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Terça-feira, 24 de Março de 2009

"Nerissa Gaunt" - Chap 5

Olá meus amores x)

 

Bem, ando a postar aqui com alguma frequencia... Ainda bem que já tenho esta Fic quase escrita até ao fim! Ler os vossos blogs é que tem sido complicadito =( Só para terem uma ligeira noção da minha falta de tempo, cheguei mesmo agora a casa --' Lindas horas, sem senhores... Precisamente doze horas depois de ter saído! ='( A vida é tão cruel!!

 

Mas com certeza que não querem ouvir as minhas lamúrias...

Aqui vai mais um capitulo, e uma pequenina surpresa lá em baixo ^^

ENJOY! x)

 

* * *

Salazar's Inherance Trilogy 
Nerissa Gaunt
Capitulo Quinto 

 

 

Subir aquela escadaria de pedra tornou-se num gesto bem mais fácil, quando executado em silêncio. Severus não voltou a dizer uma única palavra a Avery. Não o culpava pela discussão com Bellatrix, mas de alguma maneira sentia que o amigo Avery tinha ficado magoado ou chateado com a situação em que os tinha colocado a ambos.
 
Quando chegou finalmente ao topo, o grande grupo de estudantes do primeiro ano entrou num hall gigantesco, de escala quase divina. O grupo das pequenas crianças, sem saber para onde ir, começou a acumular-se em frente a um par de portas de carvalho.
 
Severus sabia que esperavam que alguém os viesse buscar, Eileen tinha lhe dito que isso aconteceria antes de entrarem no Grande Hall para serem, por fim, sorteados para cada uma das quatro equipas. O rapaz estava na cauda do grupo e não conseguia encontrar nenhuma cara conhecida: Avery tinha-se infiltrado no grupo assim que haviam terminado a subida. Mal sabia ele que a sua amizade com Avery nunca mais seria a mesma.
 
Passados breves momentos, uma figura alta de uma mulher entrou no hall e falou para o grupo. Ela era alta, esguia e tinha os seus cabelos presos atrás da cabeça num pequeno novelo, parecia já ser bastante madura, apesar de ser evidente que ainda era muito jovem. Severus estava demasiado longe dela para a ouvir, no entanto percebeu que ela os tinha ordenado para avançar, porque foi isso que o grupo fez.
 
As grandes portas de carvalho abriram-se sozinhas, por magia, revelando um salão gigantesco. A sua ambiência era dourada pela luz das grandes lareiras nas paredes laterais, e das pequenas velas que flutuavam por cima das cabeças de centenas de alunos que já se encontravam lá sentados em quatro grandes mesas rectangulares. Essas quatro mesas, cada uma pertencente a uma equipa, estendiam-se até uma quinta mesa onde uma dúzia de homens e mulheres se sentavam, fixando os pequenos que agora entravam.
 
Sentindo-se absurdamente intimidado e nervoso, Severus engoliu em seco e avançou.
 
Obedientes como cordeiros, todos seguiram aquela feiticeira, que Severus deduziu correctamente ser uma professora. O rapaz já não era o último da fila, outros tinham ficado imobilizados por aquela visão magnífica. Quando estavam a atravessar o meio do Grande Hall, alguém apontou para o tecto. Severus seguiu aquele pequeno dedo com o olhar, e de relance, parecia que não havia tecto por cima das suas cabeças. O tecto aparentava ser transparente, revelando assim o céu nocturno. O queixo de Severus descaiu ligeiramente, não podia estar mais maravilhado.
 
Quando o grupo de noviços parou em frente da mesa do fundo, a mesa dos professores, a feiticeira subia os degraus do estrado no qual se apoiava aquela mesa. De dentro da sua túnica, a mulher retirou um pergaminho amarelecido, e depois projectou a sua voz num tom formal:
 
“Vou chamar os vossos nomes… E quando os ouvirem, subam até aqui, e eu colocar-vos-ei o Chapéu Seleccionador, para serem seleccionados para as vossas futuras equipas.”
 
Dito isto, apontou para algo ao seu lado, e só então Severus se apercebeu de um pequeno banco de três pés repousado em frente da mesa dos professores, e ao lado daquela mulher. Em cima desse banco estava um chapéu que podia muito bem passar por um trapo velho. Estava meio esfarrapado e remendado por toda a parte, mas ainda assim a mulher pegou nele e começou a chamar os estudantes.
 
