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Sábado, 9 de Maio de 2009

"Nerissa Gaunt" - Chap 15

Olá meus amores x)

 

Esta manhã tive uma Frequência... Sim, já é mau demais ir à faculdade a um Sábado de manhã. Pior é ainda se tivermos de ir fazer uma Frequência da disciplina de Estruturas, vigiada por três pofessores com as respectivas alcunhas de Wolverine, Duende e Monstro das Bolachas... Acho que conseguem imaginar as personagens e o mau bocado que eu passei xD

 

E se querem saber como correu a Frequencia, eu digo. Correu péssimamente mal, sinto-me frustradíssima! Para que é que eu quero saber como funciona a Estrutura de Cabos da Ponte 25 de Abril, quando o que eu quero fazer no futuro é Restauro de Edifícios!?Respondam-me! xD Mas vou-me deixar de lamúrias, e vou postar a Fic, e peço-vos mais uma vez mil desculpas por andar tão desaparecida :x

 

ENJOY!

* * *

Salazar's Inherance Trilogy 

Nerissa Gaunt
Capitulo Décimo Quinto
 
 
 
Ao entrar no grande Salão Nobre, o jantar já havia sido servido, e como era de esperar o espaço estava apinhado de estudantes. Nerissa viu com agrado Lucius a afastar-se, sentando-se com os alunos mais velhos. Finalmente sozinha e muito ansiosa, a rapariga procurou Severus por entre as cabeças daquela mesa, e felizmente não demorou a encontrá-lo. Correu até onde ele se encontrava, e sentou-se depressa a seu lado, abraçando-o disfarçadamente para que ninguém reparasse.
 
“Finalmente, Nerissa…” Suspirou Severus parecendo bastante aliviado, interrompendo a sua refeição, O que vos fez demorar tanto? Já estava preocupado.”
 
Apesar de Severus não comparecer as reuniões ou aos treinos, sabia sempre quando e onde iriam decorrer. Nerissa não guardava segredos do rapaz.
 
“Foi o Crabbe…” Murmurou Nerissa, ainda com a voz ligeiramente a tremer, certificando-se que os alunos à sua volta não os ouviam, “Ele pronunciou mal a maldição Cruciatus e ia-se matando.”
 
“Oh não,” Gaguejou Severus verdadeiramente assustado, “E como é que ele está agora?”
 
Nerissa limitou-se a gesticular com a cabeça para a outra ponta da mesa, “Podes ver com os teus próprios olhos.”
 
De facto ali estava Crabbe, sentado entre Goyle e Nott, ainda meio combalido, e parecendo ter perdido todo o apetite… Mas estava vivo.
 
Ao olhar surpreendido de Severus, Nerissa respondeu, “Tive de fazer um contra-feitiço para que ele voltasse a respirar, mas acho que ele recuperou bastante bem.”
 
“Fizeste um excelente trabalho, Nerissa.” Congratulou-a Severus, acariciando-lhe a sua mão gentilmente por baixo da mesa.
 
A rapariga não se conteve e quase desabou em lágrimas, “Podia ter corrido tão mal… O Crabbe podia mesmo ter morrido, e a culpa seria minha!”
 
“Não te culpes, por algo que não é responsabilidade tua.” Sussurrou o rapaz docemente ao ouvido de Nerissa, reconfortando-a de imediato, “Foi ele que decidiu ir ao treino e foi ele que pronunciou mal a maldição. A culpa não é tua, é inteiramente dele.”
 
Nerissa quase sorriu aliviada, mas logo depois se recordou da outra razão pela qual o seu coração estava tão apertado no seu peito.
 
“Não imaginas o que aconteceu a seguir, Severus.” Desabafou ela, com as lágrimas nos olhos novamente, “Lembras-te de eu te dizer que o Voldemort tinha ido passar uns dias a casa do Lucius Malfoy para falar com a sua família?”
 
O rapaz temeu o que lhe iria ser dito, e por isso não teve coragem para pronunciar uma palavra que fosse. Limitou-se a assentir positivamente com a cabeça, ao que Nerissa continuou:
 
“Pois, então… O Lucius chamou-me a sós para me falar depois do treino.” A sua voz custava-lhe a sair, a angústia que sentia fazia-a perder o fôlego, “Ele contou-me que o Senhor das Trevas lhe revelou a minha verdadeira identidade… Que lhe tinha dito que eu também sou herdeira de Slytherin.”
 
Teve de fazer uma pausa para se tentar conter, não lhe convinha nada chorar diante de um Salão Nobre cheio de estudantes, muito menos sentada no meio de Slytherins.
 
Severus aproveitou para murmurar-lhe, tentando confortá-la, enquanto lhe acariciava o rosto ligeiramente, “Mas sabias que isso ia acontecer mais tarde ou mais cedo… Eles iriam perceber, Nerissa.”
 
A garganta da rapariga apertou com mais força e ela quase gritou desesperada, “Eu não esperava que fosse tão cedo!”
 
O rapaz acabou por recuar um pouco, já não sabia o que fazer ou dizer para a tentar confortar.
 
Nerissa percebeu que estava a ser rude para a única pessoa que a conhecia de verdade e que a compreendia, por isso tentou acalmar-se, acabando por relatar o resto do seu encontro com o jovem do sexto ano. “O Lucius ajoelhou-se perante mim, chamou-me «Minha Senhora», tratou-me como se eu fosse sua rainha… Eu achei que ia desabar em frente dele, mas consegui aguentar-me felizmente.”
 
