mas conseguiu perceber que ela estava tão, ou mais, fascinada com aquele local como ele.
 
O grupo prosseguia, quase em passo de corrida deixando a multidão cada vez mais para trás. A dada altura a mão de Nerissa escorregou para a sua, apertando-a levemente. Severus sentiu o seu estômago dar uma volta, mas não a largou.
 
Ao chegarem ao final de um corredor, o grupo virou à esquerda, enfrentando um final sem saída. No fundo desse corredor estava um nicho, aparentemente vazio, Lucius caminhou até ele com um ar importante, exibindo-se. O nicho era como uma moldura enorme e imponente, adornada de serpentes, cascavéis e caveiras.
 
“Chegámos, caros colegas.” Disse ele, desafiador. Os pequenos entre olharam-se, intrigados. Não havia nada à sua frente. Apenas um nicho onde, um dia, pudesse ter estado a estátua de Salazar Slytherin… Mas o nicho estava vazio agora! E aquele corredor não tinha mais nenhuma saída! Seria uma partida por serem do primeiro ano?
 
Severus aproveitou para se aproximar de Nerissa, sem nunca lhe largar a mão. Ele fez um olhar interrogativo, ao qual a rapariga respondeu simplesmente, “Espera e verás...”
 
Ela parecia subitamente séria e fria. Algo parecia não estar bem…
 
Diante do grupo, Lucius continuava a rir-se, “Ah! Vocês não esperavam uma entrada visível, pois não?”
 
Nenhum dos pequenos lhe respondeu. Nem mesmo Nerissa, que parecia saber exactamente onde era a entrada. Lucius virou-se para a jovem a seu lado, rindo mais ainda, “Eles são tão queridos! Mostra-lhes, Alecto…”
 
A jovem abanou a sua cabeleira cor de ratazana e empinou um pouco mais o seu nariz. Ao aproximar-se da parede de pedra ela murmurou, “Serpentês…”
 
Diante dela, e para surpresa dos mais novos, surgiram duas grandes portas de carvalho negro, que tinham como puxadores duas serpentes enroladas entre si.
 
“Aqui está a entrada para a nossa Sala Comum!” Finalizou Alecto simplesmente, pavoneando-se.
 
“Memorizem «Serpentês», é a palavra passe deste ano,” Continuou Lucius, muito seguro de si, avançando para Alecto. Depois empurrou as portas negras de par em par sem muito esforço e murmurou, “E agora… A Sala Comum dos Slytherin!”
 
Os dois Perfeitos, deslizaram para dentro da sala comum, descendo os poucos degraus à sua frente, permitindo que o grupo dos pequenos pudesse vislumbrar pela primeira vez aquela sala. Nerissa puxou Severus pela mão suavemente para a frente do grupo, dando-lhes uma visão privilegiada. O rapaz ouviu-a suster a respiração e murmurar para ninguém em particular, “É tal e qual ele me descreveu…”
 
Diante de Severus estava uma sala bastante ampla, com o aspecto de um calabouço. Mesmo em frente à entrada estavam três grandes janelões que não davam a vista dos campos de Hogwarts… Severus arregalou os olhos, incapaz de acreditar no que os seus olhos viam... Do outro lado dos vidros via-se o fundo de um lago! A sala comum estava colocada no fundo do Grande Lago que banhava os campos de Hogwarts! A pouca luz que penetrava nas janelas era verde, inundando a sala comum de um ambiente mágico.
 
À esquerda e à direita desses janelões abriam-se dois corredores muito escuros distintos, que mais tarde lhes foram indicados como sendo os corredores para os dormitórios.
 
Do lado direito da sala havia ainda uma lareira que não estava acesa, mas que reunia à sua volta já alguns alunos do sexto e sétimo ano, sentados em sofás que pareciam ser bastante confortáveis. Entre eles estava o jovem estranho e misterioso que Severus vira falar com Lucius, e parecia ser ele o centro das atenções. Lucius já se lhes tinha juntado, apesar de ser ainda do quinto ano.
 
O lado oposto da sala estava deserto. Lá estavam dispostas algumas secretárias e escrivaninhas, onde se amontoavam livros, pergaminhos, penas e tinta de escrever.
 
Severus não conseguiu evitar sentir-se em casa…
 
“Os dormitórios das raparigas são à direita e o dos rapazes à esquerda…” Terminou Alecto impaciente, com os olhos postos em Lucius que falava animadamente com misterioso jovem do sétimo ano, Mais alguma pergunta?”
 
Ninguém pareceu ter dúvidas, e como também estavam bastante cansados, e sem demoras dividiram-se rapazes para um lado raparigas para o outro.
 
A custo, Severus abandonou a mão de Nerissa enquanto ela o olhava com um sorriso tímido. Murmurou-lhe a despedida, desejando poder ficar com ela mais um pouco, “Boa noite.”
 
“Boa noite… Repetiu a rapariga, escondendo o rosto nos seus cabelos negros. A sua pele pálida parecia agora esmeralda, devido ao reflexo da luz através do lago.
 
Inesperadamente, Bellatrix apareceu e pegou-a pelo braço, arrastando-a, zangada, para longe de Severus, murmurando algo que o rapaz não conseguiu ouvir. Os olhos de Nerissa mantiveram-se fixos nos dele até ser absorvida pela escuridão do corredor do dormitório feminino.
 