“Augustus Avery!” A professora chamou primeiro, e segundos depois a pequena e tímida figura de Avery surgiu na frente do grupo. Devagar, ele acabou por sentar-se, ficando com as suas curtas pernas a balouçar.
 
A feiticeira colocou-lhe o Chapéu Seleccionador na cabeça e o velho farrapo gritou quase automaticamente: “SLYTHERIN!”
 
Um sorriso vitorioso rasgou-se nos lábios de Avery enquanto ele saltitava para a mesa mais à esquerda, para ser recebido pelos outros Slytherins que o aplaudiam sem sequer olhar para trás. Severus não conseguiu evitar um sorriso, estava muitíssimo feliz pelo seu amigo.
 
Alguns estudantes depois, foi a vez de Bellatrix Black de ser chamada. A rapariga também foi sorteada para a equipa dos Slytherin. Enquanto Bellatrix ainda desfilava a caminho da sua mesa, ouviu a feiticeira gritar, “Sirius Black!”
 
Fitando o primo com desdém, a rapariga corrigiu a sua postura, não se sentando de imediato. Sirius captou depressa o olhar da prima e o seu rosto espelhou o medo e insegurança que sentia. Após sentar-se lentamente no banco de três pés, foi-lhe colocado o chapéu na cabeça… o resultado não demorou a se ouvir, “GRYFFINDOR!”
 
O grito de ultraje que Bellatrix soltou não chegou a ser ouvido, porque todos os alunos na mesa dos Gryffindor se levantaram para receber o primeiro sorteado da noite. Ao passar pelos alunos ainda não sorteados, Severus viu Sirius abraçar alguém.
 
“Eu já vou ter contigo!” Era a voz de James que gritava contente, acima dos aplausos dos Gryffindor, “Guarda-me um lugar!”
 
Depois de sorteados Eleonor Clearwater, “RAVENCLAW!” e Amos Diggory, “HUFFLEPUFF!”, a professora chamou o nome seguinte na sua lista, Lilian Evans!”
 
Severus pôde ver a rapariga ruiva que tinha encontrado no comboio, com a sua rapariga de cabelos negros, a subir agora os pequenos degraus sozinha e a sentar-se no banco. Mal o chapéu lhe tinha tocado no topo da cabeça, este gritou: “GRYFFINDOR!”
 
Um momento antes de os Gryffindor irromperem em saudações, Severus ouviu o nítido grito de vitória de James, não muito longe de onde se encontrava.
 
Muitos outros estudantes se seguiram, e o grupo dos que ainda não tinham sido chamados foi diminuindo. Severus acabou por descobrir o rosto rapariga dos cabelos negros por entre um par de cabeças, mas ela não o viu. Parecia demasiado nervosa para levantar o olhar da feiticeira que chamava os alunos para serem sorteados.
 
Completamente imóvel, a pele muito pálida da rapariga parecia ter um brilho dourado à luz das velas que a sobrevoavam. Severus estava a admirar a sua beleza uma vez mais quando a feiticeira chamou: “Nerissa Gaunt!”
 
A rapariga de cabelos negros escolheu-se e as suas faces pálidas ganharam uma tonalidade rosa. Ela inspirou todo o ar que pôde e avançou. “Nerissa… É esse o teu nome?” Sussurrou Severus, com um estranho sorriso rasgado nos lábios.
 
Enquanto caminhava lentamente, Nerissa parecia ignorar todos os olhares galantes que a assombravam. Parecia demasiado assustada para a simples tarefa que a esperava. Severus tinha a certeza que os joelhos dela estavam a tremer.
 
Um feiticeiro vestindo uma azul, e usando óculos de meia-lua, que se encontrava sentado na mesa dos professores concentrou-se nela, avaliando-a atentamente.
 
 
Quando Nerissa chegou ao banco de três pés, sentou-se nele como se estivesse a sentar por cima de vidros, com bastante cuidado e com seu olhar negro cheio de angústia.
 
Ignorando a insegurança da rapariga, a professora colocou-lhe o chapéu muito rapidamente como a todos os outros estudantes, mas desta vez o trapo velho parecia não saber decidir onde colocar aquela estudante. Demorou mais tempo a dar a sua sentença do que a qualquer outro. Parecia até que Nerissa estava a murmurar algo… Estaria ela a falar com o Chapéu Seleccionador?
 
