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Sexta-feira, 6 de Março de 2009

"Salazar's Inherance Trilogy" Part One - "Nerissa Gaunt" Chap 1

Olá meus amores x)

 

Depois de uma semana atribulada consegui finalmente vir aqui com tempo para publicar este primeiro capitulo! Nem vos vou falar do quão horrivel e bizarra foi a minha semana, porque não tenho sequer por onde começar. Um dos meus novos professores parece saído do Star Treck, maybe Mr. Spock's Best Mate --' E outro parece dar as aulas como se se tratasse de stand up comedy! Estou positiva e negativamente lixada este semestre --'

 

Mas, passando ao que realmente interessa! Aqui está a Fic vencedora da votação, ou pelo menos o primeiro capitulo da sua primeira parte ^^ Só tenho alguns avisos a fazer antes de começarem a ler:

 

Como o próprio resumo da Fic dizia, vamos acompanhar a vida de uma menina chamada Nerissa Gaunt. No entanto, nestes primeiros capitulos vamos conhecê-la através dos olhos de Severus Snape... Como é normal, vamos conhecer o estado em que a vida de Severus se encontrava quando conheceu Nerissa... Ambos são as personagens principais desta parte da Fic.

 

Mas bem,

Sem mais conversas maçadoras, aqui vai a Fic!

Espero sinceramente que gostem ^^

 

Como já tinha dito, é dedicada a ti, Peter x)

 

* * *

 Salazar's Inherance Trilogy

Nerissa Gaunt

Chapter One

 

 

A plataforma 9 ¾ sempre foi conhecida pelo elevado número de pessoas que a ela acorriam em cada inicio do ano escolar da Escola de Hogwarts… e este primeiro de Setembro não foi excepção. Centenas de famílias consumavam as despedidas aos aprendizes de feiticeiro, seus pequenos e jovens filhos, netos, sobrinhos, enteados e afilhados. Eram dados os últimos abraços e os últimos beijos. Mães mais sensíveis choravam a primeira viagem dos seus filhos de onze anos, mas não havia tristeza nesta despedida, apenas felicidade, orgulho e talvez já uma ponta de saudade.
 
No meio da multidão irrequieta, apenas duas figuras se mantinham inertes: uma mulher de meia-idade, bastante alta e anormalmente magra, e o seu pequeno filho que vestia roupas dois tamanhos acima do seu tamanho. O rapaz era uma pequena cópia da mãe, havia herdado os seus olhos e cabelos compridos negros… só divergiam no nariz. Enquanto que o da mulher era arrebitado, o do filho era ligeiramente adunco.
 
Ambos pareciam sólidos como pedras, estavam demasiado tensos, não conseguindo mover um músculo sequer. Poucos eram aqueles que pareciam reparar naqueles dois, e aqueles que os olhavam, faziam-no sem qualquer interesse.
 
Finalmente um deles quebrou a tensão. A mãe colocou a sua mão direita no ombro do seu filho e calmamente lhe murmurou, num tom extremamente terno, “Vamos então, Severus?”
 
O rapaz estremeceu. A sua mente estava bem longe daquela plataforma, ainda perdida a relembrar a discussão que os seus pais tinham tido na noite anterior.
 
“Nenhum filho meu vai frequentar uma escola de malucos, Eileen!” Severus lembrou-se de ouvir o seu pai, muggle, gritar cheio de desprezo, dirigindo-se à sua mãe, feiticeira.
 
Apesar de estar trancado no seu quarto, deitado na cama, e com a sua almofada a tapar-lhe os ouvidos, o rapaz não conseguia deixar de ouvir na perfeição a discussão que os seus pais estavam a ter no andar de baixo, na cozinha.
 
A voz grave regressou, mais elevada que antes, e Severus encolheu-se ainda mais, “Não vais transformar o meu filho num mágico idiota!”
 
