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Quarta-feira, 11 de Março de 2009

"Nerissa Gaunt" - Chap 2

Olá meus amores! ^^

 

Desculpem-me por andar tão afastada, mas como as aulas recomeçaram, e os trabalhos  da faculdade se acumulam, resta-me pouquissimo tempo para vir aqui. Os acontecimentos caóticos dos últimos dias não têm ajudado... Para variar, é demasiada coisa má a acontecer ao mesmo tempo, e depois quem se lixa daqui são vocês porque eu fico sem tempo para cá vir. Peço-vos desculpa, e que me compreendam. Para vos compensar, aqui está um capitulo gigante cheio de acção! xD

 

Mas bem, antes de postar o segundo capitulo, queria agradecer àqueles que comentaram o primeiro capitulo... Acreditem que me deixaram muito feliz. Se não fosse por vocês eu não estaria aqui a postar o segundo x)

 

Mas não vos chateio mais, tomem lá o segundo capitulo!

ENJOY! ^^

 

* * *

Salazar's Inherance Trilogy 
Nerissa Gaunt
Capitulo Segundo 
 
 
Os corredores do Hogwarts’ Express já se encontravam praticamente desertos agora que este começava a ganhar velocidade, deixando a cidade de Londres para trás. Havia somente pequeno rapaz ainda a caminhar solitário pelos corredores do comboio, arrastando vagarosamente a sua pesadíssima mala de viagem. Severus procurava um compartimento vazio onde pudesse descansar até chegarem ao destino, mas todos os que encontrava estavam apinhados de estudantes demasiado entusiasmados e barulhentos.
 
Tudo o que o rapaz queria era algum tempo para si, um momento de reflexão… já que não conseguia parar de pensar em Eileen. Havia-lhe prometido que se tornaria um grande feiticeiro, que a faria orgulhosa, mas a que custo!? A sua mãe iria ficar sozinha durante quase um ano com o seu violento e alcoólico marido, sujeita aos mais variados maus-tratos físicos e psicológicos…
 
Antes que um sentimento de culpa e um medo agonizante o assaltassem, Severus começou a repetir palavras soltas na sua cabeça, um exercício que praticava bastante quando ouvia os seus pais discutir… ajudava-o a abstrair-se.
 
Sem se aperceber, estava a murmurar entre dentes os nomes das quarto equipas de Hogwarts, “Gryffindor. Hufflepuff. Ravenclaw. Slytherin... Gryffindor. Hufflepuff. Ravenclaw. Slytherin...”
 
Agora que pensava nas equipas, apercebeu-se que ainda não tinha um favoritismo por nenhuma das quatro. Enquanto caminhava e procurava por um compartimento, Severus foi tentando escolher uma delas, analisando tudo o que havia lido sobre cada uma das equipas, e tudo o que sua mãe lhe havia contado.
 
Gryffindor… Corajosos, mas demasiado aventureiros. Hufflepuff… Fracos, cobardes, a maioria são sangues de lama! Excluiu ambas equipas automaticamente do seu pensamento. Os Ravenclaw são bastante inteligentes, verdadeiros sábios… mas isso não é bom o suficiente… Severus lembrou-se que Eileen, como sangue puro que era, havia pertencido aos Slytherin, talvez o rapaz tivesse uma hipótese de entrar. Ambiciosos, muito astutos… a maior parte dos grandes feiticeiros pertenceram aos Slytherin!
 
A sua decisão estava tomada, o pequeno estava decidido a orgulhar a sua mãe seguindo as suas pisadas.
 
Perdido nos seus pensamentos, Severus assustou-se e parou abruptamente a sua marcha ao ver a porta de um compartimento abrir-se mesmo à sua frente. De lá saíram um casal de estudantes bem mais velhos que ele.
 
Primeiro um jovem era bastante alto e encorpado, de um porte majestoso, cujos cabelos de um loiro quase branco lhe escorriam pelas costas como um manto dourado. Depois uma rapariga muito baixa com o nariz longo e pontiagudo, e seus cabelos de um castanho seco enrolavam-se espigados nos seus ombros. Ela ria-se histericamente de algo que o jovem tinha acabado de lhe dizer.
 
 Ambos vestiam pólos cinza, com uma fina risca verde em torno do colarinho que combinava com as suas gravatas, também verdes e cinza. Ambos os seus mantos negros ostentavam um pequeno símbolo prateado e verde… Severus não demorou a concluir que ambos pertenciam aos Slytherin.
 