Porque é que queria tanto estar com aquela rapariga de cabelos negros? “Nerissa. Doce Nerissa…”
 
Por algum tempo, Severus manteve-se ali, junto às janelas frias. Deixando-se ficar para trás, enquanto os rapazes se dirigiam ao dormitório pelo corredor escuro atrás dele. A sua presença não passou despercebida pelo grupo dos alunos mais velhos…
 
“Pisga-te, fedelho!” Alecto franzia o seu nariz arrebitado, talvez pensando que causava medo a Severus. O rapaz teve de se esforçar para não soltar uma gargalhada.
 
“Então, então, Alecto... Que maneiras são essas?” Intrometeu-se o jovem misterioso do sétimo ano, em tom de desafio. Severus reparou que a sua pele pálida reluzia no mesmo tom esmeralda da de Nerissa sob aquela luz. Para sua surpresa, Alecto encolheu-se de imediato, parecendo até murmurar um pedido de desculpas envergonhado.
 
No segundo seguinte, os olhos negros daquele jovem estranho brilhavam de interesse, atravessando o pequeno rapaz como se lhe inspeccionasse os pensamentos. Num gesto anormalmente hábil, e com um sorriso estranho no rosto, aquele jovem levantou-se e encaminhou-se pesadamente para Severus.
 

* * *

Continua...

Quem adivinhar primeiro quem é aquele "jovem estranho" recebe uma prenda minha xD Se bem que é um pouco óbvio de quem se trata --' De qualquer das maneiras, espero que tenham gostado ^^ Sabem que adoro saber as vossas opiniões x)

 

Loads of Kisses to All of You!

 

sinto-me: Acabada de acordar... +.+
música: TV on the background.

publicado por Dreamer às 12:02

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10 comentários:
De Little J a 28 de Março de 2009 às 13:43
jacs a ler o cap: aii que fixee *-* buésda fixeee! (alta portugues -- ')
jacs no final: é óbvio quem é o rapaz oO ? Eu não faço a minima ideia ._.

mas adorei *-*


De mel a 30 de Março de 2009 às 14:31
acho que é bastante obvio Tom Riddle.


De Mel a 1 de Abril de 2009 às 19:16
Continua a postar. e sempre que precisares de desabafar fa-lo os leitores e quando digo isto acho que falo por todos agradecem o teu trabalho e nao nos importamos nada de ouvir neste caso ler aquilo que tens a dizer sobre o que se esta a passar contigo. nos blogues nao a cara para poder apontar o dedo ou alguma coisa portanto qdo quiseres estou aqui :)


De Sássára a 28 de Março de 2009 às 15:03
Omg, a descrição que fizeste da sala comum deles está espectacular... Quando imaginei o fundo do lago visto pelas janelas percorreu-me um arrepio, vê lá tu! Super fascinante +.+

Eish, o Snape estava mesmo com medo pela mãe :\ Super querido, apesar de lamentável.

Será Voldmort? (a)

Beijinho, gosto muito de ti <3


De Eloise a 28 de Março de 2009 às 17:02
Que fofo o Snape preocupado com a mãe *----* e ele com de mãos dadas com a Nerissa, que fofinhos!
Acho que o estranho é o Tom Marvolo Riddle, also known as Lord Voldemort. xD
Beijinhos!
E vais ver que os problemas se resolverão dentro em breve (:


De Prongs a 28 de Março de 2009 às 19:07
waa *-*
gostei tanto :D
descreveste a sala exactamente como eu a imaginava ;D
uh é o tio Voldie? xD

beijinhos ^^


De Catarinaaw a 29 de Março de 2009 às 11:46
O Snape tava de mãos dadas com a Nerissa, how cute *.*
E tava todo preocupado com a mãe, coitadinho :/

LaLaLa ~ , o estranho é o Voldie antes de ser Voldie x'DD ----> Tom Riddle (a)

Adorei a maneira como descreveste a Sala Comum... :D
E não gosto nada da Bellatrix, porque é que ela os afastou ? :O

Mais +.+


De Catarinaaw a 29 de Março de 2009 às 21:52
Só para acrescentar que criei um blog, e tomei a liberdade de te adicionar como amiga (:
Podes passar por lá, por favor ?
http://catarinaaw-fics.blogs.sapo.pt

Beijinho . *


De Joanne a 31 de Março de 2009 às 19:42
Olaa ^^
Só agora é que tive tempo para ler, desculpa. Odeio chegar atrasada -.-
Mas bem já li ^^ Fico sem palavras quando leio estes capitulos. Tu escreves de uma maneira que me trasnporta logo para o lado de lá, leva-me para Hogwarts, é mágico *.*
Está cada vez melhor, acho que me estou a apaixonar pelo Sev xD

Já toda a gente disse e eu tenho a mesma opinião, é obvio que é o Tom Riddle aka Voldmort xD

Quero maaais *-* Eu preciso de mais !
Beijinho


De spark a 5 de Abril de 2009 às 21:58
opah já cheguei tarde, mas como é obvio o rapaz é o Voldy! topei'o logo xD
vou ler mais *--*


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Dreamer @ 23-02-2009
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