“O Severus já é um feiticeiro, Tobias.” O rapaz ouviu a voz cada sua mãe, e percebeu que ela estava a tentar manter-se calma face à embriagues do marido. “Não é uma coisa que se possa escolher, o nosso filho nasceu feiticeiro.”
 
“Se o miúdo nasceu assim então a culpa é tua, sua anormal!” Depois do grito de Tobias, ouviu-se um som de uma pancada, e depois um gemido sofrido de Eileen. O pobre rapaz já tinha aprendido que essa sequência de sons significava que o seu pai havia batido na sua mãe.
 
“O nosso filho tem o direito de escolher o mundo ao qual ele quer pertencer!” Ainda se ouviu a voz de Eileen gritar, por entre o choro, mas depois toda a casa ficou emersa num silêncio perturbador. Tudo o que Severus conseguia ouvir agora era o seu próprio lamento.
 
Assim que o sol nasceu, mesmo depois de Tobias ter saído de casa para ir trabalhar, Eileen pegou no seu filho, na grande mala de viagem em segunda mão, cheia de material escolar e roupas e todas as coisas necessárias para um primeiro ano em Hogwarts e saiu de casa também. E agora ali estavam ambos, na plataforma 9 ¾ de King’s Cross, poucos minutos antes da partida do comboio que iria levar Severus para um novo mundo.
 
“Mãe…” O pequeno rapaz tentou chamar, mas a sua voz parecia não lhe obedecer, “Eu não… Eu não consigo deixar-te sozinha com ele. Eu posso ficar em casa contigo, não preciso de ir para esta escola…”
 
“Oh Severus,” Eileen não aguentou nem mais um segundo e deixou uma lágrima cair enquanto abraçava o seu filho tão forte quanto conseguia. O rapaz retribuiu o abraço com todo o cuidado, como se estivesse a abraçar uma frágil boneca de porcelana, “Meu querido filho, tu vais para Hogwarts, é o teu destino! Não deixes o teu pai tirar-te a tua chance de te tornares um grande feiticeiro.”
 
Aquelas simples palavras penetraram o coração do pequeno Severus. A partir daquele momento ele tinha um objectivo na sua vida: Orgulhar a sua mãe. Por mais difícil que fosse a tarefa de se tornar um grande feiticeiro, ele ia conseguir, só para fazer Eileen feliz.
 
A mulher não conseguiu conter as tantas lágrimas que ameaçavam cair… Aquele era o seu pequeno filho, o seu Severus, e ele estava prestes a embarcar numa viagem que mudaria a sua tenra vida para sempre. Quando o voltar a encontrar, ele vai estar necessariamente diferente, mais crescido… e ela não irá poder acompanhar esse crescimento.
 
“Vamos, meu amor…” Eileen encorajou o filho, pegando na sua pequena mão e tomando o primeiro passo em frente, na direcção do comboio quase lotado.                   
 
O pequeno Severus inspirou fundo, focando-se no seu novo objectivo de vida, e seguiu a sua mãe.
 
Ao alcançarem uma das muitas entradas do comboio, ambos pararam, olharam nos olhos negros um do outro e não resistiram a abarcar-se uma vez mais. Só voltariam a encontrar-se no Verão. Esta era a estratégia mais segura para que Tobias não pudesse interferir. O muggle não tinha maneira de ir buscar o filho e retê-lo em casa para o impedir de frequentar Hogwarts. Eileen preferiu não pensar para já na reacção que o marido iria ter ao chegar a casa naquela mesma noite, e se apercebesse que Severus já não estava em casa…
 
A mãe preferiu também não pensar no pesadelo que iria ser viver com Tobias, sem Severus para lhe dar forças. A pobre Eileen não tinha mais ninguém, não conseguia nem podia manter amizades ou elos com a família graças ao marido. Tinha virado costas a uma família feiticeira de sangue puro para poder casar com um muggle por amor. Tinha sido deserdada e excluída pela família, e depois maltratada e explorada pelo marido quando finalmente lhe falou das suas verdadeiras origens. Agora que Severus se ia embora, ficaria sozinha.
 