O casal caminhava distraído, e só reparou mesmo no pequeno rapaz quando quase tropeçaram nele.
 
“Olá pequenote!” Cumprimentou a rapariga com um tom trocista, avaliando Severus com os seus pequenos olhos cinzentos. “Andas perdido, é?”
 
Severus não respondeu, estava demasiado atrapalhado para o fazer. Ao aperceber-se disso, a rapariga soltou mais uma das suas gargalhadas histéricas irritantes. Enquanto isso o jovem loiro limitou-se a fitar Severus com um meio sorriso.
 
“Anda Lucius, vamos embora.” Continuou ainda rindo a rapariga, enquanto saltava por cima da pesada mala de Severus, “Não passa de um rapaz insignificante do primeiro ano.”
 
“Não o subestimes, Alecto.” Respondeu o jovem loiro chamado Lucius, desafiando Severus com os seus olhos frios, “O meu nome é Lucius Malfoy, sou Perfeito dos Slytherin. E esta jovem impaciente é a minha colega Alecto Carrow, e também é Perfeita dos Slytherin.”
 
Logo depois, Lucius curvou-se para Severus e estendeu-lhe a sua mão, oferecendo-lhe um cumprimento e firme. Alecto soltou um suspiro irritante, e começou a bater freneticamente com o seu pé no soalho da carruagem.
 
“Chamo-me Severus Snape…” O rapaz conseguiu balbuciar entre os dentes, “E, sim… sou do primeiro ano.”
 
“Bom, meu caro Severus,” Respondeu-lhe então Lucius com desdém, “Espero que te juntes aos Slytherin esta noite.” E sem dizer mais uma única palavra, também ele pulou por cima da mala de viagem e seguiu o seu caminho, lado a lado com Alecto.
 
 Ainda atordoado daquele encontro, Severus esforçou-se por continuar o seu caminho, só que agora bem mais depressa. Queria evitar outro encontro como aquele que tinha acabado de ter. Não estava habituado a estar rodeado de gente, e não se sentia minimamente preparado para falar com estranhos… Mas isso foi antes de olhar no interior do compartimento seguinte.
 
Ali estava ela, sentada ao lado da janela, e com a luz solar a acariciar-lhe suavemente a sua pele pálida: A rapariga dos cabelos negros.
 
Sem sequer pensar, Severus abriu a porta daquele compartimento e entrou, apercebendo-se demasiado tarde que haviam outros três estudantes sentados ali na companhia da rapariga que ele ansiava conhecer.
 
Em frente dela, estava uma outra rapariga, de cabelos ruivos e olhos cor de esmeralda que lhe falava extremamente entusiasmada… no entanto a rapariga de cabelos negros não parecia partilhar o seu entusiasmo.
 
Ao lado de cada uma das raparigas, e distanciados da sua conversa, estavam dois rapazes. Um deles de cabelo negro longo que lhe dava pelos ombros e outro de cabelo curto e revolto que usava óculos de lentes redondas.
 
Felizmente para Severus, todos os quatro pareciam ser alunos do primeiro ano.
 
Quando o rapaz entrou no compartimento, quatro pares de olhos se fixaram nele inexpressivamente. Naquele preciso momento Severus amaldiçoou o impulso que o tinha levado até ali. As suas faces ganharam um tom rosado quando ele perguntou timidamente, “Posso sentar-me com vocês?”
 
Foi o rapaz dos óculos redondos que lhe respondeu, oferecendo-lhe um sorriso sincero, “Claro que podes!”
 
Agradecido, Severus puxou a sua mala de viagem para dentro do compartimento e, mais desajeitadamente do que gostaria de ter feito, colocou-a numa das prateleiras de ferro acima das suas cabeças. Depois sentou-se entre o rapaz de óculos e a rapariga de olhos verdes, para poder ficar de frente para a rapariga de cabelos negros… Ele sentia-se tão feliz e tão nervoso ao mesmo tempo que um arrepio estranho lhe percorreu a espinha.
 
“E tu quem és?” Perguntou o rapaz de cabelos compridos que o olhava com curiosidade e desdém. Quantas mais vezes nesse dia lhe perguntariam a mesma coisa?
 
“Chamo-me Severus Snape.” Respondeu simplesmente, e de imediato os outros dois rapazes e a rapariga de olhos verdes reprimiram uma gargalhada. Enquanto as suas faces ficavam vermelhas novamente, Severus reparou que a rapariga de cabelos negros olhava com desagrado para os três, reprovando a sua atitude, o que por um lado o tranquilizou.
 