“Uma pessoa com a tua inteligência encaixa na perfeição nos Ravenclaw!”, insistia a voz do Chapéu Seleccionador dentro da cabeça de Nerissa, mas ela respondia insistentemente através de um sopro:
 
“Eu tenho de ir para os Slytherin!” Era agora... Tudo ou nada. Tinha vivido os últimos meses esperando angustiada aquele momento, e o velho chapéu parecia não querer ajudá-la a cumprir o que haviam destinado para ela. “Não percebes? Eu tenho mesmo de ir para os Slytherin!”
 
Nerissa não podia ter sequer imaginado o quão horrível era sentir a presença do chapéu na sua mente. Este parecia sondá-la, remexendo em memórias e pensamentos. A rapariga só pedia que o chapéu a colocasse nos Slytherin para não desapontar o seu próprio pai. Nada ia mudar nada... Nerissa continuava a ser quem era, só queria que o pai reconhecesse o seu valor e se orgulhasse de ela ser sua filha… Que olhasse para ela como quem olha uma filha e não para um objecto.
 
“Lá porque tens sangue do Salazar Slytherin nas veias não quer dizer que tenhas de ir para essa equipa… Serias preciosa nos Ravenclaw. As tuas qualidades são muito louvadas lá…” Insistia o chapéu.
 
“Por favor, não me faças isto... Mete-me nos Slytherin!” Se não fosse para os Slytherin, aos olhos do pai seria o mesmo que manchar o nome gerações inteiras. O mais provável era o seu velho pai expulsá-la de casa, dizendo que a rapariga já não era mais sua filha, “Imploro-te! Põe-me nos Slytherin…”
 
“Muito bem, miúda... A decisão é tua.” A presença incómoda saiu da sua mente ao mesmo tempo que a voz ecoava mais uma vez no salão: “SLYTHERIN!”
 
Em silêncio e visivelmente mais aliviada, Nerissa agradeceu silenciosamente ao chapéu, e dirigiu-se à mesa da sua equipa.
 
Para seu desagrado, muitos rapazes dos Slytherin batiam palmas entusiasticamente com um olhar obsceno. Olhando de relance, Nerissa viu Severus ainda à espera de ser chamado. Num segundo pediu a Merlin para que ele fosse colocado nos Slytherin. Queria estar ao lado dele… Não sabia porquê, simplesmente queria!... Mas no segundo seguinte, em que os seus olhos encontraram os dele, sentiu-se corar de novo e pediu um desejo contrário. “Ele que tenha uma sorte melhor que a minha…”
 
Severus não conseguia tirar os olhos dela. Nerissa… O nome não lhe saía da cabeça. Ele observou enquanto ela passava, graciosa e de formas delgadas, em direcção aos bancos de madeira dos Slytherin. O seu cabelo brilhava intensamente e esvoaçava como seda negra. E na sua boca surgia um sorriso tímido, enquanto agradecia humildemente os aplausos. Agora Severus tinha mesmo a certeza para que equipa queria ir.
 
Outros nomes foram chamados… Severus viu Rabastan abraçar um rapaz que era a cópia perfeita dele, mas mais velho, na mesa dos Slytherin, e viu James juntar-se a Sirius e piscar o olho a Lily, na mesa dos Gryffindor. Foi também chamado o rapaz arrogante que Severus tinha conhecido no comboio: Raphael Ravenwood. Várias raparigas agitaram-se quando o viram subir para o banco, mas ele nunca perdeu a pose, digna de um nobre. Não pareceu de todo surpreendido quando ouviu o chapéu gritar: “SLYTHERIN!”
 
Severus foi obrigado a observar Raphael sentar-se ao lado de Nerissa e cortejá-la, enquanto a sua garganta se enrolava num nó apertado e o ciúme parecia corroê-lo. O rapaz ainda estava com o olhar fixo nos dois, sentindo um formigueiro no peito, quando ouviu a feiticeira gritar, “Severus Snape!”
 