Por seu lado, Severus também iria ficar sozinho. Como era posto de parte por todos os seus colegas muggles na escola, preferia simplesmente ficar em casa com a mãe do que brincar na rua com eles, ou com outras crianças do seu bairro. Só mantinha um verdadeiro amigo, Avery. Este era seu vizinho em Spiner’s End, e também recebera a carta da escola de Hogwarts naquele verão.
 
Os dois amigos iriam frequentar aquele primeiro ano em Hogwarts juntos. Severus marcou na sua mente um lembrete de procurar o amigo, assim que entrasse no comboio.
 
Depois de um momento em que ambos, mãe e filho, deixaram lágrimas escorrer sem vergonhas pelos seus rostos, Severus murmurou ao ouvido de Eileen, “Vais-te orgulhar de mim, mãe.”
 
A mulher nem conseguiu responder, por mais que tentasse controlar as suas emoções, era-lhe impossível. Não conseguiu sequer dizer uma palavra de despedida. Já com os olhos inchados de tanto chorar, Eileen beijou a testa do seu filho e afastou-se, entregando-o ao seu novo destino.
 
Por mais que quisesse ter ficado para trás, para se despedir decentemente da mãe, Severus ia sendo levado na maré de estudantes impossível de contrariar, à medida que embarcavam naquela carruagem.
 
Não demorou muito para que o pequeno rapaz ficasse rodeado de estudantes mais altos que ele. E assim, bem antes do que teria desejado, Severus perdeu a sua mãe de vista.
 
O rapaz acabou por ter de se conformar depressa, porque os estudantes mais velhos pareciam nem sequer vê-lo. Severus estava a ser atropelado com encontrões e pisadelas, mal conseguindo arrastar a sua grande mala a seu lado. Foi precisamente quando estava a batalhar para conseguir um pequeno espaço para entrar na carruagem, no meio do mais perfeito caos, quando a viu pela primeira vez…
 
Aquela era sem dúvida a rapariga mais bela que alguma vez vira! A sua pele suave era demasiado pálida, como se nunca tivesse estado debaixo da luz solar. O seu cabelo negro como a mais profunda sombra, caía em longas cortinas de seda pelas suas costas. E os seus olhos negros brilhantes como duas estrelas, apesar estarem algo de sombrios e tristes, não diminuíam a sua beleza.
 
Num primeiro momento, Severus não percebeu como teria encontrado alguém como ela no meio de tantos estudantes envoltos numa confusão sem igual… Mas depois reparou no homem velho, coxo e desajeitado que a acompanhava. Ele parecia ser demasiado velho, e até demasiado feio, para ser pai dela… talvez fosse um avô. Severus não soube dizer com certeza, não haviam qualquer tipo de semelhanças físicas entre a bela menina e o asqueroso velho.
 
A única coisa que sabia com certeza, era que o que o tinha chamado à atenção não era o aspecto díspar daqueles dois… mas sim a língua em que falavam.
 
O velho e a rapariga de cabelos negros dialogavam de uma forma extremamente bizarra, através de baixos murmúrios e estranhos silibares. Severus tinha a certeza que já havia lido sobre isso algures… Seria aquela língua o «serpentês», a língua das cobras? Não, não podia ser… O único homem conhecido por ter essa habilidade morrera à quase mil anos atrás, e seu nome era Salazar Slytherin. Severus tinha a certeza que apenas os descendestes deste homem, um dos fundadores da escola para onde se estava a dirigir, é que nasceriam com essa incomum característica, muitas vezes relacionada com as Artes Negras.
 
Será possível? O rapaz perguntou-se a sim mesmo, sem conseguir remover os seus olhos deles, Não pode ser. Devo estar a fazer confusão… Está demasiado barulho aqui.
 