“Nome engraçado, não?” Riu-se o rapaz de óculos, “Eu chamo-me James Potter…”
 
“E eu Sirius Black.” O rapaz de cabelos compridos respondeu também, muito senhor de si. A Severus apeteceu-lhe também gozar com os seus nomes, mas preferiu esquecer o assunto.
 
As raparigas não se apresentaram. A de olhos verdes retomou a conversa que parecia ter deixado pendente com a de cabelos negros, apesar de a segunda continuar a não parecer interessada. Severus não pode deixar de ouvir o que diziam.
 
“Em que equipa queres entrar?” Perguntou animadamente.
 
A rapariga de cabelos negros alterou-se, parecendo subitamente inquieta. A sua doce voz tremeu-lhe a responder. “Não sabia que podíamos… escolher.”
 
A de olhos verdes abanou os seus cabelos ruivos despreocupada e orgulhosa, “Oh, não sei… Mas eu gostava de pertencer aos Gryffindor, são os melhores!”
 
Automaticamente o rapaz chamado James saltou no seu assento, olhando-a interessado, Eu também quero ir para os Gryffindor! A equipa de Quidditch deles é demais, têm os melhores jogadores da escola inteira…”
 
A rapariga pareceu confusa de repente, “A equipa deles de quê?!”
 
“Quidditch!...” Quase lhe gritou James com uma gargalhada, “Não me digas que não sabes o que é!?”
 
Subitamente, pelo meio das suas sardas, a rapariga começou a corar, e Severus percebeu a razão pela qual era tinha medo de responder, mesmo antes dos outros ocupantes do compartimento.
 
“Eu… Eu sou filha de muggles.” Ela respondeu a medo.
 
E desta vez foi James quem ficou envergonhado, murmurando um sentido, “Desculpa, eu não sabia.”
 
Do outro lado da cabine, Severus viu a rapariga de cabelos negros arregalar os olhos, parecia assustada por aquilo que a outra tinha dito. Porquê aquela reacção? Não era incomum encontrar alguém filho de muggles, muito pelo contrário, era um fenómeno cada vez mais frequente… Mas depois Severus lembrou-se que ela e seu pai falavam serpentês.
 
Para falar a língua das cobras, ela teria de ser uma descendente de Salazar Slytherin, e sendo assim, era bastante provável que fosse sangue puro. E quem quer que fosse orgulhoso de ter o sangue de Salazar Slytherin nas veias, não iria certamente manchá-lo travando amizade com sangues de lama.
 
Mas não, a expressão no rosto da rapariga de cabelos negros não era nojo nem desprezo… Era uma expressão bem diferente. Era medo. Mas de quê!? Ela deveria sentir-se superior nesta situação! Havia ali qualquer coisa que Severus não conseguia perceber…
 
Passado um momento, James, tentando recuperar a conversa, dirigiu-se aos dois rapazes, “Então e vocês?... Para que equipa gostavam de ir?”
 
Severus ainda abriu a boca para responder, mas Sirius roubou-lhe a palavra, “Como ali a nossa amiga disse,” E fez um gesto com a cabeça na direcção da rapariga de cabelos negros, “Não devo ter grande escolha… Toda a minha família passou pelos Slytherin. Não me parece que eu tenha sorte melhor.”
 
O rapaz dizia aquilo lamentando-se, e por isso mesmo um estranho acesso de raiva possuiu Severus e ele foi impelido a perguntar, “E que mal é que isso tem?”
 
Mais uma vez, os quatro olharam para Severus, e mais uma vez o rapaz amaldiçoou os seus impulsos.
 
“Ainda perguntas que mal tem?!” Disparou a rapariga de olhos verdes, baixando depois a voz para continuar, “Os Slytherin são maus…”
 
“Não…!!” …Estúpida sangue de lama! Apeteceu-lhe gritar, mas conteve-se por respeito. “Os Slytherin são só ambiciosos… E talvez queiram preservar as velhas tradições, mas que mal há nisso?!”
 
Pelo canto do olho, Severus pôde ver a rapariga de cabelos negros a olhá-lo com sorriso triste… o rapaz perguntou-se porque seria. Por sua vez, a rapariga de olhos verdes cruzou os braços amuada e virou-se para a janela, sem dizer mais uma única palavra.
 