Não havia palavras que Severus pudesse dizer que consolassem Nerissa naquele momento. Era algo ao qual a rapariga não podia fugir, e para já Severus não tinha o poder, nem idade ou maturidade para a conseguir ajudar. Limitou-se a enrolar os seus dedos na pequena mão dela, e murmurar-lhe, “Eu estou contigo agora…”
 
A rapariga sorriu ligeiramente, mas manteve a sua cabeça baixa… Ter Severus a seu lado era um conforto, claro. Era uma escapatória, do pesadelo em que estava… mas não apagava os seus medos e temores.
 
Ambos tentaram pegar nos talheres, Severus para retomar a refeição e Nerissa para a começar, no entanto a fome de ambos havia desaparecido por completo.
 
O rapaz conseguia sentir a angústia que ia dentro do peito de Nerissa, e a única coisa que queria era aliviar a sua dor.
 
Um bichinho nervoso e irrequieto moveu-se no seu estômago, e por momentos Severus soltou uma pequena risada nervosa… Sabia exactamente o que poderia animar o espírito de Nerissa, o único problema era que aquele não era o momento indicado.
 
No entanto, Nerissa ouviu a pequena risada de Severus e olhou-o confusa, agora também sorrindo ligeiramente, “Para que foi isso, Severus?”
 
O rapaz não se conseguiu impedir de sorrir, mas naquele momento, e naquele sítio, rodeado de colegas Slytherin, não podia ter dito a Nerissa aquilo que ansiava lhe dizer, “Não foi para nada… Nada de nada.”
 
Eles já se conheciam bem demais, Nerissa percebeu que havia ali alguma coisa, e não ia parar de insistir até descobrir, “O que se passa, Severus? Não me consegues enganar, sabes? Eu sei que há alguma coisa!”
 
A gargalhada que Severus reprimiu não deixou margem para dúvidas a Nerissa… E o rapaz sentiu que devia dar pelo menos uma pequena pista, “Nerissa… Lembras-te daquela pesquisa que eu te disse que estava a fazer?”
 
A rapariga soltou uma risada desconfiada, “Aquela pesquisa que estás a fazer desde o inicio do ano, e da qual não me revelas nada, nem o assunto que pesquisas?”
 
Na verdade, desde o inicio daquele ano que Severus fazia uma busca intensiva. Aproveitava os momentos em que Nerissa ia para as reuniões e treinos com os aspirantes a Devoradores da Morte, e afogava-se na sua pesquisa… Severus nunca lhe revelara nada, o objectivo era o resultado tornar-se numa surpresa que traria muita felicidade a Nerissa.
 
“Essa pesquisa, sim,” Confirmou Severus com um sorriso maroto, “Digamos que a pesquisa chegou ao fim… Já tenho para te mostrar o que tanto procurei nestes últimos meses, e tenho a certeza que ficarás muito feliz com o resultado…”
 
Nerissa deu um pulo no seu assento, muito entusiasmada. Desde Setembro que a curiosidade a roía, “Que dizer que me vais contar finalmente o que tanto pesquisaste?!”
 
Severus olhou-a com o mesmo sorriso maroto sem dizer uma única palavra, o que fez com que Nerissa ficasse aos pulos de entusiasmada, “Conta-me tudo, Severus! Conta-me já!… Eu não aguento nem mais um minuto!”
 
Sem se darem conta, já Avery, Raphael e Bellatrix que estavam sentados nas redondezas, estavam a olhar para ambos com extrema curiosidade. Severus teve de encostar os seus lábios ao ouvido de Nerissa para ninguém mais ouvisse, “Vem comigo para a Sala Comum agora… Tenho lá os ficheiros da pesquisa, posso mostrar-te tudo.”
 
Dito isto, a rapariga não esperou nem mais um segundo que fosse. Agarrou a mão de Severus com força, e ambos se levantaram ao mesmo tempo, correndo depois pelo Salão Nobre, até atravessarem todos os corredores e passagens secretas que os separavam da Sala Comum dos Slytherin.
 
Enquanto corriam de mão dada, iam soltando gargalhadas como duas crianças inocentes que eram. Era tão bom para Nerissa ter momentos detestes… Momentos de escape, só dela e de Severus. Assim poderia esquecer-se, nem que fosse por momentos, de todo o mal que Voldemort trouxera à sua vida. Por momentos, Nerissa conseguia ser verdadeiramente feliz.
 
* * *
Continua...
Este capitulo pode ser mais pequenito, mas prometo que o próximo compensa bastante. Irá descobrir-se qual é a família da mãe de Nerissa... Sabemos que ela da parte do pai descende de Salazar Slytherin, mas a própria Nerissa desconhece a mãe ou a família dela... Só revelo que será uma surpresa fulcral para o desenrolar da história xD
 
E agora, com a vossa licença, vou estudar Sociologia Urbana.
Loads of Kisses to All of You!

 

sinto-me: O meu nariz está a matar-me!
música: The Smashing Pumpkins - The Beginning is the End is the...

publicado por Dreamer às 18:34

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Dreamer @ 23-02-2009
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