Severus acabou por decidir deixar-se ficar para trás na fila de estudantes a embarcar, para se tentar aproximar o mais possível do velho e da rapariga de cabelos negros. E desta vez o rapaz pôde ter certeza que tinha ouvido a voz rouca do velho assobiar como se ele fosse uma serpente.
 
“Sim, pai…” Respondeu a rapariga, enquanto olhava em volta, tentando compreender se alguém tinha reparado neles.
 
Esforçando-se por se manter camuflado por outros estudantes, Severus sentiu o seu coração derreter ao ouvir a voz doce da rapariga. Sentiu um arrepio gelado erguer-lhe os finos cabelos da nuca, o seu coração disparou sem razão aparente, e o rapaz foi assolado por um sentimento que não conseguia compreender.
 
O velho coxo manteve o seu discurso na língua das cobras que só a menina parecia compreender. Parecia agressivo e insistente, mas as únicas respostas que ela lhe dava eram curtas e monossilábicas: “Sim, pai. Não, pai… Claro, pai.”
 
Depois de alguns momentos, o velho curvou-se perante a filha e beijou-lhe os cabelos negros desajeitadamente. A rapariga só teve tempo para murmurar uma despedida, e o homem já estava a afastar-se coxeando penosamente.
 
Quando finalmente o velho se separou da rapariga de cabelos negros, e ela se juntou aos estudantes que embarcavam, Severus quis garantir que iria estar mesmo atrás dela. Não percebia o que queria alcançar com isso, mas sabia que queria arranjar maneira de a conhecer.
 
Os seus planos foram por água abaixo assim que ela entrou no comboio. Severus apenas teve tempo para vislumbrar um último brilho do seu cabelo antes de ela desaparecer, misturando-se com os outros estudantes.
 
O rapaz tinha-a perdido na multidão de estudantes, mas estava determinado a encontrá-la… e de alguma forma teve a certeza que ia conseguir fazê-lo antes que aquela viagem terminasse.
 
Arrastando a sua mala absurdamente pesada, Severus quase deu por si sem forças para encontrar esta misteriosa rapariga de cabelos negros… Um sabor amargo perdurava na sua boca. A tristeza e a saudade cresciam lentamente dentro do seu pequeno coração, mas o sentido de culpa e de preocupação pareciam agora querer afogar o rapaz de onze anos. Só uma pergunta ecoava na sua mente: Quem iria tomar conta da sua mãe agora, e quem iria protegê-la contra a fúria de Tobias?
* * *
Continua...
E Tada! Este foi o primeiro capitulo... Espero que tenham gostado, porque pessoalmente, este nem é dos meus capitulos preferidos, está meio blhé --' Não ficou nada de jeito!
 
Vou ficar à espera de opiniões sinceras, sabem que conto com vocês e com as vossas criticas para saber o que acham de bem de mal... Só assim posso melhorar ^^ Eu juro que não mordo, comentem à vontade x)
 
Loads of Kisses to All of You!

 

sinto-me: Com dores no ombro --'
música: O tétrico silêncio da minha casa vazia --'

publicado por Dreamer às 18:13

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De Joanne a 7 de Março de 2009 às 01:24
OMG OMG!
Já so faltava cá eu Oo
Estou completamente maravilhada. Nunca antes uma fic me deixou tão vidrada no primeiro capitulo! Está simplesmente lindo. Tu escreves tão mas tão BEM !
Eu fico mesmo no paraíso ao ler isto *-*
E não esta nada blhé não senhor. É impressao tua. Se tu nao gostas deste e está lindo como está entao faço ideia aqueles de que gostas ! Devem ser de chorar por mais.
Eu quase chorei por mais neste. xD
Tinhas logo que acabar quando Severus ia tentar conhece-la T.T

Enfim. Uma nova aventura começa, uma nova vida *-*
Já sabes posta mais que assim nao em aguento! ^^
Beijinho


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