Sirius soltou uma gargalhada fria, “Pareces a estúpida da minha mãe a falar…”
 
Ambos, Severus e a rapariga de cabelos negros, fulminaram Sirius com o olhar, mas este pareceu não reparar pelo que continuou alegremente, “Eu gostava bastante de ser a ovelha negra da familia e entrar na equipa dos Gryffindor… Talvez isso mate a minha querida mãezinha de uma vez!”
 
Enquanto James ria a bandeiras despregadas, Severus surpreendeu-se com a quantidade de insultos que conhecia. Como é que alguém podia ter coragem para falar assim da própria mãe?
 
Enraivecido, e sem conseguir tirar a imagem de Eileen da sua cabeça, Severus ripostou, “Pois eu espero seguir a tradição da família da minha mãe e pertencer aos Slytherin!”
 
Fez-se silêncio novamente, e quatro pares de olhos estavam mais uma vez postos em Severus. Só que desta vez o rapaz não se sentia envergonhado, muito pelo contrário. Sentia-se orgulhoso por ser filho de Eileen, e iria seguir os seus passos sem se importar com o que os outros dissessem ou pensassem.
 
Durante um pequeno instante, Severus sentiu o olhar compreensivo da rapariga de cabelos negros depositado em si, mas não teve coragem de retribuir.
 
“Vejam só… O Snivellus Snape gosta da sua mamã!” Riu-se James bem alto, “Porque não vais ter com ela, então?”
 
À risada de James, juntaram-se as gargalhadas profundas de Sirius e da rapariga de olhos verdes. Severus sentiu-se corar novamente, mas desta vez não era de vergonha, e sim de raiva, “Não te atrevas a falar da minha mãe!”
 
Quando deu por si, Severus já estava de pé, encarando James de frente, pronto para lhe bater. Os momentos que se seguiram foram de elevada tensão para ambos.
 
Ainda gozando, Sirius batia palmas e pedia acção, por seu lado, as raparigas levantaram-se prontamente. A de olhos verdes tentava impedir James de avançar, enquanto que a de cabelos negros agarrava Severus pelos ombros e murmurava-lhe docemente, “Por favor… Não vale a pena. Deixa-o, ele não merece que te rebaixes… Eu compreendo-te.”
 
As suas simples palavras purificaram-no como se de água sagrada se tratassem. E, por um segundo, os olhos brilhantes dela encontraram os pequenos olhos negros dele. Ah, ela estava tão perto que ele podia ouvir-lhe a respiração acelerada… Se estivessem em silêncio, poderia certamente ouvir-lhe o bater do seu coração. A raiva desapareceu instantaneamente, sendo substituída por um estranho tremor nos joelhos e uma pirueta do estômago. A rapariga, percebendo que Severus já estava mais calmo, afastou-se. Ou teria sido porque tinha sentido o mesmo?
 
À frente deles, a rapariga de olhos verdes parecia não estar conseguir acalmar James, mas Severus não se importou: puxou a sua pesada mala de viagem da prateleira e abriu porta da cabina para sair. Apesar da rapariga de cabelos negros estar dentro daquele compartimento, o rapaz não queria discussões ou violência. Estava a tentar deixar tudo isso para trás com Tobias, seu pai...
 
Mas foi quando Severus virou costas que James lhe gritou:
“Isso mesmo… Foge, meu cobarde!”
 
Depois tudo aconteceu demasiado depressa, foi como se o seu próprio corpo não lhe pertencesse. Podiam chamar-lhe tudo, mas não cobarde… Cobarde nunca! O ódio possuiu de tal maneira Severus que o pequeno rapaz ficou cego. Quando conseguiu voltar a ter consciência dos seus actos já tinha esmurrado James na boca, e este estava no chão a ser assistido pela rapariga de olhos verdes.
 
Então Sirius avançou para Severus, arregaçando as suas mangas enquanto se levantava para o enfrentar. Novamente a rapariga de cabelos negros se colocou entre os rapazes, de costas voltadas para Sirius, conduzindo Severus para a porta enquanto lhe implorava:
 
“Sai daqui, por favor… Vai antes que a situação piore.” Ela não o censurava, muito pelo contrário. O rapaz conseguiu perceber um certo tom de compaixão na sua bela voz.
 
“Lamento imenso…” Foi a última coisa que ele a ouviu dizer, quando a rapariga fechou a porta do compartimento, antes que Sirius a impedisse de o fazer.
 