O mundo caiu a seus pés. Sentiu-se acordar, depois de se ter esquecido que também seria chamado. Avançou a medo, e cheio de vergonha, à medida que centenas de olhos se colocavam nele. Por entre a confusão de cabeças, viu na mesa dos Gryffindor, James e Sirius que pareciam estar a apreciar o momento, tapando a boca para reter o riso. Mesmo ao lado, estava a mesa dos Slytherin, Bellatrix e Rafael avaliavam-no, enquanto Nerissa e Avery o olhavam esperançados.
 
Ao sentar-se no banco de três pés, Severus reparou que os joelhos lhe tremiam. Por um breve momento banco de três pés ficou apenas apoiado em dois, o que não passou despercebido a grande parte dos estudantes que soltaram uma gargalhada. Mas Severus não os ouviu, estava demasiado nervoso.
 
Assim que o chapéu lhe foi colocado na cabeça, sentiu uma presença deslizar também para a sua mente. Bem no interior do seu ser, ouviu uma voz que não era sua, mas que estranhamente parecia fazer parte de si, “Muito bem, que temos nós aqui?”
 
Severus estremeceu. Eileen tinha-lhe dito que o Chapéu Seleccionador avaliava a personalidade de cada um, e que consoante essa avaliação, os distribuía pelas equipas… Mas nunca tinha dito que o chapéu lhes entrava na mente! “Muito corajoso, sim!... Inteligente e ambicioso. Justo, também… E orgulhoso. Queres ser reconhecido… Tens sede de poder.”
 
O rapaz sentia que o chapéu vasculhava todos os seus pensamentos e memorias a uma velocidade incrível. Era como se alguém lhe estivesse a desarrumar a mente. “Tens sangue dos Prince nas veias, mas ao mesmo tempo sangue de muggles. Muito interessante… E agora onde te ponho?”
 
“Põe-me nos Slytherin… Por favor. Slytherin!” Murmurou o rapaz, enquanto fechava os olhos com força. Severus não tinha a certeza do que estava a fazer, mas se Nerissa parecia tê-lo feito, podia ser que funcionasse.
 
“Queres mesmo os Slytherin, rapaz? Podes dar-te bem em todas as equipas, não precisas de ir para os Slytherin… Encaixavas como uma luva nos Gryffindor!”
 
“Não!!” Respondeu Severus de imediato. O coração parecia querer saltar-lhe pela boca, “Gryffindor, nunca!”
“Lembra-te disto, meu rapaz.” A voz do chapéu tornou-se muito séria, “São as nossas escolhas, mais do que as nossas capacidades, que mostram quem realmente somos.”
 
Severus não soube responder, até porque não percebeu bem a razão para o chapéu lhe dizer aquilo. Mas sabia que era importante. “Não queres repensar, miúdo?”
 
Não havia nada para repensar! Queria ir para os Slytherin e pronto. Era onde tinha melhores oportunidades de sucesso. Eileen pertencera aos Slytherin. Severus queria continuar o trabalho da mãe. E além disso, era onde Nerissa e Avery estavam… “Quero os Slytherin.”
 
“Que assim seja, então.” Respondeu-lhe o chapéu inexpressivamente, gritando depois para todo o salão ouvir: “SLYTHERIN!”
 
Um misto de alívio e prazer percorreu o corpo de Severus, e nem os assobios reprovadores, que sabia virem de James e Sirius, retiraram o grande sorriso que se abriu no seu rosto. Estava nos Slytherin! Sabia que as portas se abririam para que ele passasse. Tinha mil oportunidades à sua frente. Ia tornar-se um grande feiticeiro. Eileen iria ficar muito orgulhosa...
 
 * * *
Continua...
Como devem ter reparado, a coisa agora começa a aquecer...  Pela primeira vez a história é vista através de Nerissa... Isso vai ser muito mais frequente de agora em diante ^^ Os próximos capitulos vão trazer bastantes surpresas x) Mas para já, para já... Fiquem com a supresa que vos tinha prometido no inicio... Espero sinseramente que gostem! 
 
Plim!
 
Loads of Kisses to All of You!
ps. Bem que eu gostava, mas não fui eu quem fez o desenho... Encontrei-o na Net por um mero acaso e modifiquei-o para o adaptar a esta Fic! Espero que gostem x)

 

sinto-me: Cansada à brava =(
música: Linkin Park - My December

publicado por Dreamer às 19:45

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Dreamer @ 23-02-2009
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