Severus ficou ali a olhar para a porta fechada, mais uma vez sozinho no corredor daquela carruagem do Hogwarts’ Express, com a sua pesada mala de viagem a seu lado. O rapaz estava demasiado cansado e nervoso para se mover… Sentia-se um íman para a intriga. Primeiro em casa, agora a caminho de Hogwarts… Pareceu-lhe que os sete anos à sua frente naquela nova escola não seriam tão fáceis e pacíficos como ele tinha esperado.
 
Sem que o pequeno Severus pudesse ter antecipado, e pela segunda vez naquela manhã, a porta de um compartimento abriu-se à sua frente, assustando-o.
 
Já quase sem forças, o rapaz suspirou entre dentes, “Mas o que é que foi agora?!”
 
* * *
 
Continua...
Sinceramente, espero que tenham gostado! Sabem que não dispenso as vossas opiniões, por isso não se acanhem a comentar x) E agora me despeço, se me dão licença, porque tenho os vossos blogs todos para ir ler :D
 
 

Loads of Kisses to All of You!

 

sinto-me: Why God? Why me!?
música: Static X - Start a War

publicado por Dreamer às 18:31

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16 comentários:
De Prongs a 11 de Março de 2009 às 19:28
ahh *-*
o james e o sirius :D (e a lily --')
gostei tanto ;D
quem diria que o sev se ia revoltar... xD
mais, sim?

cya^^

p.s. espero que tudo melhore depressa :)


De spark a 11 de Março de 2009 às 19:46
Tadinho do Snape! ,_,
eu nunca gostei do james, e agora gosto menos! *unf*
grande snape que o esmurrou!
*hip-hip-hurra!*
x)
posta mais sim *--*
tou super-hiper-mega curiosa *--*


De Harinnie d(^.^)b a 11 de Março de 2009 às 19:57
Oh *__________________*

Está mesmo fixee!!
Coitado do Snape...
O James... francamente --'

Estou á espera do proximo! :D

Beijinhos <3*


De Sássára a 11 de Março de 2009 às 23:07
Omg, como adoro a maneira como descreveste como eles se conheceram... Está perfeita, demonstra exactamente aquilo que eles caracterizam nos livros :D Isto está a ficar fantástico, quando estiver contigo vou ficar inchada de orgulho por ter alguém que escreve tão bem como tu ao meu lado :b

Beijinho @


De Joanne a 12 de Março de 2009 às 01:19
OMG, eu AMEI COMPLETAMENTE! *-*
Não sei como consegues mas está mesmo muito bem escrito.
O James e a mania -.- Gostei do Sev lhe ter dado um murro xD

Posta mais pleaseee eu nao aguento, eu preciso de HP escrito por ti T.T
Beijinho


De Little J a 12 de Março de 2009 às 15:06
A-D-O-R-E-I *-*
Quero mais! muito mais!

Tu dás vida às palavras como eu nunca vi ninguém dar. Consegues criar um ambiente ainda mais mágico do que o próprio Harry Potter já é !
Não vou esgotar os elogios todos agora pq ainda tenho muitos capítulos para comentar u.u

kisses


De Sii '' a 12 de Março de 2009 às 16:14
OMG! eu adorei a maneira como descrevest tudo o que se passou...

O Severus defende a mãe com toda a garra e admiro o por isso...ele quer orgulha-la..

Este capitulo está perfeito...acho que melhor é praticamente impossivel!!! Amei!!! Eu estou completamente vidrada na fic....

Quero mais...^^

jinhu''
Si

PS-sorry o coment de porcaria... -.-


De Miss Xaphania a 12 de Março de 2009 às 20:04
Olá!

Encontrei hoje o teu blog.

Estes 2 capítulos estão excelentes.

Tens mesmo jeito para escrever.

Vou seguir a tua fic.

Beijinhos!


De Ju a 12 de Março de 2009 às 20:31
UHh
Muito interessante!
O James e o Sirius era muito maus!!!
Nunca tive grande pena do malvado professor Snape, mas do pequeno Severus Snape já tenho!
Ele era tão indefeso!
Bom, adorei!
E quero outro capitulo!
Grande como este!!
E lindO"«
Kiss


De Strawberry a 12 de Março de 2009 às 21:29
Actualizadaaa [e atrasada --.]
Tens a certeza que começaste por escrever fics de Harry Potter? É que estão lindas. Tu escreves tão bem *_____*
O James e o Sirius são mesmo parvos --"
E fiquei curiosa por saber o que se passou a seguir ^^

Quero o próximo *.*

Beijinhoos.


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Dreamer @ 23-02-2009
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